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charge poder do voto"Mutatis mutandis", ou seja, mudando o que precisa ser mudado, as administrações públicas do país, do estado ou do município, podem ser comparadas à de uma empresa da iniciativa privada. O presidente, o governador e o prefeito, são os gerentes escolhidos pelos acionistas, os cidadãos, que entram com o capital através de seus impostos. Os senadores, deputados e vereadores são os conselheiros que devem zelar pelo bom funcionamento dessas "empresas". A corrupção que se fortaleceu nos últimos tempos, no Brasil, e, sobretudo, as redes sociais, fizeram com que a população, de modo geral, procurasse acompanhar mais de perto o desempenho desses diversos organismos. O Brasil é hoje um país mais maduro e está consciente de que essas administrações deixam muito a desejar. A qualidade dos produtos, os prazos de entrega, os custos e preços são péssimos e de baixíssima competitividade quando comparados a outros países, que em função disto, são considerados mais avançados. Os primeiros diagnósticos mostram que essas "empresas" estão inchadas com excesso de pessoal, com baixa capacitação para as funções respectivas, com distorções salariais, ingerências políticas, gastos supérfluos, mordomias, apadrinhamentos, corrupção e baixíssima produtividade. Os conselheiros, em vez de ajudar nossas "empresas" a melhorar seu desempenho, ficam o tempo, quase todo, discutindo seus próprios interesses, mostrando egoísmo e completo despreparo para os cargos que ocupam. Os "acionistas" estão sendo sempre chamados a aumentar o capital, sem que haja o devido retorno a seus investimentos. Dá para se concluir que, grande parte desses administradores, que escolhemos, não poderão continuar à frente desses postos estratégicos, sob pena de que, num futuro muito próximo, nossas "empresas" entrem em estado de falência.

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