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ECONOMIA

Comerciante de Guarapari diz que mineiro é ‘o pior turista’

  • Escrito por O Tempo

praia de guarapariÉ comum a gente ouvir que Guarapari é a praia dos mineiros. Mas alguns episódios nos últimos anos têm dado uma estremecida nessa relação. O último deles teve a dona de um quiosque na famosa praia do Morro como protagonista. Katia Melo Angieuski trabalha na cidade há mais de 30 anos e fez um desabafo no Facebook. O resultado: uma onda de críticas na internet.

“Guarapari, cidade lotada, muito sol e muita amolação dos meus conterrâneos mineiros”, escreveu a comerciante, que depois fez uma extensa lista de exemplos do que ela descreve como turistas que abusam dos favores, mas consomem pouco nos quiosques. “Me desculpem, mas não tem turista pior que o mineiro. Já morei em vários lugares do Brasil, e todos dizem a mesma coisa, não é só eu que falo isso”, publicou Kátia.

A postagem foi feita no sábado. E diante da repercussão, foi apagada em seguida. Entre os comentários estava o de uma mulher que prometeu mais amolação para a comerciante. Segundo ela, estará na cidade em janeiro com 42 acompanhantes. “Vou no seu quiosque com minha turma lá falar que somos mineiros e não vamos gastar nosso suado dinheiro com você”, dizia o comentário.

AMEAÇAS

Na terça-feira (17), procurada pela reportagem, Kátia admitiu que fez a postagem e disse estar muito abalada com a repercussão negativa. Segundo ela, o texto foi escrito quando estava muito cansada. Agora, apesar de manter a opinião sobre os turistas, ela diz que se arrepende de ter especificado os mineiros. “Estava estressada e errei em ter colocado que era comportamento apenas do mineiro. Isso não é verdade. A maioria dos turistas é sem educação e faz tudo o que eu escrevi. Não menti, fui até corajosa, mas errei em ter falado apenas dos mineiros”, disse.

Ainda segundo a comerciante, ela está sofrendo ameaças. “As pessoas estão me ameaçando tanto nas redes sociais quanto pessoalmente. Falam que vou passar fome, pois é o mineiro que me sustenta. Fico triste, mas já tranquilizei meus funcionários de que isso não vai acontecer”, contou. Os mineiros são 25,58% dos turistas do Espírito Santo.

A Prefeitura de Guarapari afirmou que a comerciante foi infeliz em sua postagem e que esse tipo de opinião não representa o que a prefeitura pensa sobre os turistas mineiros. 

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Perfil. Os homens são a maioria dos turistas que visitam o Espírito Santo: 57%, frente a 43% das mulheres. Cerca de 25% dos turistas têm entre 26 e 35 anos e 23%, de 36 a 45 anos.

OUTRA POLÊMICA

Pedágio - Há dois anos, o então prefeito Orly Gomes cogitou cobrar pedágio dos mineiros. O argumento era o agravamento da crise hídrica, depois desmentido. Após a repercussão, ele desistiu. Gomes também cogitou limitar o número de pessoas em casas de veraneio e impor um gasto mínimo de R$ 200 por dia aos turistas.

‘JÁ PRESENCIEI GROSSERIAS', DIZ A COSTUREIRA

A costureira Maria do Socorro Lopes, 43, vai todo ano para a praia dos mineiros, é cliente de Katia Melo Angieuski e disse ter ficado surpresa com a postagem da dona do “Katia Lanches”. “Quando estou na cidade, sempre faço um lanche lá. Nunca aconteceu nada comigo lá, mas já presenciei várias vezes a falta de paciência de ambas as partes, tanto do atendente do quiosque quanto do turista. Isso não é só lá, em vários lugares da praia”, reclamou a turista.

Já a aposentada Júlia Maria Martins, 65, que aluga casas também na praia do Morro, afirmou estar temerosa com a repercussão negativa da postagem. “Mais de 80% das pessoas que alugam minhas casas são mineiras. Já sofremos com a queda (de turistas) na época em que o ex-prefeito falou mal dos pobres. Nos reerguemos e espero que isso não afete a vinda deles. São muito queridos e importantes para a economia local”, disse.

SUBSECRETARIA DIZ QUE QUER OS VISITANTES

Ao contrário do que disse a comerciante em seu desabafo, os mineiros são bem-vindos em Guarapari, garante a subsecretaria de turismo do Espírito Santo, Simone Modolo.

“Há anos os mineiros sempre nos prestigiam com a presença em nossos litorais, não só em Guarapari. A colocação da comerciante foi infeliz, e ela mesma já percebeu isso e retirou o post do ar. Queremos que os mineiros continuem frequentando nossas praias, se divertindo e aquecendo nossa economia”, disse.

DESABAFO

“Guarapari cidade lotada, muito sol muita amolação dos meus conterrâneos mineiros ,mais pelo menos tá vendendo, menos mal !!Tem que ter saco ! Me desculpem mais não tem turista pior que o mineiro já morei em vários lugares do Brasil e todos dizem a mesma coisa ,não e só eu que falo isso e claro não são todos só a maioria ! E poucos que tem a coragem de falar como eu,tem cada caso que ninguém acredita coisas de mineiro ! E façam o favor de não criticar,só quem tá lá que sabe o que passamos falei tá falado!”

Depois enumerou os pedidos no mínimo curiosos.

  1. Me arruma 6 copos com gelo e limão ,tudo bem quantos refrigerante ? Nenhum ,como assim ? Já trouxe 1 litrão , hum.
  2. Troca o alface pelo bacon ?
  3. Quanto é uma panela de arroz ? Não pode vender arroz no kiosque , porque ? É lei da prefeitura só podemos vender porções ,mais do quê certo , almoço só no restaurante ,mais porquê vocês querem proibi de comer arroz não meu amor come o que você quiser eu não posso é vender a esse prefeito tá querendo o quê ? Que não voltamos mais aqui,
  4. Me empresta uma faca ?
  5. Enche essa piscina de água? ,a pia ta cheia infelizmente não da ai a insistência você tenta explicar e não aceita ainda sai te xingando
  6. Parte esse coco para mim ? Não tem facão ,não trabalho com coco , sai te xingando com força
  7. Posso levar. Uma cadeira dessas para a praia de madeira em o meu amor tem um rapaz que aluga na areia é de praia , cés quer tomar dinheiro da gente de qualquer maneira 8 esquenta esse feijão p mim ou coloca no microondas
  8. Me da um copo d'agua da torneira
  9. Troca 100,00 reais isso é mais de 50 pessoas por dia ,não tenho como não tem te xinga de novo
  10. Eu sou obrigado a pagar os 10% ? Isso o cara sendo servido na areia quente , claro que não mais você foi bem servido ? Muito mais não vou pagar, não sou obrigado ! Tá bom ,
  11. Descasca essa laranja para mim
  12. Me empresta 8 pratos e 8 garfos , isso é toda hora ,me empresta o fósforo ,me vende um cigarro é proibido vender cigarro,porque ? Te xinga de novo , e ai vai tem muito mais coisa de 8 horas da manhã até 9 h da noite tem muito mais ,tudo isso em um dia ! Tá com pena leva para você , mais amo Guarapari ah perai, lembrei outra me da um balde com água pra mim tirar o Sal ou da banho na neném ! ! ! Pha !!! Para tudo cê ta de brincadeira comigo ,posso levar as latinhas ?

Claro me arruma um saco grande! Claro a essa hora ta todos de saco grande e cheio .fuiiii !sem ofensas longe de mim !!!!!!!

Crise impulsiona mudança de brasileiros para Portugal e pedidos de visto crescem 50%, em 2017

  • Escrito por Extra

bandeira de portugalImpulsionado pela crise, o fluxo migratório de brasileiros para Portugal tem crescido, nos últimos anos. Na representação portuguesa no Brasil, os números de solicitação de vistos em geral subiram em média 50% em 2017, face ao ano anterior. Em 2016, foram emitidos três mil documentos. Além disso, por dia, são protocolados, em média, de 55 a 60 novos pedidos de nacionalidade, no Consulado em São Paulo. No Rio de Janeiro, o crescimento da procura já esgotou as vagas disponíveis na agenda de atendimento da representação esse ano. A única esperança para quem está aguardando é haver desistência ou criação de vagas adicionais. No ano passado, havia 81.251 brasileiros legais morando em Portugal, segundo dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Entre 2010 e 2016, foram concedidas mais de 87 mil nacionalidades a brasileiros, que hoje é a principal comunidade estrangeira residente no país.

A advogada Luciana Ladeira, que trabalha com pedidos de dupla cidadania, cita a violência urbana, a crise econômica e a insegurança política.

— Percebo que o volume de atendimento no escritório dobrou em relação ao ano passado — afirma ela.

Filho de português, o advogado Marcelo Ramalhete, de 46 anos, está arrumando as malas para se mudar de vez em janeiro de 2018. Ele vai acompanhado da mulher e da filha, de 17 anos. A decisão foi tomada após a família sofrer um assalto em março.

— Fui levado por bandidos e fiquei três horas dentro de uma favela. E se fosse a minha filha? Sei que vou enfrentar um período de adaptação e que a minha renda vai cair um pouco, mas estou em busca de tranquilidade — disse Marcelo.

DÚVIDAS NA LEGISLAÇÃO

Mas mudar-se para a “terrinha” exige planejamento, reserva financeira e paciência. Uma nova lei, que prometeu facilitar esse caminho para netos de portugueses, tem causado dúvidas e insegurança nos descendentes. Os solicitantes devem ter "laços de efetiva ligação à comunidade nacional" e declarar que "querem ser portugueses".

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— Para provar o laço, o neto deve, além de comprovar a residência legal em território português, ter participado regularmente da vida cultural da comunidade portuguesa do país onde morava — observa o advogado português Antônio Pardal.

Mas a nova legislação ainda tem gerado interpretações divergentes sobre as exigências para obtenção de nacionalidade para os netos. Para a advogada Luciana Ladeira, a residência prévia em território português não é requisito obrigatório:

— A residência nos 3 anos anteriores ao pedido agora é uma presunção de laço. O que significa que o solicitante não precisará comprovar mais nada se tiver atendido esse quesito. Mas há outros laços que podem ser utilizados nesses pedidos: contrato de aluguel; propriedade em seu nome ou deslocamento frequente para Portugal. Mas como a legislação é nova, ainda há muitas dúvidas em relação a sua aplicação — comenta Luciana.

Para filhos de portugueses, as regras para solicitar a cidadania não foram alteradas. O interessado em solicitar a cidadania portuguesa terá que desembolsar um valor mínimo estimado em R$ 3 mil. O custo leva em consideração a cobrança pelo processo (157 euros), taxa consular, certidões, averbações e envio de documento, isso sem incluir honorários advocatícios para quem deseja uma assessoria jurídica

De acordo com especialistas, para Portugal, a migração também é um bom negócio. Um relatório da ONU mostra que a população lusa se reduziu em média 0,4% por ano entre 2010 e 2016. Além disso, 21% dos moradores de Portugal já completaram 65 anos de idade, o que coloca o país europeu como um dos quatro mais envelhecidos do continente.

COMO ERA ANTES

A legislação anterior abordava duas situações distintas no caso dos netos de cidadão português. Se o progenitor descendente de portugueses ainda fosse vivo, seria exigido que ele ou ela obtivessem a cidadania para só depois repassar aos filhos. Caso já tivesse morrido, a obtenção direta pelos avós poderia ocorrer, mas seria atribuída a cidadania por naturalização e não a nacionalidade originária, comum nos casos de ascendência.

A alteração na lei presume que os interessados de todos os países que tenham o português como língua oficial há pelo menos dez anos. Dessa forma, esses cidadãos não precisam comprovar seu conhecimento da língua.

Antes da aprovação do decreto, os brasileiros que não viviam em Portugal poderiam obter a nacionalidade se tivessem ascendência lusa, se fossem casados ou estivessem em união estável com um português há, pelo menos, 3 anos.

300x250 Menina AviadoraFILHOS DE PORTUGUESES

Todos os filhos de portugueses já tinham e mantêm o direito de requerer a nacionalidade originária. Para isso, é preciso manifestar-se oficialmente através de um requerimento próprio que deve ser entregue com assinatura reconhecida em um cartório brasileiro. No caso dos menores de idade, o documento deve ser assinado por ambos os pais.

Também é preciso apresentar documentos que comprovem a nacionalidade portuguesa do ascendente direto, como o cartão de cidadão (a carteira de identidade portuguesa), passaporte ou certidão de nascimento.

O descendente que tiver interesse em obter a cidadania deve ainda apresentar original e cópia da sua certidão de nascimento, emitida há meno de um ano; a certidão de nascimento do progenitor que não for português; original e cópia autenticada da carteira de identidade; original e cópia da carteira de motorista ou do passaporte; uma foto 3×4 colorida tirada há menos de um ano; envelope para devolução dos documentos já com os dados do requerente no destinatário, e comprovante de residência.

O requerente também precisa apresentar o comprovante de pagamento da solicitação de cidadania, sem o qual o processo será devolvido.

CÔNJUGES DE PORTUGUESES

Os brasileiros casados com portugueses há pelo menos três anos também podem solicitar a cidadania por naturalização. Para isso, é preciso que o casamento já se encontre transcrito em Portugal, ou seja, que conste a averbação da união no local de nascimento do cidadão.

O interessado deve apresentar um requerimento próprio com assinatura reconhecida em um cartório brasileiro; original e cópia das certidões de nascimento e casamento, ambas emitidas há menos de um ano; cópia autenticada do RG ou cópia autenticada do passaporte, caso a carteira de identidade não seja recente, e atestado de antecedentes criminais de todos os países em que já morou. Além disso, é preciso encaminhar um pagamento no valor de 250 euros.

leticia bahia advogadaENTREVISTA: LETÍCIA BAHIA, ADVOGADA ESPECIALISTA EM DUPLA CIDADANIA, 43 ANOS.

Como você avalia o perfil dessa nova lei?

A legislação traz um aspecto econômico importante para os netos, quando toca na questão da residência legal em território português ou ter imóvel comprado ou alugado. Mas a real aplicação desse regime ainda é nebulosa. As Conservatórias de Registro Civil em Portugal vão começar a receber os novos processos e vamos saber os primeiros resultados dos pedidos.

Quais são as outras opções para viver legalmente em território português?

Os vistos de trabalho, estudo e residência também são muito comuns. Há opção para vistos para empreendedores e até para aposentados. No caso de empresários, é preciso investir 5 mil euros, o equivalente a quase R$20 mil, em uma sociedade comercial. Para aposentados, a renda necessária é de R$ 35 mil ao ano. Além disso, há possibilidade de pedir o que chamamos de “visto gold”, criado para captar investimento estrangeiro. É preciso demonstrar investimento em imóveis ou capacidade financeira através da declaração de imposto de renda.

Preços de passagens internacionais a partir do Brasil têm redução

  • Escrito por BrasilTuris

onde comprar passagem aerea barataAs tarifas aéreas internacionais para voos com origem no Brasil, entre companhias aéreas nacionais e estrangeiras, registraram queda em valores nominais para todos os continentes na comparação de 2016 com 2011, informou ontem (15/08) a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Segundo o levantamento, o destino com a maior redução foi a América do Norte (40,7%), seguida por Ásia (38,7%), África (37,2%), Europa (32%), América Central (28,3%) e América do Sul (19,5%).

“Esse estudo é importante porque reafirma os benefícios da desregulamentação das tarifas que, no caso do mercado internacional, ocorreu em 2008 para a América do Sul e gradativamente para os demais mercados a partir de 2009. O mercado doméstico, que teve a liberalização tarifária em 2002, registrou redução de quase 50% nos preços das passagens de 2002 até 2016”, afirma o consultor técnico da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Maurício Emboaba.

O primeiro estudo da Anac sobre tarifas aéreas internacionais também mostra que a América do Sul teve 59,8% das passagens vendidas abaixo de US$ 300 em 2016, sendo que em 2011 essa fatia era de 34%. Já para a América do Norte 53,6% dos bilhetes foram comercializados por menos de US$ 600 no ano passado, ante 6,9% em 2011. Para a Europa, passagens abaixo de US$ 750 responderam por 56,5%, diante dos 16,2% de seis anos atrás.

O estudo da Anac levou em conta passagens de ida e volta em voos de classe econômica para passageiros adultos, em ofertas públicas realizadas pela própria companhia aérea. Foram consideradas entre 800 mil a pouco mais de 1 milhão de passagens vendidas no período. Segundo o levantamento, de 2011 a 2016 houve aumento de 17% no fluxo anual de passageiros pagos, ou o equivalente a um crescimento de 3,2% ao ano, nesse período.

CONFIRA A ÍNTEGRA DO RELATÓRIO

Promoção de viagem internacionalLIBERDADE TARIFÁRIA

O conceito de liberdade tarifária – o direito de empresas competirem praticando livremente seus preços, e ajustando-os conforme a receptividade do mercado consumidor e de acordo com os níveis de oferta e demanda – passou a se disseminar no mercado de aviação a partir do final da década de 1970. Os EUA foram pioneiros nesse movimento, sendo seguidos por países europeus.

No Brasil, o governo continuou tabelando os preços dos bilhetes aéreos até meados da década de 1990. Depois disso, ainda sob a gestão do Departamento de Aviação Civil (DAC), o País passou por um período de transição e os preços passaram a ser fixados dentro de faixas de valores máximos e mínimos. Somente a partir da virada do século 21 o mercado doméstico finalmente viu a liberação dos preços, que foi estendida gradualmente para o mercado internacional, após o surgimento da ANAC. Em ambos os casos o resultado foi a redução dos valores médios reais ao longo do tempo.

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Fundamental para esse efeito é o conceito de precificação dinâmica. É ele que permite a segmentação de mercado. Ou seja, ofertar os serviços de acordo com as necessidades e capacidade de consumo dos diferentes tipos de clientes (assim como existem carros populares e de luxo para os diferentes gostos e bolsos).

Nessa lógica, clientes corporativos, que, de forma geral, têm necessidades bem específicas, menor facilidade de planejamento e maior capacidade de pagamento, consomem as passagens de valor mais elevado. O público geral, por sua vez, têm ao seu lado a flexibilidade de datas e horários, e a possibilidade de planejamento antecipado das viagens, como estratégias para conseguir bilhetes econômicos e que caibam nos seu orçamentos familiares.

Dentro desse sistema, as classes tarifárias são outro elemento central para o barateamento e popularização das viagens aéreas. No passado os clientes só podiam, optar por classes de serviço: primeira classe, classe executiva ou classe econômica. Com a liberdade tarifária, hoje os clientes podem escolher por classes tarifárias: tarifa cheia, tarifa regular ou tarifa promocional. Nesse caso a lógica é que quanto mais barato um bilhete, mais restritas são as possibilidades de alteração ou cancelamento (o que explica a existência de taxas para estes procedimentos). Já os bilhetes de preços mais elevados têm grande flexibilidade de remarcação ou cancelamento sem novos desembolsos. Leia mais sobre o tema no site Panorama da Aviação Brasileira.

CUSTO BRASIL

Hoje, um dos obstáculos à trajetória de barateamento dos preços das viagens aéreas são os custos de operação existentes no Brasil, que são superiores à média internacional. Atualmente o Senado discute uma proposta de limitação da alíquota de ICMS que onera o combustível usado para os voos dentro do país. Essa tributação tira a competitividade das nossas empresas, encarece as viagens domésticas em relação às internacionais, eleva os preços dos bilhetes como um todo e, muitas vezes, limita a conectividade aérea em localidades fora dos grandes centros. São Paulo, que concentra a maior parcela de embarques entre todos os estados brasileiros, encarece os abastecimentos domésticos com uma alíquota de 25% de ICMS. Pelo peso do estado, isso encare os custos de operação em todo o país.

A aprovação da proposta, além de reverter esse quadro, traz benefícios ambientais e tem o potencial de repor a arrecadação atual através de desenvolvimento, como, por exemplo, com o aumento do número de passageiros aéreos e aquecimento da atividade turística. Essa é uma das prioridades da aviação brasileira.

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Caixa reduz limites de financiamento para imóveis novos e usados

  • Escrito por Agência Brasil

chave imovelA Caixa Econômica Federal (Caixa) reduziu os limites de financiamento para imóveis novos de 90% para 80%, e usados de 70% para 60%.

A mudança abrange financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) - programa Minha Casa, Minha Vida e linhas Pró-Cotista e CCFGTS - e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE).

Segundo nota da Caixa, o objetivo é a “adequação em relação à política de alocação de capital do banco”. A instituição disse ainda que menos de 10% dos clientes que procuram o banco para realizar operações de financiamento serão afetados.

Nos financiamentos via FGTS regulados segundo a tabela SAC, caiu de 90% para 80% o limite para imóveis novos pelo Minha Casa, Minha Vida, Pró-Cotista e CCFGTS.

Ainda na tabela SAC, caiu igualmente de 90% para 80% o limite financiado com recursos do SBPE para imóvel novo, adjudicado, construção em terreno próprio ou aquisição de terreno e construção (servidor público) e imóvel adjudicado (demais clientes).

Por fim, em financiamentos regulados pela tabela Price, o limite para financiar imóvel usado caiu de 70% para 60% no Pró-Cotista e de 80% para 70% no CCFGTS.

Projeto quer proibir telemarketing de ligar para quem não quer ser incomodado

  • Escrito por Redação DiviCity.com

central de telemarketing

Tramita na Câmara Municipal um projeto de lei que busca dar fim às indesejadas ligações das empresas de telemarketing.

A proposta, de autoria do vereador Preto (DEM), determina que o Procon Municipal crie, gerencie, e divulgue um cadastro em que constariam os números bloqueados para esses tipos de chamadas.

A inclusão desses números seria feita pelos titulares da linha, junto ao Procon, podendo ser tanto pessoas físicas quanto pessoas jurídicas.

Empresas que tiverem acesso ao cadastro não poderão realizar as ligações 30 dias após a inclusão do número na listagem, sob pena de multa de R$5 mil por telefonema, em caso de descumprimento da determinação.

Para o vereador Preto, a implementação do projeto seria benéfico para ambas as partes, já que o consumidor deixaria de ser incomodado pelas ligações inoportunas, enquanto as empresas deixariam de gastar recursos com telefonemas para pessoas que não estão interessadas no produto.

Banner de viagensO projeto foi aprovado em 1º turno, na reunião da Comissão de Orçamento e Finanças Públicas, e aguarda votação em Plenário.

Especialista em Direito do Consumidor, o advogado Andrey Lorens destaca a importância da aprovação do projeto de lei, tendo em vista o bem estar do consumidor.

“A partir do momento em que você faz o cadastro da sua linha telefônica, ela é incluída em uma relação de números, os quais as empresas de telemarketing não tem autorização para ligar. Automaticamente você evitaria transtornos de receber ligações no final de semana ou à noite, oferecendo serviços que você já demonstrou previamente que não tem interesse. Então, a vantagem para a população seria evitar esse tipo de constrangimento, que é a principal reclamação”, diz.

O advogado também faz questão de ressaltar que a implementação da lei ainda auxiliaria diretamente no funcionamento do principal órgão de defesa ao Direito do Consumidor.

“Normalmente o telemarketing só liga para oferecer produtos que a população rejeita em sua maioria. Então, a nova legislação iria desafogar o Procon e torná-lo um órgão mais eficiente para realmente tratar problemas. O foco deveria ser cuidar de questões do consumidor que ele já tentou resolver e não conseguiu diretamente com a prestadora de serviço”, afirma Andrey Lorens.

EXEMPLOS

Em Joinville, em Santa Catarina, está em vigor desde setembro de 2016 bloqueio similar ao que está sendo proposto para Belo Horizonte. Na cidade catarinense, além das chamadas, os consumidores também tem a opção de restringir o recebimento de mensagens de SMS, de e-mails do tipo “spam”, e equivalentes. Ligações aos finais de semana também estão proibidas. No Paraná e em São Paulo também existem normas que regulam a atuação das empresas de telemarketing nesse sentido.

'Bolsa empresário' supera programas sociais

  • Escrito por Folha de SP

predio bndesUma expansão de gastos do governo nos últimos 14 anos premiou grandes empresas com subsídios que superaram os destinados a programas sociais.

Conhecidos como "bolsa empresário", esses recursos serviram para conceder crédito mais barato, prover garantias e até socorrer empresas ou setores inteiros.

Segundo o Ministério da Fazenda, de 2003 a 2016 os subsídios embutidos em operações de crédito e financeiras somaram quase R$ 1 trilhão –R$ 420 bilhões do total foram para o setor produtivo.

O valor superou o que o governo destinou a programas sociais (R$ 372 bilhões) no mesmo período e também àqueles ligados à agropecuária e que cumprem as duas funções (econômica e social).

Na lista de programas sociais subsidiados estão a subvenção nas contas de luz dos domicílios de baixa renda, o Minha Casa, Minha Vida e o Fies, cuja expansão acelerada virou alvo de preocupação e provocou uma revisão da política de financiamento do ensino superior.

Desde 2012, os subsídios às famílias ficaram sistematicamente abaixo do liberado às empresas que, mesmo sob Michel Temer, em 2016, seguiram mais relevantes.

No ano passado, a fatia dos recursos destinada às empresas representou mais da metade dos R$ 115 bilhões em subsídios financeiros –soma que equivale a quase três vezes o que o governo gastou com o Bolsa Família.

INVISÍVEIS

300x250 Menina AviadoraO crescimento mais acelerado dos subsídios ocorreu a partir de 2011, após a posse de Dilma Rousseff (PT), principalmente dos chamados subsídios implícitos.

Esses gastos são feitos sem autorização do Congresso e, por isso, passam à margem do controle das metas fiscais.

Eles são usados para reduzir as taxas de juros em linhas de crédito oficiais, mais baixas do que as disponíveis no mercado, e saltaram de R$ 23 bilhões, em 2010, para R$ 78 bilhões, no ano passado.

Os gastos implícitos geraram um efeito danoso à economia porque, de maneira silenciosa, sem passar pelo Orçamento, ajudaram a engordar a dívida bruta, que subiu de 52% em 2010 para 73% do PIB neste ano. Um dos resultados disso para a população é o aumento dos juros básicos.

Uma das hipóteses para a expansão desses "gastos invisíveis" sob Dilma foi a adoção de uma estratégia de seguir com estímulos ao setor produtivo, apesar de um contexto menos favorável às contas públicas, quando as receitas começaram a moderar.

Em estudo recente, os economistas Sérgio Gobetti e Rodrigo Orar, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), afirmam que os subsídios e as desonerações consumiram, a partir de 2011, um espaço nos gastos federais antes ocupado pelo investimento público.

"Imaginava-se que, com isso, os investimentos privados aumentariam mais rapidamente, o que não ocorreu", diz Gobetti. "Não aumentaram os investimentos, e sim os subsídios. Foi uma aposta arriscada e de alto custo."

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