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professora jucelia almeidaUma das classes mais prejudicadas pelo estado – e infelizmente uma das que mais pede mais estado – é a classe de professores. Com exceção dos professores universitários estatais com salários acima de 10 mil reais, a ampla maioria dos professores brasileiros trabalham para o estado ganhando baixos salários, têm que trabalhar em escolas com precárias condições de ensino e sofrem todo tipo de pressão de diretores e demais burocratas da educação. A solução para este problema é haver mais participação privada no setor – com o fim do controle estatal sobre as escolas privadas e a isenção de todos os impostos pagos pelas mesmas – para que mais pessoas tenham acesso à educação privada e realmente de qualidade, aumentando a concorrência no setor e elevando os salários e condições de ensino dos professores no médio / longo prazo. Quando uma instituição detém praticamente um monopólio de um setor – com o estado detém o monopólio da educação fundamental e média no Brasil, e ainda regula fortemente as poucas escolas privadas que tentam competir – a preocupação com a qualidade do serviço prestado e com os profissionais que prestam o serviço é sempre nula.

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Um exemplo de como o estado deveria ser considerado o maior inimigo dos professores aconteceu em Aracaju, Sergipe. A professora Jucélia Almeida, de 45 anos, lecionava na rede estadual e foi encontrada morta em seu apartamento no último domingo (03). Antes de tirar a própria vida, ela deixou uma carta relatando os problemas que enfrentou durante um ano. Após três meses sem receber salário, a professora chegou a desenvolver diversos problemas de saúde.

Em entrevista para a mídia local, a irmã de Jucélia afirma que ela morreu por causa do estado: “Desde o mês de março minha irmã estava de licença médica, com laudo da perícia; ela estava debilitada e foi cuidar da saúde. Sofria com frequência assédio moral por parte da diretora da escola em que trabalhava”, relatou Gilzete, irmã de Jucélia. “Quando a minha irmã tentou receber o salário do mês de março, o dinheiro estava bloqueado. Ela procurou ajuda em várias entidades, mas ninguém a ouviu. O estado matou a minha irmã.”, completou Gilzete.

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