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Vizeu faz dois gols e brilha em vitória do Fla sobre o Atlético-MG

Flamego e Atletico campeonato brasileiroLeandro Damião que se cuide. Perto de ser anunciado como reforço do Flamengo, o centroavante terá concorrência forte para jogar. Além do titular Guerrero, o jovem Felipe Vizeu mostrou neste domingo que merece ser levado em conta. Oportunista, ele marcou os gols da vitória rubro-negra por 2 a 0 sobre o Atlético-MG, em Brasília, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. A derrota encerrou sequência de cinco jogos sem perder que o Galo tinha no torneio.

ARTILHEIRO

Agora, Vizeu tem quatro gols na competição. Apesar de reserva, o garoto de 19 anos é o artilheiro do Flamengo na competição. Guerrero, por exemplo, marcou uma vez. Contra o Galo, o centroavante mostrou estrela: superou Victor num chute cruzado e depois se antecipou a Erazo para definir o triunfo.

OS 90 MINUTOS

Até o momento do primeiro gol de Vizeu, o Flamengo foi superior. Conseguiu encurralar o Atlético no campo de defesa e atacou com perigo. Depois, porém, o Galo reagiu e, aos poucos assumiu o protagonismo do jogo. Robinho era a principal ameaça e levava vantagem sobre a marcação, mas o time mineiro, há cinco jogos sem perder, pecava na finalização.

Quem estava com a mira em dia era Vizeu. Num segundo tempo mais brigado, ainda com o Atlético-MG pressionando no ataque, o garoto definiu a partida em lance típico de centroavante, ao se antecipar a Erazo em cruzamento de Fernandinho e ampliar o placar. Resta saber se a atuação vai melhorar a situação do menino no elenco: com Damião e Guerrero, será a terceira opção para o ataque.

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AZAR DO GALO

Um dos principais nomes do Galo, Cazares não atuou. O jogador estava confirmado como titular, mas sentiu desconforto muscular no aquecimento e foi substituído por Patric. Durante a partida, a equipe perdeu também Marcos Rocha, que caiu de mau jeito e sofreu luxação no cotovelo direito.

TABELA

A vitória colocou o Flamengo provisoriamente na quarta posição, com 23 pontos. O time pode ser ultrapassado ainda por Santos (22), Internacional (20) e Atlético-PR (20). O Galo permaneceu com 20 pontos, na nona colocação. 154

AGENDA

No próximo sábado, o Flamengo joga o clássico contra o Botafogo, na Arena Botafogo, na Ilha do Governador (Rio de Janeiro). O Atlético-MG recebe o Coritiba no Independência na outra segunda-feira, dia 18.

É campeão! Atlético-MG vence Corinthians e conquista o Torneio da Flórida

atletico no florida cupNo reencontro entre os dois principais clubes brasileiros de 2015, o Atlético, vice-campeão da Série A e com a base do ano passado, superou o Corinthians, que ainda sofre com um processo de desmanche. Em Boca Ratón, pela Florida Cup, o clube mineiro comandado por Diego Aguirre venceu por 1 a 0, gol do recém-contratado Hyuri, atacante revelado pelo Botafogo.

Em um primeiro tempo no qual mostrou maior organização, fruto do entrosamento pela manutenção da base vice-campeã nacional em 2015, o Atlético-MG também sofreu. Mesmo desmontado com as saídas de quatro titulares (Ralf, Renato Augusto, Jadson e Love), Tite organizou o Corinthians em campo e até assustou Victor; Romero, em cabeçada, acertou o travessão.

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O Atlético, mais solto e à vontade em campo, também carimbou a trave com Pratto. Mas foi um reserva que decidiu o confronto em Boca Ratón; ou melhor, dois atletas oriundos do banco. Logo aos 13min da etapa final, Cazares descolou um belo passe para Pratto, que apenas rolou para Hyuri tocar para as redes.

Dois novos nomes, duas novas opções para Aguirre, que inicia a temporada com o título da Florida Cup – com seis pontos e quatro gols de saldo, nenhum clube pode alcançar o Atlético.

Tite, por sua vez, também usou o segundo tempo para promover testes. O recém-contratado Marlone e o novo/velho reforço Mendoza entraram na Flórida; o antigo meia do Sport, pelo menos neste primeiro teste, exerceu função parecida a de Jadson, transferido para o futebol chinês.


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Cruzeiro é terceiro clube do país que mais vende camisas; Galo é o 6º

  • Escrito por O Tempo
  • Categoria: ESPORTES
  • Acessos: 1541

camisa cruzeiroMesmo estando em uma má fase no Campeonato Brasileiro e sem vencer nenhum título na atual temporada, o Cruzeiro é o terceiro clube do país que mais vende camisas, de acordo com o ranking divulgado pela Netshoes- loja virtual especializada em venda de artigos esportivos. Na frente da Raposa estão Flamengo e São Paulo.

Completam o top 5 a seleção brasileira e o Corinthians. Já o Atlético é o sexto no comércio de uniformes.

O time celeste também lidera as vendas em Minas Gerais. Em segundo lugar vem o Fla, seguido do Atlético. O Galo, porém, é o segundo time que mais vende camisas no Espírito Santo.

Leia também: Camisa do Cruzeiro é eleita a mais bonita do futebol brasileiro

Outras equipes destaque no comércio de uniformes são do futebol inglês: os "xarás" Manchester United e City. O Red Devils é líder de vendas no Acre, enquanto o manto dos "Citizens" é o terceiro mais comprado pelos fãs de esporte no Espírito Santo.

A pesquisa do Netshoes usou dados de vendas entre 1° de janeiro e 31 de julho de 2015 e não credita o marketing share.

Ranking da Centauro põe Galo na liderança

A difícil missão de contar a (real) história dos atletas olímpicos do Brasil

  • Escrito por El Pais
  • Categoria: ESPORTES
  • Acessos: 1522

Katia RubioO que leva alguém a mentir sobre o seu passado e a inventar que participou de uma Olimpíada, mesmo correndo o risco de ser desmascarado? Essa é a pergunta que a pesquisadora Katia Rubio, 52 anos, professora da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora da mais completa pesquisa já feita sobre a trajetória olímpica do Brasil, pretende responder agora.

Nos últimos quinze anos, Rubio, doutora em psicologia social, envolveu em seu trabalho 70 profissionais que ouviram mais de 1.300 atletas de várias modalidades e gerações, tudo para para pôr de pé o livro Atletas Olímpicos Brasileiros (648 páginas, Editora SESI-SP). A obra reúne 1.796 histórias de esportistas que participaram de ao menos uma edição olímpica entre 1900 e 2012 —entre eles, os 342 medalhistas do país, número que considera os esportes coletivos (o Brasil conquistou 109 medalhas em Jogos). O extenso compêndio foi lançado no final de agosto e, apenas um dia depois, Rubio foi alertada que duas histórias relatadas no livro eram falsas. “E esses não foram os únicos casos. A diferença é que, nos outros, nós conseguimos descobrir a verdade a tempo”, conta ela.

A pesquisadora conversou com a redação em duas ocasiões —antes de os nomes dos falsos olímpicos vazarem na imprensa e depois da repercussão. Embora Rubio tenha tentado manter em sigilo as identidades dos personagens, acabou-se relevando que se tratavam de dois nomes conhecidos do esporte nacional. A ex-nadadora Christiane Paquelet, então diretora cultural do Comitê Olímpico do Brasil (COB), disse ter ido aos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972. Já o ex-nadador José Carlos dos Santos, o Zequinha, contou ter ido às Olimpíadas de Moscou em 1980, e era membro do Instituto Atleta Rubro Negro, do Flamengo. Paquelet acabou pedindo demissão do COB após o episódio. Posteriormente, ambos se desculparam, mas não conseguiram explicar o porquê das mentiras, que Rubio classifica como a formação de uma “falsa memória”.

No último segundo a seleção feminina de handebol bate França com golaço do meio da quadra

selecao brasileira de handbol golAssim como fizera na primeira rodada, com um gol salvador no último segundo de jogo, novamente o Brasil operou um milagre no finalzinho de uma partida. Desta vez, a autora da façanha foi Dara, que marcou um gol do meio da quadra que deu à seleção brasileira a vitória por 21 a 20 sobre a França. Com esse resultado, o time comandado por Morten Soubak terminou a primeira fase como líder do Grupo C, com um empate (com a Coreia do Sul) e quatro vitórias (sobre República Democrática do Congo, Alemanha, Argentina e França). Na próxima rodada, o Brasil vai jogar por vaga nas quartas de final com a Romênia, que se classificou como quarta colocada do Grupo D.

No desespero, a França foi ao ataque com uma goleiro-linha, que fez o gol de empate a sete segundos do final. Com esse resultado, a França, com saldo de gols melhor, terminaria a fase como primeira colocada do Grupo C. O Brasil reiniciou o jogo novamente. A goleiro-linha foi para o banco, para fazer a substituição, mas Dara recebeu a bola no meio da quadra e arremessou. A bola entrou a três segundos do fim.

Jogando com inteligência, e garantido atrás pelas boas defesas da goleira Babi, o Brasil abriu 5 a 2 no começo da partida.

A exclusão (por dois minutos) de Duda, jogadora fundamental no esquema brasileiro, deu oportunidade à França de chegar ao empate em 5 a 5.

Mas o Brasil continuou jogando com tranquilidade, com destaque para Ana Paula, que segurava a bola, com inteligência, quando a marcação dificultava os passes. Em jogadas individuais, a armadora central maranhense fez jogadas que resultaram em gols valiosos. O Brasil foi para o intervalo com vantagem de dois gols (11 a 9). Na volta, a França voltou marcando melhor e, aos poucos, conseguiu igualar o marcador.

Atlético se despede com goleada, confirma segundo lugar e premiação de R$ 6, 3 milhões

galo contra chapecoenseA torcida compareceu – mais de 32 mil pagantes - e o Atlético correspondeu na despedida da temporada. O Galo venceu a Chapecoense, por 3 a 0, neste domingo, no Mineirão, e confirmou o segundo lugar no Campeonato Brasileiro. Os gols foram de Thiago Ribeiro, Leonardo Silva e Patric. Como vice-campeão, o time alvinegro garantiu a premiação de R$ 6,3 milhões, um alento para a diretoria visando à próxima temporada.

Com 69 pontos, o Atlético terminou o Brasileiro à frente do Grêmio, que derrotou o Joinville, fora de casa, e ficou com 68. Nem foi preciso torcer contra o Tricolor. Com a torcida a favor, o Galo ganhou impulso para buscar o vice-campeonato e consolidar a boa campanha no campeonato. Além de encerrar a temporada com o bolso mais cheio, já que, se terminasse em terceiro, receberia R$ 4,3 milhões.

O jogo contra a Chapecoense foi o último do técnico interino Diogo Giacomini à frente da equipe mineira. Ele voltará a se dedicar ao time de juniores, e entregou o comando com o dever cumprido. O novo treinador, o uruguaio Diego Aguirre, acompanhou a partida em um dos camarotes do Mineirão, ao lado de parte da comissão técnica. Ele foi saudado pela torcida, que no entanto não deixou de homenagear o antigo comandante, Levir Culpi, que deixou o clube, com faixas com a frase ‘Obrigado, Levir’.

O jogo

Mal o jogo começou e o Galo já estava pressionado pelo Grêmio, que logo abriu o placar diante do Joinville. Com a vitória parcial do Tricolor, o Atlético também precisava buscar o gol. A torcida compareceu em ótimo número ao Mineirão e deu o apoio. Mas o time alvinegro demorou um pouco a encaixar, mesmo diante de um adversário muito desfalcado como a Chapecoense.

O time do Sul tinha a tática de se fechar na defesa e sair em velocidade, para pegar a defesa atleticana desprevenida. O Galo abusou dos passes laterais, já que encontrava dificuldade para penetrar na área rival. Com Lucas Cândido, o time ganhou em qualidade no passe, mas em compensação o poder de marcação não era o mesmo. E era nisso que apostavam os visitantes.

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As chances não foram muitas, pois o chamado ‘último passe’ era o problema. Luan pegou rebote de fora da área e arriscou. A bola passou à direita do gol, com perigo. Em seguida, Thiago Ribeiro, sem marcação, desperdiçou oportunidade incrível depois de cruzamento de Marcos Rocha. A Chapecoense assustou em alguns ataques. Mas não caprichou nas finalizações.

Quando o primeiro tempo caminhava para o fim, o Galo desencantou. Aos 38min, Giovanni Augusto descobriu Thiago Ribeiro na área. O atacante dominou e, com o goleiro já desequilibrado, apenas tocou para as redes: 1 a 0. A torcida, finalmente, explodiu e o time ganhou mais tranquilidade, independentemente do resultado do Grêmio.

Goleada

E essa tranquilidade foi o ponto-chave para o Atlético deslanchar em campo e construir a goleada. Logo aos 5min, Leonardo Silva comprovou a aptidão ofensiva e ampliou o placar em cabeçada precisa, depois de cobrança de escanteio: 2 a 0. Os alvinegros comemoraram mesmo com o segundo gol gremista, na Arena Joinville.

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A Chapecoense não se intimidou com o segundo gol do Galo. Mostrou valentia e atacou para ao menos diminuir a desvantagem. Mas não conseguiu superar Victor. Com 2 a 0 no placar, o Atlético não abriu mão da força ofensiva. Pelo contrário, queria mais. E o terceiro saiu aos 22min, em bela triangulação entre Marcos Rocha e Lucas Pratto. O lateral tocou a Patric, que emendou de primeira e tocou fora do alcance de Nivaldo: 3 a 0.

O técnico interino Diogo Giacomini aproveitou para utilizar jogadores que não atuaram com frequência. Rafael Carioca deixou o campo para a entrada de Eduardo, que por pouco não deixou a marca. Em seguida, Giovanni Augusto e Lucas Pratto foram substituído por Cárdenas e Carlos, respectivamente. Apesar de alguns tropeços ao longo do Brasileiro, a torcida reconheceu a boa campanha e aplaudiu a equipe, vislumbrando uma temporada positiva em 2016.

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