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POLÍCIA

Após ler mensagem no Facebook, mulher mata marido a facadas no PR

  • Escrito por R7
  • Categoria: Polícia
  • Acessos: 836

homem morto facebookUma mulher matou o marido a facadas por causa de uma mensagem na rede social da vítima, na cidade de Paranaguá, no litoral do Paraná, na última sexta-feira (29). A suspeita está presa.

De acordo com a polícia, Adner Dubiela, de 26 anos, havia bebido e discutido com a mulher, Hellen Eiglmeier Mendes, também de 26.

Por volta de 5h30, ela pegou uma faca para se defender e acabou acertando o companheiro no peito. No entanto, o exame do Instituto Médico Legal prova que a mulher teria intenção de matar, devido à profundidade e a força do golpe. O corpo foi encontrado no chão da sala da casa, situada no bairro Palmital.

A briga do casal teria começado depois que Hellen flagrou uma conversa suspeita no Facebook do companheiro, ainda segundo a polícia.

Hellen está presa na Delegacia de Paranaguá e se diz arrependida do que fez. O casal tem um filho de dois anos.

Sergio Moro: Perdeu, corrupção

  • Escrito por Época
  • Categoria: Polícia
  • Acessos: 912

Juiz Sergio MoroNo dia 12 de dezembro de 2014, uma sexta-feira, um funcionário da companhia aérea TAM anunciou um nome no alto-falante do aeroporto Afonso Pena, em Curitiba: “Sergio Fernando Moro, por favor, compareça ao balcão”. Vestindo camiseta esportiva de microfibra, calça e tênis, o juiz passou incólume pelo anúncio. Não foi abordado por ninguém. Não distribuiu autógrafos. Era apenas mais um passageiro. Não que sua atuação na 13ª Vara da Justiça Federal, àquela altura, fosse desprezível. Ao contrário, aquele ano inteiro havia sido de intensa atividade de Moro e dos procuradores do Ministério Público Federal. Na véspera de ter seu nome chamado ao balcão do aeroporto, uma entrevista dos procuradores detalhara a denúncia contra 36 implicados na Lava Jato, presos semanas antes por ordem de Moro – entre eles, alguns dos mais importantes empresários do Brasil. Mas o que Moro faria ao longo de 2015 seria ainda mais surpreendente. E o levaria não só a um novo patamar de notoriedade, como tiraria a luta contra a corrupção do plano da utopia. Hoje, Moro não anda tranquilamente por ruas e aeroportos; congratulações e selfies viraram rotina. É o bônus – ou o ônus, para um homem avesso à fama – de personificar a maior investigação de um caso de corrupção da história.

No fim de novembro, em uma palestra no IX Fórum da Associação Nacional de Editores de Revistas, a Aner, Sergio Moro admitiu que estava muito cansado. Duas semanas depois, a Justiça Federal divulgara um relatório que explicava parte de sua exaustão: Moro condenou, desde o início de 2014, 57 réus em processos derivados da Lava Jato. Somadas, as penas chegam a 680 anos, oito meses e 25 dias. Leu, releu e estudou dezenas de processos enormes. Em conjunto com a força-tarefa de procuradores que atua no Paraná, Moro botou em prática o que o cidadão comum sempre esperou da Justiça: a ideia de que ela é igualitária e está pronta a fisgar tanto tubarões quanto lambaris. Mandou para a cadeia desde desconhecidos até políticos, enormes empresários e até um banqueiro. Moro combateu a corrupção, um desejo expresso em todos os cantos, desde as conversas entediantes nas ruas até discursos cínicos de políticos. Pelos resultados de sua cruzada, Moro foi o personagem de maior destaque no Brasil em 2015.

Ministério Público impede festa que prometia 'rodízio de mulheres', no PR

  • Escrito por G1
  • Categoria: Polícia
  • Acessos: 1081

cartaz festa sexo paranaO Ministério Público do Paraná (MP-PR) em Santo Antônio do Sudoeste impediu a realização de um evento que prometia uma “noite de rodízio” de mulheres. O anúncio do evento que seria realizado nos dias 10 e 11 de dezembro destacava que cada cliente pagaria R$ 200 para entrar e poderia “consumir quantas garotas aguentar”.

A denúncia foi feita pelo movimento Marcha Mundial das Mulheres ao Núcleo de Promoção de Igualdade de Gênero (Nupige), o que levou a promotoria a abrir um inquérito para apurar o caso e tomar providências para evitar o crime de exploração sexual de mulheres.

“A princípio, a proposta era impedir que a festa acontecesse, agora as investigações devem prosseguir a fim de levantar se o local registrado como hotel e casa de shows vinha explorando mulheres sexualmente”, comentou o promotor responsável pelo caso, Bruno Henrique Príncipe França. “A princípio o dono negou que realizaria o evento e alegou que foi alvo de fraude.”

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Por enquanto, completou França, não há provas de que o panfleto tenha sido impresso e distribuído, apenas há indicios de que tenha circulado pela internet e aplicativos de mensagens de celular.

Além de proibir a festa e a realização de outros eventos que incentivem a prática deste tipo de crime, o MP deu prazo de três meses para que o proprietário providencie o auto de vistoria do Corpo de Bombeiros e providencie um novo alvará de funcionamento, já que o que apresentou tinha falhas como número de CNPJ inexistente.

Ainda segundo o promotor, a ação do MP neste caso “não vai contra as mulheres que tiram proveito do próprio corpo para obter algum tipo de renda, mas a terceiros que se aproveitam da situação para explorá-las sexualmente”.


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Minha Casa Minha Vida é alvo de mais de 300 inquéritos

minha casa minha vidaNos moldes de esquema de corrupção revelado pela Operação Lava-Jato, o maior programa de habitação popular do país, o Minha Casa Minha Vida, tem sofrido com organizações criminosas de empreiteiras de médio porte que se associam em cartéis para burlar concorrências, superfaturar obras, repassar propinas a agentes públicos e irrigar campanhas políticas com desvio de verba pública. A Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União já descobriram quatro casos como esse em três estados. As fraudes ao programa, cujo orçamento já atingiu R$ 278 bilhões, são tantas que provocaram a abertura de mais de 300 ações, de acordo com um levantamento feito pelo grupo de trabalho do MPF dedicado ao tema. As denúncias envolvem ainda irregularidades na escolha de beneficiários, custo excessivo, baixa qualidade de casas, repasses de dinheiro público sem o cumprimento dos serviços ou mesmo sem garantia.

— Vemos que o programa abriu portas para a corrupção e o gasto desenfreado de dinheiro público — afirma Edilson Vitorelli, procurador-chefe do grupo de trabalho sobre o Minha Casa.

Identificamos o enredo no Rio Grande do Sul, no Acre e em Minas Gerais, estados onde projetos investigados somam mais de 4 mil unidades.

Delcídio interrompeu depoimento à PF após saber de críticas de Lula

  • Escrito por G1
  • Categoria: Polícia
  • Acessos: 741

Delcidio AmaralO líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), se "descontrolou completamente" ao ser informado que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o havia criticado na tarde desta quinta-feira (26), segundo relatos repassados à GloboNews. A declaração de Lula foi mostrada a Delcídio durante o depoimento que ele prestou à Polícia Federal (PF) em Brasília, onde o parlamentar está preso.

De acordo com os jornais "Folha de S. Paulo" e "Estado de S. Paulo", Lula havia afirmado, em almoço na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que o líder do governo fez uma "coisa de imbecil", em referências às acusações de que Delcídio estava atrapalhando os trabalhos da Operação Lava Jato.

Segundo os jornais, Lula se disse perplexo com a "grande burrada" cometida por Delcídio. O Instituto Lula negou via assessoria de imprensa que o ex-presidente tenha dado as declarações.

No relato passado à GloboNews, assim que mostraram as declarações de Lula, Delcídio se "descontrolou completamente" e o advogado do senador teve que interferir, o que suspendeu o depoimento.

De acordo com relatos, por esse motivo, Delcídio não chegou a ser questionado sobre o trecho da gravação telefônica em que sugere para o filho de Nestor Cerveró uma fuga do ex-diretor da Petrobras para a Espanha via Paraguai. A gravação serviu de base para a Procuradoria Geral da República pedir a prisão do senador.

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Procurado pelo G1, o advogado de Delcídio do Amaral, Maurício Leite, disse que estava em uma reunião e que retornaria às ligações. O G1 aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Em nota, a assessoria de Delcídio disse que ele tem o propósito de provar sua inocência. Segundo a assessoria, o parlamentar "encontra-se abatido, porém, sereno e concentrado", formulando sua defesa com os advogados.

No mesmo comunicado, a assessoria do parlamentar diz que o depoimento dado nesta quinta por ele à Polícia Federal "é apenas parte dos esclarecimentos a serem prestados" e que "quaisquer considerações sobre os mesmos também ocorrerão após sua conclusão".

Depoimento de Delcídio

Ouça a gravação que levou o Senador do PT Delcídio Amaral para a cadeia

O senador Delcídio Amaral (PT-MS) foi preso nesta manhã pela Polícia Federal (PF). Ele estaria tentando atrapalhar as investigações da Operação Lava-Jato. Outras pessoas também foram detidas nesta manhã, como o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual. Esteves estava em seu apartamento no Rio de Janeiro.

Delcidio Amaral PresoA Polícia Federal deteve ainda o chefe de gabinete de Delcídio e o advogado criminalista Edson Ribeiro, que defende o ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró, preso desde 14 de janeiro em uma das fases da Lava-Jato.

A prisão de Delcídio foi deteminada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). Há autorização para buscas na casa do petista em Mato Grosso do Sul e em seu gabinete em Brasília.

Delcídio havia sido citado pelo ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, que o acusou de participar de um esquema de desvio de recursos envolvendo a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA. O senador teria até mesmo oferecido possibilidade de fuga a Cerveró em troca de ele não aderir ao acordo de colaboração com a Justiça, revelando as irregularidades da operação. A conversa foi gravada por um filho de Cerveró.

Esteves, por sua vez, teria tentado impedir que Cerveró fizesse acordo de delação premiada ou não mencionasse seu nome e de Delcício nos seus depoimentos. O senador teria oferecido dinheiro para comprar o silêncio de Cerveró e Esteves seria o responsável pelo repasse dos recursos.

Leia também: Lava Jato acaba com a impunidade histórica dos milionários do Brasil

O BTG Pactual confirmou a prisão de seu presidente e disse, por meio de nota, que vai colaborar com as investigações. “O BTG Pactual esclarece que está à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e vai colaborar com as investigações”, informou a instituição.

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