Menu
TwitterFacebookPinterestGoogle+

feed-image Siga o DiviCity.com

A triste geração que tudo idealiza e nada realiza

adolescentes no celularDemorei sete anos (desde que saí da casa dos meus pais) para ler o saquinho do arroz que diz quanto tempo ele deve ficar na panela. Comi muito arroz duro fingindo estar “al dente”, muito arroz empapado dizendo que “foi de propósito”. Na minha panela esteve por todos esses anos a prova de que somos uma geração que compartilha sem ler, defende sem conhecer, idolatra sem porquê. Sou da geração que sabe o que fazer, mas erra por preguiça de ler o manual de instruções ou simplesmente não faz. Sabemos como tornar o mundo mais justo, o planeta mais sustentável, as mulheres mais representativas, o corpo mais saudável. Fazemos cada vez menos política na vida (e mais no Facebook), lotamos a internet de selfies em academias e esquecemos de comentar que na última festa todos os nossos amigos tomaram bala para curtir mais a noite. Ao contrário do que defendemos compartilhando o post da cerveja artesanal do momento, bebemos mais e bebemos pior.

Entendemos que as BICICLETAS podem salvar o mundo da poluição e a nossa rotina do estresse. Mas vamos de carro ao trabalho porque sua, porque chove, porque sim. Vimos todos os vídeos que mostram que os fast-foods acabam com a nossa saúde – dizem até que tem minhoca na receita de uns. E mesmo assim lotamos as filas do drive-thru porque temos preguiça de ir até a esquina comprar pão. Somos a geração que tem preguiça até de tirar a margarina da geladeira.

Preferimos escrever no computador, mesmo com a letra que lembra a velha Olivetti, porque aqui é fácil de apagar. Somos uma geração que erra sem medo porque conta com a tecla apagar, com o botão excluir. Postar é tão fácil (e apagar também) que opinamos sobre tudo sem o peso de gastar papel, borracha, tinta ou credibilidade.

39 anos, esta é a idade em que as pessoas traem mais

homem com marca de batom no colarinhoNão dá para prever uma traição, mas a ciência bem que tenta: algumas pesquisas dizem que quem tem um pênis maior tem mais chances de ser traído; outras tentam emplacar a "fórmula genética" dos traidores.

E agora, mais um possível truque: quem está no último ano de cada década da vida (29, 39 e 49 anos) é duas vezes mais propenso a dar uma chifrada no parceiro.

A sacada é do site de paquera adúltera mais popular do Reino Unido, o Illicit Encounters, um dos maiores portais desse tipo do mundo. Em um relatório, o site publicou dados de mais de uma década de existência (o site abriu em 2003), onde dá para perceber que 39 é a idade em que os usuários mais se cadastram no site, seguida dos 49 e dos 29.

Pode parecer bobagem, mas a "idade do chifre" tem base na ciência. Em 2014, as Universidades de Nova York e da Califórnia publicaram uma série de estudos sociológicos que investigavam o comportamento das pessoas em idades de virada de década - e uma das descobertas dos cientistas foi justamente que quem estava nessas faixas etárias traía mais do que nas demais idades.

Lula poderia ter virado um Mandela. Mas acabou como um Dirceu

lula ladraoNum julgamento, a verdade não tem importância. Você precisa de uma história que funcione – seja ela real ou inventada. Se você é inocente e não tem uma história boa para selar essa inocência, acabou: o júri vai achar que você é culpado. Se você é culpado e tem uma história bacana, estará livre.

Isso é a lógica da Justiça. Uma lógica deturpada, mas é a única que temos.

Vamos ao caso Lula agora. Os fatos: Lula não é o proprietário formal do sítio em Atibaia. Não há escritura em nome dele. Mas, segundo um dos proprietários formais, tudo o que tem dentro do sítio pertence a Lula. Esse dono formal chama a propriedade de “sítio da dona Marisa”. Sítio que foi severamente reformado pela OAS, de Leo Pinheiro, de quem Lula é amigo.

Aí tem o triplex. O apartamento foi quitado e reformado pela mesma OAS para a família Lula, sempre sob a supervisão do ex-presidente e de dona Marisa, filmados, fotografados e testemunhados no edifício diversas vezes (de resto, se o elevador e a cozinha de R$ 350 mil não eram para eles, para quem era? Ninguém reivindicou a posse desses bens).

De qualquer forma, Leo Pinheiro já confessou: as reformas em Atibaia e no Guarujá foram dois favores da OAS em troca do trabalho de Lula como lobista da empresa no exterior. Não há crime em ser lobista de empreiteira – Lula era um cidadão livre, podia trabalhar para quem quisesse, ainda mais no exterior, onde ele não pode usar seu poder político, só sua influência como celebridade internacional.

O problema é que a OAS tinha contratos superfaturados com a Petrobras. Era uma empresa criminosa. Para todo os efeitos, trabalhar como lobista para ela fora do país equivalia a cuidar de uma rede de postos de gasolina cujo dono é Marcola, o chefe do PCC. Não é crime gerenciar posto de gasolina. É um negócio lícito. Mas se a rede de postos for do PCC, é fria.

Tanto era fria que Lula sempre cuidou de não ter uma escritura do sítio de Atibaia em seu nome, e negou qualquer ligação com o triplex quando a história veio a público.

Botões de amor e ódio no Face

novos botoes de curtir no facebookComo alertara o ululante conselheiro Acácio, existem mais reações e sentimentos no mundo do que supõem os botões do Facebook.

O menino Mark Zuckerberg continua econômico em matéria de curtição, sinceridade ou zoeira. No que obriga o cronista de costumes, banal no último, a seguir com sugestões para enriquecer a edificante rede social responsável pelo maior número de intrigas entre colegas de trabalho, tretas de amigos, demissões na firma, arranca-rabos de vizinhos, alterações no serpentário dos parentes e barracos no relacionamento — do tipo sério ou do tipo fuleiro.

Sem se falar no mal maior nos lares doces lares: a capacidade do usuário do Facebook deixar o arroz queimar no fogo. Coitado do meu saudável sete grãos, tudo sempre perdido.

Melhor serventia teria se eu cedesse a panela de alumínio ao nobre vizinho para os seus protestos contra Dilma e o sapo barbudo. Coitado. Ele não pode continuar estragando as suas Mauviel, Garcima, Gordon Ramsay e outros tantos utensílios de grife com esse governo sem classe. Chupa, Tramontina!

Roupa suja

Você precisa ler este texto sobre o que é o amor

o amorO texto “Amor completo” foi um dos maiores virais do Facebook nas últimas semanas. O BuzzFeed Brasil entrevistou o autor, Ique Carvalho, que está impressionado com a repercussão: “Está sendo uma loucura.”

Escritor e publicitário, Ique publicou “Amor Completo” em 9 de junho em seu blog “The Love Code”. No dia 16, Daniel Gonçalves reproduziu o texto no Facebook. Até esta segunda-feira (29), a publicação tinha mais de 300 mil curtidas e 170 mil compartilhamentos na rede social. Com autorização do autor, publicamos abaixo o texto na íntegra, sem edição, ilustrado com fotos de seu Instagram.

Leia a íntegra de “Amor completo”:

Em junho de 2013, poucos dias antes do dia dos namorados, minha namorada terminou comigo. Eu fiquei sem entender. Voltei pra casa e durante todo o caminho me perguntava: “Por que?”.

A única coisa que vinha na minha cabeça era a voz dela dizendo: “Eu amo você”. Eu passei um mês sofrendo procurando respostas para o que estava acontecendo.

Um dia, entrei no quarto do meu pai chorando e perguntei: “Pai, ela dizia que me amava. Então, por que ela terminou comigo?”. Ele respondeu: “Meu filho, Quando alguém entra na sua vida e depois de algum tempo vai embora, pode ser qualquer coisa menos amor”.

Eu disse: “Não da para entender. Um dia, existe amor e no outro tudo acabou”. Ele respondeu: “Você nunca vai superar seus traumas se continuar procurando no amor uma lógica. Construa uma nova história”.

Eu perguntei: “E de onde vem essa força pra começar algo novo?” Ele respondeu: “Não se preocupe com isso. Todo começo vem de um final”.

Pais rodam 28.000 km para mostrar o mundo ao filho de 4 anos

Pai viaja o mundo de moto com a famíliaParece história de cinema, mas não é:

No verão de 2015, o casal Mihai Barbu e Oana decidiu levar seu filho Vladimir (de 4 anos) numa viagem de moto que durou quatro meses, percorrendo 41 países e 28.000Km (!).

A moto, batizada de “Zair”, é uma Ural Ranger equipada com sidecar. As imagens são de tirar o fôlego e transportar a alma para um lugar que não reconheceríamos como nosso planeta.

Quão sortudo é este pequeno garoto?

Banner Zeos Travelling

Notícias de DiviCity

Tecnologia

Seções

Redação

Baladas

REDES SOCIAIS