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menina viajando sozinha“E se eu não conseguir me sustentar? E se não der certo? E se eu só perder tempo e dinheiro?”

Essas são algumas das dúvidas e perguntas que aparecem na mente de pessoas pensando em largar tudo e tentar a vida fora do país. Todos dias ouço ou vejo alguém comentar que está indo ou que pensa em sair.

Sinceramente é uma decisão bem difícil. E muitos cometem alguns erros bem bobos na hora de tentar a vida fora.

Eu passei boa parte da minha vida adulta morando fora. Espero que isso não soe esnobe nem nada, mas é pra você ver que eu tenho experiência pra falar do assunto e ajudar você:

Foram 6 meses em Londres…
3 na Itália…
8 em Sydney, na Austrália…
1 ano viajando pelo sudeste da Ásia…
2 anos em Barcelona…
3 meses na América Central…
E agora escrevo esse artigo pra você de Vancouver, no Canadá.

Como eu fiz isso?

Pra explicar quero primeiro mostrar 5 erros comuns que vejo as pessoas cometendo. Depois em seguida quero mandar pra você o link de acesso para uma história bacana de um conhecido meu, o Fillipe, que resolveu um dos maiores problemas em quem tenta a vida fora:

Conseguir se sustentar e ganhar dinheiro enquanto mora em outro país.

Já adianto: não foi conseguindo trabalho no país que ele foi nem nada disso. Foi até algo mais simples.

Antes de você dar uma olhada nele, preste bem atenção nesses erros bobos que vejo muitos cometendo quando pensam em morar fora:

#1 Achar que tudo será lindo e maravilhoso

Morar fora é bom e tem suas vantagens. Mas não se engane: todo país – repito, todo país – tem seus problemas. Alguns melhores, outros piores.

Pra mim mesmo com todos problemas que outros lugares têm, o principal que nenhum chega sequer perto do Brasil é a questão da segurança (e olha que passei por lugares como México, Colômbia e outros piores. É só uma imagem que temos que lá é “perigoso”.)

Dito isso, cada lugar terá seu problema. Como falei, alguns mais graves, outros menos.

Mas não ache que você vai chegar lá e tudo será perfeito. Nosso cérebro tem a mania de cair na armadilha da “grama mais verde do vizinho”: na nossa imaginação tudo é perfeito. Na realidade? Nem tanto.

#2 Não levar em conta tudo o que precisa para uma vida boa

É incrível como muita gente superestima o que acha que vai conseguir assim que chegar lá. O emprego que vai conseguir… as amizades que vai fazer… o quanto vai ganhar… e o pior: o quanto dinheiro vai precisar.

Sim, talvez você consiga sobreviver (e o verto certo é sobreviver) economizando feito um maluco onde for possível. Mas isso cansa. E cansa muito mais rápido que você pode pensar.

Por isso garanta uma das duas coisas:

1. Um bom colchão financeiros…

2. Ou uma renda alternativa independente da sua localização e trabalho.

Além disso olhe com calma quais são os pré-requisitos para se trabalhar no país que você escolheu. Alguns são mais tranquilos, outros bem limitados.

#3 Dúvidas são mais que normais

Sei que na hora de tomar uma decisão como por exemplo tentar a vida fora, dúvidas e perguntas vão aparecer. Isso é mais que normal. Estranho seria até se não aparecessem.

Agora isso não deve ser motivo nem impeditivo pra você fazer o que você tem vontade.

Leia também: 

Chega um ponto que você precisa entender que você não vai ter todas respostas das dúvidas que você tem… mas ainda assim você precisa dar o primeiro passo e tentar.

Muitos dos nossos medos são só da nossa cabeça e nem de perto tão ruins como parecerem ser.​

#4 A hora certa é agora e não amanhã

Já ouvi todas:

“Esse ano tá complicado… Ano que vem eu tento…”
“Vou só terminar de pagar meu carro…”
“Vou só terminar de cobrir as prestações do meu ap…”
“Assim que minha mãe terminar de se mudar eu faço isso…”

E a lista segue.

As vezes temos que botar na cabeça: é agora ou nunca.

Há pessoas que passam uma vida frustada por nunca ter conseguido sequer tentar morar fora. Tiveram a ideia quando jovens, talvez até nos seus 20 e poucos anos, e nunca conseguiram colocar em prática. Motivo?

Sempre surgia um problema no meio do caminho.

A escolha é sua: até quando você vai enrolar? Até que chegue aos 60 anos de idade e viva repetindo pra pessoas mais jovens “como você queria ter ido quando tinha a idade dela”?

Não adianta: não há momento ideal. Se você quer mesmo, ponha a ideia no papel e trabalhe por isso.

Lembra o caso que falei​ do Fillipe? Ele com certeza não ficou esperando pelo “momento certo” como ele mesmo conta aqui. Ele sabe que isso simplesmente não existe.

#5 Não ter uma renda alternativa independente de localização e do seu trabalho

Dinheiro você vai precisar. Isso é fato. Talvez mais do que você precisaria no Brasil dependendo de onde você decidir morar. Como resolver? Você tem duas opções:

Ter um bom fundo financeiro acumulado ao longo dos anos;
Ter um trabalho que permita você fazer de onde você quiser.
Eu recomendo uma combinação dos 2: ter um fundo e ter um trabalho extra que você possa fazer de qualquer lugar (e de preferência nos seus horários).

Assim você tem a independência de não depender 100% do que você conseguir ganhar no país que você chegar. O que muitas vezes é (1) pouco e (2) não muito fácil de conseguir.

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