Menu
TwitterFacebookPinterestGoogle+

feed-image Siga o DiviCity.com
Banner Zeos Travelling

Chineses podem comprar a Fiat, afirma agência

  • Escrito por Super Motor

jeep fiatFruto da união da Fiat com a Chrysler em 2014, o grupo FCA pode estar com os dias contados. De acordo com matéria divulgada pela agência Automotive News nesta segunda-feira (14), o conglomerado ítalo-americano rejeitou na última semana uma oferta de compra da Fiat-Chrysler Automobiles vinda de uma fabricante chinesa de automóveis cujo nome não foi revelado. No entanto, a compra do grupo segue cobiçada por outras montadoras da China.

Ainda segundo a reportagem da Automotive News, pelo menos quatro fabricantes chineses: Dongfeng Motor, Great Wall, Geely e o atual parceiro de joint venture da FCA na China, Guangzhou Automobile Group, estariam dispostos adquirir o grupo Fiat-Chrysler.

Uma fonte não revelada pela matéria disse que executivos da FCA inclusive viajaram para a China na semana passada para se encontrar com a representantes da Great Wall e, além disso, delegações chinesas foram vistas na sede do grupo FCA, em Auburn Hills, em Michigan, nos Estados Unidos. A FCA, bem como as quatro montadoras chinesas potenciais compradoras do grupo, se recusam a comentar o assunto.

Banner Zeos Travelling

PRESSÃO DO GOVERNO

As fabricantes chinesas, segundo afirma a agência, estariam sob pressão do governo para expandir suas ações para fora da China. De acordo com uma fonte ouvida pela Automotive News, qualquer venda da FCA provavelmente envolveria as marcas Jeep e Ram altamente lucrativas, bem como Chrysler, Dodge e Fiat. Maserati e Alfa Romeo seriam excluídas, assim como a Ferrari para maximizar os retornos da Exor, holding controlada pela família Agnelli, fundadora da Fiat.

Por fim, a Automotive News atribui o grande interesse dos chineses pela FCA devido a grande rede de concessionárias e os produtos globais da marca, especificamente Jeep e Ram, atenderem aos requisitos que o governo chinês estabeleceu como sendo aquisições atrativas para o país asiático. Para se ter uma ideia, só nos Estados Unidos, existem hoje 2.600 revendas das marcas pertencentes à FCA.

Rede tira risco de carro por R$ 390 em até 3 horas e fatura R$ 6 milhões

  • Escrito por Uol

funilaria express no brasilDepois de conhecerem o serviço de funilaria expressa nos EUA, os empresários João Furlan, 32, e Gonçalo de Sousa, 50, resolveram investir no setor e, em 2012, trouxeram a marca americana ChipsAway para o Brasil. A rede oferece serviços de funilaria que demoram de duas horas a oito horas para ficar prontos.

Atualmente, os dois têm três unidades próprias na capital de São Paulo (que juntas faturaram R$ 2 milhões no ano passado) e seis franquias nas cidades de São Paulo e Curitiba (PR). Toda a rede faturou R$ 6 milhões em 2016. O lucro não foi divulgado.

Furlan diz que ele e Sousa são franqueados máster (categoria de franqueados que cuida da expansão de uma rede) da ChipsAway. Os empresários representam a franquia no Brasil e são responsáveis pela sua expansão no país. Por este motivo, ganham 5% sobre o faturamento de cada franquia aberta. Para iniciarem as operações no Brasil (trazer a marca e abrir as três lojas próprias), eles investiram R$ 1,6 milhão.

Reparo em para-choque demora de duas a três horas

  • Os serviços mais rápidos e mais baratos: pintura com recuperação de risco e reparo localizado de para-choque: cada um deles dura de duas horas a três horas para ser concluído (depende do caso); a partir de R$ 390 cada um.
  • O serviço mais demorado: reparo de um amassado grande; até oito horas para ser finalizado; em torno de R$ 950.
  • Os serviços mais solicitados: pintura de riscos e pequenos amassados; em média, seis horas para serem concluídos; a partir de R$ 850

A rede também oferece serviços de pintura de acessórios (capa de espelho, friso e puxadores), polimento, tratamento e proteção da lente de faróis e reparação de rodas de liga leve.

Para fazer uma comparação, a B&B Autos, em São Paulo, faz o serviço de pintura com recuperação de risco e reparo localizado de para-choque em até 12 horas, com preços que variam entre R$ 250 a R$ 400.

Um reparo de um amassado grande pode demorar até três dias úteis para ser finalizado, por causa da tinta, segundo o empresário Roberto Tartaglioni Junior. Os preços vão de R$ 450 a R$ 1.200, dependendo do estado.

Lojas padronizadas e aumento do público feminino

Fiat Argo 1.8 HGT, que tem visual interessante, bom conteúdo, mas falta motor

  • Escrito por Estado de Minas

fiat argo 01A Fiat não erra em confiar ao Argo a tarefa de levá-la de volta à liderança do mercado nacional. Mesmo com a primeira impressão de que os R$ 46.800 cobrados pela versão de entrada são um preço muito elevado para um modelo de volume, o mercado responde trazendo como veículos mais vendidos o Chevrolet Onix (a partir de R$ 41.690 na carroceria antiga e R$ 46.150 na reestilizada) e o Hyundai HB20 (a partir e R$ 43 mil), sinalizando que os ditos compactos premium estão vendendo mais que os de entrada.

Nascido com a missão de substituir três modelos – as versões mais caras do Palio, o Punto e até o Bravo – a Fiat “armou” o modelo para combater em várias frentes de batalha com motores 1.0, 1.3 e 1.8; câmbios manual, automatizado e automático; e diferentes versões de conteúdo. Porém, o novo Fiat Argo só convence mesmo como sucessor do Punto. Recebemos para teste a versão HGT 1.8 com câmbio manual, que vai disputar terreno entre os hatches compactos premium com visual (só visual!) esportivo.

A versão HGT traz como elementos esportivos um acabamento vermelho na grade inferior, spoiler nos para-choques, molduras nas caixas de roda e na base da lateral, aerofólio e capa dos retrovisores em cinza, ponteira de escapamento larga e rodas de liga leve de 16 polegadas. Como opcional, a unidade testada estava equipada com rodas de 17 polegadas. Se você gostou desse azul do modelo das fotos, saiba que a pintura é sólida e não tem custo adicional.

O Argo incorpora a nova linguagem visual da marca, um rompimento claro com a escola italiana de design. Se o mercado tivesse alguma coerência, seria de se duvidar que o consumidor reconhecesse ali um substituto do Punto. O modelo tem frente alongada e um capô repleto de vincos. As linhas musculosas seguem pelas laterais e terminam na traseira curta, que traz lanternas com LEDs e um grande aerofólio. O interior também escancara a integração entre as marcas da FCA, em um painel de instrumentos nos moldes do Jeep Renegade, com dois mostradores analógicos e uma tela central de alta definição.

INTERIOR

Notícias de DiviCity

Tecnologia

Seções

Redação

Baladas

REDES SOCIAIS