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Botões de amor e ódio no Face

  • Escrito por Xico Sá

novos botoes de curtir no facebookComo alertara o ululante conselheiro Acácio, existem mais reações e sentimentos no mundo do que supõem os botões do Facebook.

O menino Mark Zuckerberg continua econômico em matéria de curtição, sinceridade ou zoeira. No que obriga o cronista de costumes, banal no último, a seguir com sugestões para enriquecer a edificante rede social responsável pelo maior número de intrigas entre colegas de trabalho, tretas de amigos, demissões na firma, arranca-rabos de vizinhos, alterações no serpentário dos parentes e barracos no relacionamento — do tipo sério ou do tipo fuleiro.

Sem se falar no mal maior nos lares doces lares: a capacidade do usuário do Facebook deixar o arroz queimar no fogo. Coitado do meu saudável sete grãos, tudo sempre perdido.

Melhor serventia teria se eu cedesse a panela de alumínio ao nobre vizinho para os seus protestos contra Dilma e o sapo barbudo. Coitado. Ele não pode continuar estragando as suas Mauviel, Garcima, Gordon Ramsay e outros tantos utensílios de grife com esse governo sem classe. Chupa, Tramontina!

Roupa suja

Nesta foto há mamilos e mensagem racista, o que censura o Facebook?

  • Escrito por El Pais

free the nippleO alemão Olli Waldhauer costuma apontar sua câmera fotográfica para as ruas de Cuba ou Tel Aviv, de frente para casas quase abandonadas na Turquia e em festas multiculturais de Berlim. Na semana passada, o autodenominado fotógrafo político usou o Facebook para fazer algo diferente de seu discurso habitual criando uma enorme polêmica.

Ler uma nova mensagem xenófoba na rede social foi a gota que fez o copo transbordar para o alemão na hora de criar esse protesto, contou ao EL PAÍS por telefone. Então decidiu postar o retrato de uma mulher de topless perto de um homem segurando um cartaz que diz: “Não compre dos turcos”. O termo “kanaken” exibido é uma gíria depreciativa para chamar em alemão os imigrantes turcos e que, nesse caso, combina com um slogan bem conhecido dos tempos do nazismo. A mensagem que acompanhava a foto de Waldhauer era clara e, infelizmente, certeira: “Apenas uma dessas duas pessoas está quebrando as regras do Facebook”.

Leia também: Fotógrafa Raquel Duarte expõe a sua sensualidade e intimidade na internet

Sua imagem, censurada pela rede social, lembrava que as regras sobre nudez na companhia de Mark Zuckerberg são muito rigorosas, enquanto os comentários racistas não são e muitos deles não são eliminados. Acontecia o mesmo com quem tentava compartilhar o post original e a mensagem desaparecia em poucos minutos. Somente os usuários que autocensuravam os mamilos da mulher conseguiam apresentar a proposta de Waldhauer, que procurava “chamar a atenção do discurso duplo desta rede social”, comentou ele mesmo em várias entrevistas.

Até poucos dias atrás, admitiu para o EL PAÍS, ele não sabia da existência da campanha Freethenipple que defende relaxar as regras estritas das redes sociais em relação à nudez. Chegou a ela depois que muitos usuários recomendaram que desse uma olhada depois de conhecer seu protesto. Também foram muitos os que conheceram seu trabalho fotográfico por causa desse desencontro midiático: “Ganhei mais de 600 novos seguidores no meu perfil profissional do Facebook em menos de 12 horas”, diz. Mas o artista defende que o potencial desse novo meio como arma artística e política “não seria nada sem um bom conteúdo que faça com que as pessoas queiram compartilhar”.

Por causa da impossibilidade de publicar a imagem original, Waldhauer fez uma captura de tela da mensagem com a qual o Facebook anunciou a retirada da foto e perguntou: “Pode me dar uma explicação, Sr. Facebook? Entenderam realmente o que estamos fazendo? Isso seria bom. #NippelStattHetze”.

Estrela do Instagram abandona redes sociais e revela lado obscuro de ser famosa na web

  • Escrito por Época

Essena ONeill siteA australiana Essena O'Neill pode dizer que chegou ao topo da fama na internet. Uma foto em que mostrasse sua silhueta e os cabelos loiros cacheados em uma paisagem paradisíaca ganhava até 30 mil curtidas no Instagram. A blogueira era paga para fazer propaganda de produtos nas redes sociais e, para quem olhava de longe, parecia ter a vida perfeita. Na prática, não era bem assim."Não significa nada na vida real", revelou a jovem em seu último post.

Essena, que completa 19 anos nesta semana, decidiu se rebelar contra as ferramentas que a levaram à fama. Ela está abandonando todas as redes socias. E criou o site "Let's Be Game Changers" (Vamos mudar o jogo, em português) para explicar sua decisão e escancarar os bastidores cruéis de ser uma celebridade na web.

A jovem critica as marcas que pagavam por posts, dizendo que "somos uma geração estimulada a consumir e consumir, sem nenhuma ideia de onde tudo vem e para onde vai". Segundo o último vídeo que postou no YouTube, empresas diziam exatamente como as fotos deveriam ser feitas e quando deveriam ser publicadas. "É tudo um acordo. Se você não acha que isso é negócio, está delirando."

Por que milhares de pessoas caem em golpes vindos do WhatsApp? Existe uma forma de proteger automaticamente nossos smartphones?

  • Escrito por Avast

mexendo no celularEspecialistas dizem que o WhatsApp, o mensageiro do Facebook tem mais de 120 milhões de usuários no Brasil. A gigantesca popularidade faz com que seja um dos alvos preferidos dos cibercriminosos. Algumas pessoas pensam que somente pessoas distraídas caem nesses golpes. O fato é que todos nós podemos nos distrair por um momento e clicar em um link de uma mensagem. Você não clica nos links que seus amigos lhe enviam? Precisamos de uma proteção robusta e automática

Enviar links por e-mails e mensagens é uma tática muito antiga chamada de phishing. Links levam suas vítimas a clicar nesses links que lhes levam até sites falsos, mas muito parecidos com os verdadeiros. Somente uma proteção automática irá impedir que elas digitem seus dados (email, senha, CPF...) e que eles sejam enviados para os cibercriminosos.

Proteção completa sem deixar lento o seu smartphone

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Você pode estar se perguntando se isso vai deixar lento o seu telefone. De jeito nenhum, o trabalho lento e difícil é feito na nuvem e você conta com a qualidade da maior Comunidade internacional de sensores – são 400 milhões – alimentando a inteligência da CyberCapture. 

Já foi o tempo em que os criadores de malware faziam isso por desafio ou hobby. Atualmente, o malware é transformado em dinheiro quando:

  • As credenciais de login (email e senha) são vendidas no mercado negro
  • Aplicativos e jogos maliciosos (ou desatualizados) permitem que cibercriminosos assumam o controle do seu smartphone e roubem seus logins (email e senhas), dados pessoais e bancários
  • Arquivos são sequestrados (criptografados) e exigem o pagamento de um resgate: os ransomwares
  • Propagandas em sites redirecionam as pessoas para sites falsos (malvertising)

Como eles sabem que as pessoas não aprendem e usam a mesma senha em todos os seus serviços na internet, vender o par email/senha continua sendo muito lucrativo. Você já trocou a sua senha no Yahoo? Recentemente, tornou-se público que os dados de 3 bilhões de usuários foram vendidos no mercado negro...

Baixe e instale o Avast Mobile Security, deixe o Módulo Internet sempre habilitado e se proteja contra um dos golpes mais comuns na internet brasileira. Quer saber sobre outros golpes e como se proteger?

Facebook desativa inteligência artificial que criou linguagem própria

  • Escrito por Olhar Digital

robo de inteligencia artificialUm grupo de pesquisadores do Facebook desativou uma inteligência artificial que deixou de falar em inglês e desenvolveu uma linguagem própria para se comunicar. A informação foi publicada hoje pelos sites Independent e Digital Journal.

A inteligência artificial em questão foi criada pela Fair (Facebook AI Research, a divisão de pesquisa da rede social) em junho para simular situações de negociação. Ela tinha dois agentes distintos, chamados de Bob e Alice, que deveriam conversar como se estivessem negociando uma troca.

Ela foi programada para que os dois agentes tentassem chegar à solução que melhor atendesse aos dois, e seu objetivo era ajudar os pesquisadores a entender como duas pessoas podem negociar de maneira mais construtiva. Os agentes recebiam "pontos" para cada negociação bem-sucedida, e, se não conseguissem chegar a um acordo, não ganhavam nenhum ponto.

Falando diretamente

A venda do primeiro iPhone completa 10 anos; veja como o celular mudou a comunicação visual

  • Escrito por Shutterstock

Acorde com o seu alarme. Cheque alguns e-mails, depois veja como está o trânsito. Ouça sua música favorita. Poste uma foto do seu cachorro quando estiver no metrô. Leia um artigo sobre produtividade e, em seguida, confira sua agenda de tarefas do dia. Converse com amigos. Veja a localização exata do restaurante do jantar de mais tarde. Lembre-se de comprar papel higiênico.

Tudo isso sem sair do seu dispositivo móvel. Ou celular.

Há 10 anos, no dia 29 de junho de 2007, a Apple vendia o iPhone, o primeiro smartphone multi-touch do mundo. Desde então, o iPhone revolucionou nossa comunicação visual, desde o surgimento do vídeo vertical a um novo mundo quando o assunto é UX design, passando pelo jornalismo em tempo real à fotografia onipresente e user-friendly.

O iPhone também mudou as coisas aqui na Shutterstock. A fotografia móvel nunca esteve tão em voga, e esperamos até o final de 2017 o upload de 1,5 milhão de fotos diretamente do iPhone.

Acesse nosso infográfico e saiba como o iPhone mudou a coleção da Shutterstock e o jeito como pensamos sobre comunicação visual.

10 tendencias mudadas pelo iphone

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