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TURISMO

Aeroportos testam sistema que acaba com filas

  • Escrito por Panrotas
  • Categoria: Turismo
  • Acessos: 506

aeroporto lotadoPor mais que seja possível fazer um check-in pelo aplicativo ou ocasionalmente passar rapidamente pelo finger, o fim das filas de espera nos aeroportos parece uma condição fora da realidade. Mas se depender da empresa de tecnologia Blip Systems, a demora para conhecer os aeroportos sem fila está com os minutos contados.

Em fase de testes no JFK, de Nova York, no aeroporto de Cincinnati e no aeroporto de Copenhague, na Dinamarca, a solução da Blip alivia o incômodo das filas por meio de um sistema que conta a quantidade de celulares em uma área de espera.

A tecnologia em tempo real alerta equipes de aeroportos sobre acúmulos e mostra o tempo de espera em monitores digitais aos passageiros. A mais recente atualização do programa, aliás, traz uma capacidade de previsão de fluxo futuro de passageiros baseada na combinação de dados históricos e de tempo real.

Leia também: 

O novo módulo prevê a demanda de passageiros combinando os dados de voos programados, aumentos esperados, eventos, feriados e outros dados, mostrando ainda a demanda prevista em dias, semanas e meses.

Bem-vinda em aeroportos do mundo inteiro, a solução visa à resolução do imbróglio vivido por agências reguladoras, órgãos governamentais de segurança, linhas aéreas e a própria gerência aeroportuária do mundo todo - além de acabar com o aborrecimento dos passageiros diante das morosas filas. De acordo com pesquisas da Iata, a paciência do cliente começa a ser testada após dez minutos de espera na fila.

A implementação da tecnologia ajuda a resolver um problema permanente especialmente nos aeroportos norte-americanos. Recentemente, nos EUA, o conselho de aeroportos da América do Norte mostrou frustração com os níveis de espera nos embarques - que chega a ser medido em horas - e pediu ações para sanar os problemas de atraso no longo prazo. Assim, a solução vem ao encontro da proposta da associação - de uma colaboração conjunta para se para calcular a demanda e planejar o staff adequado - , que espera ver uma espera máxima de 20 minutos em aeroportos do país todo futuramente.

Consumir menos para viajar mais

homem viajando o mundoRecentemente, vários blogs de viagem repercutiram o resultado de um estudo do professor de psicologia Thomas Gilovich, da norte-americana Cornell University, segundo o qual investir em experiências traz mais felicidade do que consumir bens materiais. Não sei se essa fórmula funciona para todo mundo. Mas o fato é que a minha vida está orientada a esse sentido: consumir o mínimo para experimentar o máximo.

Já gostei de roupa de marca, tive carro do ano, me endividei por motivos fúteis e gastei pequenas fortunas em tratamentos estéticos. Hoje em dia, essas mesmas coisas simplesmente não me despertam o menor interesse – carro, por exemplo, não tenho há 15 anos. O desapego não foi uma decisão consciente e com data marcada. Não tenho nenhum guru. O processo aconteceu gradual e naturalmente (num ritmo que ganhou força na medida em que comecei a gostar mais e mais de viajar). E imagino que seja irreversível.

Todas as minhas roupas cabem em duas malas grandes. Não me daria bem como blogueira de moda, mas isso não quer dizer que ande por aí molambenta (acredite, a gente não precisa de tanto para fazer bonito). A última peça de roupa que comprei foi em dezembro de 2015: uma malha de lã que substituiu uma anterior que estava velhíssima (tinha uns quatro anos). Antes disso, minhas últimas aquisições tinham acontecido em julho de 2015, durante a liquidação espanhola – quando geralmente aproveito para substituir algumas peças que estão sem condições. Veja bem: substituir. Somar já não interessa mais. Se algo entra, algo tem que ser descartado. A visão de um armário abarrotado hoje em dia de provoca aflição.

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Viajar para consumir (alô, Miami) é, provavelmente, a última coisa que faria na minha vida. Compro pouquíssimo durante viagens – e apenas coisas com um mínimo de significado. Eis o que adquiri em dois meses de África até agora: enfeites pequenos em forma de passarinho, cremes de Aloe Ferox (uma planta milagrosa sul-africana), duas capas de almofadas artesanais e um colarzinho. Só. Não à toa, é raríssimo que eu dê dicas de compras no blog.

Minha casa é gostosa e simples. Justamente por isso, não tenho o menor pudor em alugá-la a outros viajantes quando estou rodando o mundo. Basta a gente transferir o conteúdo do armário para algumas malas e voilá, há espaço de sobra para os novos moradores. O processo seria muito mais complicado se tivéssemos muitas coisas.

E então muita gente me pergunta (e se pergunta) como é que conseguimos – maridão e eu – viajar tanto. Obviamente, isso tem a ver com um estilo de vida flexível (somos freelancers), com as facilidades que morar numa cidade como Barcelona oferece (não ter carro é uma delas) e com uma conjunção de outros fatores. Mas a base de tudo é matemática pura: consumir menos para viajar mais. Aquela maravilhosa jaqueta de couro que quase comprei no início do inverno, por exemplo, acaba de ser convertida em 10 dias numa praia em Moçambique. Quantas experiências você poderia ter vivido com o que investiu no seu último objeto do desejo? Será que você se lembrará dele com carinho daqui a dez anos? Pense nisso.

Restaurante dentro de caverna é atração na Itália

  • Escrito por Viaje Aqui
  • Categoria: Turismo
  • Acessos: 919

hotel e restaurante grotta na italiaHospedar-se ou fazer alguma refeição dentro de uma caverna parece algo primitivo ou que faríamos apenas em situações anormais, não é mesmo? Não na Itália. Isso porque o Hotel Ristorante Grotta Palazzese quebra esse conceito, já que foi construído sobre uma das maiores cavernas do país, a gruta Palazzese.

O que mais chama atenção dos visitantes é o The Summer Cave, restaurante de verão do hotel localizando dentro da gruta. A cozinha e as mesas ficam dentro de uma caverna natural à beira do mar adriático.

A história diz que a abertura foi esculpida pelo mar milhares de anos atrás. O restaurante funciona apenas de maio a outubro, mas possui uma longa história. No século 17, a caverna funcionava como espaço de encontro para o nobres da região.

O hotel conta com 25 quatros, simples, feitos de pedra e decorados de maneira rústica remetendo às origens do local. Os hóspedes contam também com uma vista privilegiada do mar adriático.

No vídeo, um dos hospedes do hotel mostra um pouco como é a vista do local e a estrutura da hospedagem.

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O que fazíamos – ou não – em nossas viagens quando não existia Internet

aplicativos de viagemQuando não tínhamos Internet (parece que falamos de séculos atrás, mas se pensarmos bem veremos que isso foi há pouco tempo) nossa forma de viajar, desde sua organização prévia à sua execução, era muito diferente de como é agora.

Eis aqui alguns exemplos:

· Íamos necessariamente a uma agência de viagens. Agora muitos de nós organizamos as viagens por nossa própria conta, desde a compra da passagem até a reserva do hotel, e inclusive reservamos passeios, restaurantes ou spas antes de viajar.

· As passagens de avião eram frágeis, pareciam folhas de papel de fumar. Tinham uma terrível tendência a perder-se e/ou rasgar-se, costumávamos guardá-las sob sete chaves e com muito cuidado para não as perder, pois era uma verdadeira odisseia emitir uma nova passagem! Agora levamos o bilhete de avião no celular em forma de código QR.

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· Enviávamos cartões-postais. Muitas vezes a gente chegava antes do cartão-postal! ;-)

· Tirávamos um número limitado de fotos, só as necessárias! Considerando o que custava o filme e a revelação, não passava pela cabeça de ninguém tirar fotos a torto e a direito. Por outro lado, existia uma vantagem: não fotografávamos tantas bobagens como fazemos agora! ;-)

· Tínhamos mapas das estradas. Não havia um carro de viajante que se prezasse que não tivesse o mapa das estradas para não se perder. Agora temos um navegador em nosso carro que nos indica o caminho a seguir para chegar ao nosso destino… mas mesmo assim acredito que continuamos nos perdendo do mesmo jeito.

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· Perguntávamos aos moradores locais, de cada esquina, onde podíamos encontrar um bom restaurante. Agora consultamos o TripAdvisor ou algo similar antes de viajar ou inclusive na hora. Sabemos perfeitamente quais são os melhores bares, restaurantes e hotéis e inclusive o preço! Por isso podemos dizer sem medo de errar que a Internet significou um grande avanço no que se refere às viagens… só tenho um, “porém”: antes se desfrutava com tranquilidade e sem estresse de uma paisagem, do pôr do sol ou de um entardecer romântico… agora temos que twittar, postar no Facebook e comentar no Whatsapp tudo e, evidentemente, responder a todos os comentários na hora! Uf! Aí saímos perdendo, com certeza!

Destino ostentação: saiba por que Trancoso atrai tantos ricos e famosos

dandara machado em trancosoPraia, mar e muitos serviços exclusivos. Esta é a vida dos famosos e bem-nascidos que frequentam as areias de Trancoso, distrito do município de Porto Seguro, no litoral da Bahia. E olha que não são poucos. Astros de calibre internacional, como Matthew McConaughey, Will Smith e a cantora Beyoncé, além das modelos Kate Moss e Naomi Campbell e dos jogadores de futebol Neymar e Daniel Alves estão entre as muitas celebridades que volta e meia circulam por ali.

Antes um povoado, Trancoso foi promovida a vila em 1759. Sua "certidão de nascimento" diz que teve origem numa antiga aldeia jesuíta denominada São João Batista dos Índios, mesmo nome da igrejinha que resiste, até hoje, no badalado Quadrado, no centro da vila. Em seu entorno ficam antigas casas tombadas como patrimônio histórico e hoje transformadas em lojas, bares, restaurantes e pousadas de alto nível, que contribuem com a atmosfera chique de todo o conjunto.

Uma das famosas que acabou de conhecer Trancoso foi Fernanda Motta. A modelo e apresentadora conta que costuma passar a virada de ano em Florianópolis, mas que sempre tinha ouvido falar bem do lugar. Por isso, quando ela e a família buscavam algo mais na linha "pé na areia" para o Réveillon, acabaram viajando para lá junto com um grupo de amigos também famosos, como a modelo Alessandra Ambrósio.

"Acho Trancoso muito charmosa e quente. Fora que as casas são maravilhosas e as pessoas podem curtir sem precisar sair dali. Mas, ao mesmo tempo, se quiser ir a uma festa diferente, com uma vibe bem praiana, também tem! E se preferir ficar na sua total privacidade também existem lugares para isso", destaca a modelo.

Para Fernanda, todas as praias locais são lindas, mas um programa imperdível é passear no Quadrado de Trancoso. "Gosto de frequentar os bares de lá e ficar até tarde tomando um drinque e batendo papo", conta a modelo, antes de dar outra dica. "Também amei o Cafe de La Musique, que tem uma música incrível e é estilo pé no chão, na beira da praia... como a versão que existe em Floripa. Muito alto astral!"

Virou endereço

Brasileiro viaja para Nova York sem seguro de saúde e família vive pesadelo

Sergio Umberto e Jaqueline IngegneriO paulistano Sergio Umberto Ingegneri foi operado de emergência três dias antes do Ano Novo, durante viagem de férias com a família Após juntar as economias durante um ano para passar o Reveillon 2016 em Nova York, o casal Sérgio Umberto e Jaqueline Ingegneri e os dois filhos, uma adolescente de 17 anos e um menino de 12 anos, naturais de São Paulo (SP), realizaram o tão esperado sonho. Quando foram comparar as passagens internacionais ainda no Brasil, foram informados sobre uma promoção oferecida pela Mastercard que, se elas fossem adquiridas através do cartão de crédito, eles ganhariam automaticamente um seguro de viagem, explicou Jaqueline, via telefone, à equipe de reportagem, na sexta-feira (8).

Esta é a 3ª vez em que a família visita a Big Apple e planejava ficar na cidade entre 22 de dezembro e 4 de janeiro, retornando ao Brasil logo após a virada do ano. Em 28 de dezembro eles alugaram um carro e visitaram New Jersey, passando a maior parte do dia no parque de diversões 6 Flags, em Edison. Entretanto, o sonho começou a virar pesadelo depois que Sérgio queixou-se com a esposa de fortes dores abdominais, ainda durante o passeio no Estado Jardim. Na chegada ao hotel, em Manhattan (NY), as dores persistiram e a balconista (consiérge) ligou para um serviço de ambulância que levou o brasileiro e sua família ao Hospital Roosevelt Mount Sinai, na 10ª Avenida, onde ele foi atendido na emergência. Após ser submetido a exames de sangue, urina e raios X, uma tomografia computadorizada revelou que Sérgio sofria de obstrução intestinal e, portanto, precisava ser operado urgentemente. Durante a cirurgia, os médicos constataram que o intestino do brasileiro havia rompido e o conteúdo espalhado pelo abdômen, sendo necessária uma lavagem intestinal e a extração de parte dos intestinos grosso e delgado, detalhou Jaqueline.

Desorientada, ela contatou o seguro de saúde no Brasil e a atendente, identificada como Fernanda, insistia todo o tempo que ela enviasse o laudo médico à companhia. Na terça-feira (5), Sérgio recebeu alta do hospital, mas a cirurgia não pôde ser suturada, pois o processo de cicatrização, em casos assim, deve ocorrer de dentro para fora, explicou Jaqueline. Quando enviou o laudo médico do esposo à seguradora e ligou novamente, ela foi informada que o seguro não cobriria o atendimento de Sérgio no hospital porque já havia ultrapassado a quantia de US$ 100 mil.

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