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Estudo sugere que mulheres são sempre bissexuais ou gays

beijo lesbicoUm estudo da Universidade de Essex, no Reino Unido, sugere que as mulheres são bissexuais ou homossexuais – nunca heterossexuais. A pesquisa foi publicada no site do Centro Nacional de Informação Biotecnológica dos Estados Unidos.

Os cientistas mostraram uma série de vídeos de homens e mulheres nus para 235 mulheres. O resultado foi baseado em indicadores, como a dilatação de pupilas, em resposta a estímulos sexuais.

De acordo com a pesquisa, 82% das mulheres ficaram excitadas com as imagens de ambos os sexos. Das mulheres que se identificaram como heterossexuais, 74% sentiram forte atração sexual por pessoas do mesmo sexo e do oposto.

Já as lésbicas se sentiram mais excitadas com os vídeos de mulheres nuas do que os de homens nus. Isso significa que as mulheres homossexuais, assim como os homens, tendem a ser mais fiéis às suas preferências sexuais.

Solteira, Amanda Gontijo posa entre lençóis: "Desconheço o lado sexy em mim"

amanda gontijo sexyCabelos ruivos, 65 kg distribuídos em 1,75m de altura e curvas impecáveis. Amanda Gontijo tem tem tudo para fazer sucesso entre os homens - e mulheres, por que não? Apesar disso, a modelo e ex-BBB está solteiríssima.

A beldade, que posou entre lençóis em um ensaio feito pela fotógrafa Bianca Matos em São Paulo, contou, em entrevista para QUEM, que não se enxerga como um mulherão. "Desconheço o lado sexy em mim", diz, aos risos.

Solteira

Segundo ela, a solteirice tem mais a ver com a falta de tempo para namorar: "Tive alguns relacionamentos, mas nada duradouro devido à agenda compromissos. Por incrível que pareça, falta tempo para uma pessoa em minha vida", reclama.

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Apesar disso, ela admite é é bastante assediada por homens e mulheres. "Sempre fui bem assediada e aprendi a lidar com isso", explica. "Uma vez estava com um affair em uma balada e três meninas me rondaram a noite inteira, até que ele percebeu e disse a elas que eu estava com ele e que eu não curtia mulheres! Elas desistiram de mim no mesmo momento", relembra.

Sobre o interesse das mulheres, Amanda diz administrar bem a situação: "Não recrimino, tenho uma ótima convivência. Viro amiga, pois sou super companheira, por esse motivo elas acabam desistindo".

Boa forma

Estúdios de fotografia faturam com books sensuais para levantar autoestima

  • Escrito por Bol
  • Categoria: Vila da Mulher
  • Acessos: 1098

naked ensaio sensual capaQualquer pessoa, seja gorda, magra, alta, baixa, jovem ou mais velha pode querer ter um book sensual de si mesma. É em cima dessa visão que estúdios de fotografia encontraram oportunidades de negócio. Eles buscam realçar a sensualidade de pessoas comuns e, assim, alimentar sua autoestima. Pelo menos dois estúdios atuam no segmento em São Paulo: Naked e Nude.

Criado em 2013 pelas irmãs Michelle Moll, 34, e Mariana, 28, fotógrafa e designer gráfica, o estúdio Naked Fotografia é especializado no estilo "boudoir", nome em francês para quarto feminino, dando a ideia de uma abordagem íntima, mas não explícita. O faturamento anual é de R$ 180 mil. O lucro não foi informado. Por ensaio, cobra entre R$ 2.000 e R$ 2.800.

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A dupla estima que a maioria das clientes tem formação universitária e é atuante em suas áreas, como direito, arquitetura, saúde. A maioria faz o ensaio para dar de presente ao companheiro em datas especiais, mas também há solteiras que fazem para si próprias. "Acaba sendo um presente para os dois, mas a princípio acredito que fazem para se verem bonitas e trabalhar a autoestima", diz Michelle.

Já a Agência Nude, das fotógrafas Darcy Toledo e Jane Walter, prioriza ensaios inspirados em revistas masculinas e também temáticos, com produção de cenas ou roupas que representam fetiches. O faturamento mensal da empresa varia de R$ 7.000 a R$ 40 mil. O lucro não foi informado. E os ensaios custam de R$ 1.250 a R$ 5.250.

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Trabalhos são personalizados e levam em conta hobbies

Por que o sucesso destas mulheres negras incomoda tanto?

atrizes negrasTaís Araújo, Maju Coutinho, Cris Vianna e, agora, Sheron Menezzes. O que elas têm comum? São mulheres. São negras. E estão na mídia. Sob os holofotes. São estrelas, referências, exemplos.

Em que outro momento a televisão brasileira teve tantas mulheres negras como protagonistas na dramaturgia ou no jornalismo?

A participação delas não é mais de figuração, configurando o que seria "o lugar do negro", como bem diagnosticaram nos anos 80 os pensadores Lélia Gonzalez e Carlos Alfredo Hasenbalg.

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Não é coincidência que quando se ampliam o espaço e a visibilidade de mulheres negras tão talentosas uma sequência de ataques ofensivos e discriminatórios tome conta das redes sociais.

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Assim como agressões verbais a negras nas universidades acompanham o início da adoção de ações afirmativas, a inclusão e a ascensão delas na TV também geram reações negativas.

Por que o sucesso das mulheres negras incomoda tanto?

Porque elas estão cada vez mais representadas.
Porque existe uma consciência cada vez maior do racismo cordial no Brasil.
Porque falamos cada vez mais sobre isso, cobrando a desconstrução dos papéis raciais que durante anos aceitamos goela abaixo sem questionar.

Porque elas são lindas e orgulhosas.
De sua cor.
De seus traços.
De seus cabelos.
Negros.

O que durante séculos recebia o carimbo de negativo por ser "de preto" agora é assimilado por boa parte da população como motivo de orgulho.

Claro que, em um País onde 53% das pessoas são pretas e pardas, precisamos ainda de mais exemplos. Médicos, advogados, ministros do Supremo negros.

Porém, já vemos frutos da luta histórica do Movimento Negro Unificado, da implementação de cotas com orientação racial nas universidades públicas, da aprovação do Estatuto da Igualdade Racial e do debate sobre representatividade dos negros na sociedade brasileira.

Mas, à medida que mais mulheres negras deixarem a posição de "minha empregada", infelizmente veremos mais reações como as sofridas por estrelas negras. São "racistas escondidos sob o pretenso anonimato da internet", como bem assinalou Cris Vianna.

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As polícias civis do Rio de Janeiro e de São Paulo já estão atrás deles.

E não importa se são meramente hakers, que querem apenas chamar atenção. Conforme ressaltou Sheron, a discriminação racial "atinge milhões de pessoas no Brasil todos os dias". Por isso, punir essas demonstrações de racismo nas redes sociais tem caráter pedagógico.

O racista precisa aprender que sua conduta é crime, independentemente da pessoa a quem endereça as ofensas. E precisa entender que o presente não admite desrespeito nem ódio a nenhuma mulher negra. Seu recalque e seu racismo só vão alimentar o brilho de Sheron, Maju, Cris, Taís.

Vítima de síndrome rara, Dai Macedo faz cirurgia de preenchimento facial

dai macedoA modelo Dai Macedo, que descobriu ser portadora da Síndrome de Parry-Romberg - que degenera tecidos -, se submeteu a uma cirurgia de preenchimento facial neste sábado, 5.

Ela operou na parte da manhã, e já está em um quarto do hospital São Rafael, de São Paulo, se reuperando do procedimento. No caso de Dai, a doença afetou o lado esquerdo deo seu rosto.

A cirurgia começou por volta das 9h da manhã e durou cerca de 3 horas. Ela voltou do centro cirúrgico, pôde almoçar e fazer ume refeição leve e passou parte da tarde dormindo.

Mesmo com curativos, Dai ficou feliz ao ver seu rosto pela primeira vez após a cirurgia e se emocionou.

"Graças a Deus deu tudo certo, meu choro é de alegria", disse emocionada.

Dai Macedo, de 27 anos, descobriu há seis meses que as deformidades que surgiram no lado esquerdo de seu rosto eram sintomas de uma rara síndrome neurocutânea que encolhe e degenera tecidos, chamada de Síndrome de Parry-Romberg. Conhecida como Miss Bumbum 2013 e atualmente modelo fitness, Dai se desesperou.

"Foi como se meu mundo tivesse acabado. Como vou trabalhar na televisão com a cara toda deformada? Comecei a não querer sair mais, a ficar em casa", relembra ela.

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Medicamentos não permitem engravidar

Como é uma doença sem cura, a cirurgia será para preencher as deformidades do rosto de Dai com gordura retirada do próprio joelho da modelo. "Pode ser que a cirurgia seja eficaz ou que eu tenha de repeti-la várias vezes. No sábado vão retirar uma gordura do meu joelho, que é mais limpa e que não é absorvida facilmente, para ser enxertada no rosto", explica ela, que, por causa dos medicamentos que terá que tomar, não poderá beber álcool, usar anticoncepcional e nem engravidar.

Dai descobriu que era portadora da síndrome através de exames pedidos por uma reumatologista em junho deste ano. "Passa um monte de coisas na sua cabeça nessa hora. Achei que ia ter de parar de estudar, de fazer minhas coisas, achei que teria de fazer um tratamento e que seria muito caro. Para mim era como se fosse um câncer." Como se trata de uma doença autoimune, é como se o organismo de Dai se auto-atacasse. A doença é considerada rara: ela atinge 1 em cada 700 mil pessoas, mulheres em sua maioria. "Não é hereditária, mas é associada a outras doenças, como vitiligo, que há casos na minha família", explica ela.

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Mãe relata história de sua filha trans de 6 anos para ajudar outras famílias

menina trans

A escocesa Kerry McFadyen, de 32 anos, descobriu de uma forma inusitada que Danni, sua filha trans de 3 anos, não se identificava com o gênero masculino.

Kerry estava em sua casa quando viu a criança no banheiro com uma tesoura na mão dizendo que queria cortar seu pênis. Segundo o site "Daily Mail", esse é o caso da pessoa mais jovem do Reino Unido a ter desejo de realizar a cirurgia de transgenitalização.

"Foi muito perturbador vê-la assim, nenhuma mãe deveria ver sua filha chateada em sua própria pele", explica a mulher ao "Daily Mail"."Eu e meu marido estávamos preocupados porque ela poderia sofrer bullying na escola. Mas, no final, concordamos em deixar Danni ser quem ela quer", comenta.

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Agora, Kerry quer fazer com que as pessoas se conscientizem sobre os direitos dos transexuais e pretende ajudar outros pais que estão passando por uma situação semelhante.

Por isso, ela criou uma página no Facebook chamada "My Transgender Child" para incentivar os pais a partilhar suas experiências.

Danni tem hoje 6 anos de idade e sua família pretende esperar ela completar 18 anos para fazer cirurgia e começar a fazer tratamentos hormonais. "Escolhi contar a história da minha filha ao público para aumentar a consciência e ajudar outras crianças transexuais e seus pais que podem estar sofrendo em silêncio", completa Kerry.

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