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crise

  • 'Só o fim de privilégios e superpensões pode equilibrar contas públicas', diz analista

    dinheiro notas 100 reaisSe você trabalhar em uma empresa privada, ao se aposentar receberá, no máximo, R$ 4.663 pelo INSS. Já se for funcionário público, dependendo da data em que foi contratado e da carreira que seguiu, ainda pode receber aposentadoria integral até um teto de cerca de R$ 33 mil (o salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal). Caso também seja viúvo ou viúva de outro servidor bem remunerado, é possível que receba, somando a aposentadoria a pensão por morte a que tem direito, um total de mais de R$ 40 mil todo mês, bancados pelos cofres públicos.

    "Não há justificativa para essa diferença entre as condições de aposentadoria do setor privado e do setor público. Trata-se de um exemplo dos privilégios que precisam ser revistos para que o país consiga controlar suas contas públicas", defende, em entrevista à BBC Brasil, o jornalista e economista britânico Brian Nicholson, autor de A Previdência Injusta: Como o fim dos privilégios pode mudar o Brasil (Geração Editorial).

    Nicholson diz considerar "privilégio" um "benefício subsidiado pelo dinheiro público" e concedido a classes relativamente abastadas. Outros exemplos, na sua opinião, seriam as aposentadorias precoces do INSS - na faixa dos 40 ou 50 anos –, também os proventos de políticos, juízes e militares e os benefícios de alguns anistiados políticos e ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial e seus dependentes.

    "É claro que em cada um desses grupos há casos e casos, mas há muitos exemplos de pensões e aposentadorias altas, que uma sociedade como a brasileira não tem condição nem interesse em bancar." Em um momento em que o Brasil debate como promover um ajuste fiscal, Nicholson não é o único a defender mudanças no sistema previdenciário, embora nem sempre haja convergência nas propostas. As aposentadorias, pensões e benefícios pagos pela Previdência representam ao redor de 20% dos gastos do governo.

    Trata-se não só do maior peso não-financeiro no orçamento (os gastos com juros e amortizações da dívida pública representam mais de 40%), como uma das rubricas que mais cresce.

    Peso no orçamento

  • 5 erros que muitos cometem ao tentar uma vida fora do Brasil

    menina viajando sozinha“E se eu não conseguir me sustentar? E se não der certo? E se eu só perder tempo e dinheiro?”

    Essas são algumas das dúvidas e perguntas que aparecem na mente de pessoas pensando em largar tudo e tentar a vida fora do país. Todos dias ouço ou vejo alguém comentar que está indo ou que pensa em sair.

    Sinceramente é uma decisão bem difícil. E muitos cometem alguns erros bem bobos na hora de tentar a vida fora.

    Eu passei boa parte da minha vida adulta morando fora. Espero que isso não soe esnobe nem nada, mas é pra você ver que eu tenho experiência pra falar do assunto e ajudar você:

    Foram 6 meses em Londres…
    3 na Itália…
    8 em Sydney, na Austrália…
    1 ano viajando pelo sudeste da Ásia…
    2 anos em Barcelona…
    3 meses na América Central…
    E agora escrevo esse artigo pra você de Vancouver, no Canadá.

    Como eu fiz isso?

  • Como aproveitar as oportunidades da crise

    Bolsa de ValoresA China provocou um chacoalhão nas Bolsas mundo afora, derrubando os preços das ações e criando o que muitos chamam de oportunidade. Quem tem um pouco de conhecimento sobre investimentos cogita: “Será que, com essa queda, não está na hora de investir nas ações que ficaram baratas?”.

    A resposta é: “Talvez” sim. Sempre que observamos uma queda significativa na Bolsa local ou pelo mundo, estamos diante de um bom momento para ir às compras de ações. No mínimo, é a oportunidade de comprar papéis a um preço mais baixo do que muitos pagaram há alguns dias. Porém, é preciso levar em consideração que os preços estão em baixa por dois motivos: parte pelo efeito manada causado pelo pânico das quedas nas Bolsas (os investidores somem pelo medo generalizado, não porque o negócio está em crise), parte pela real perda de valor das empresas (quando o mundo vislumbra uma significativa redução nos negócios daquele setor ou daquela empresa).

  • Como Dilma quebrou sua loja de R$ 1,99 e um País

    loja de 199Pão & Circo. Com esse nome sugestivo, alusivo à estratégia romana destinada a entreter e ludibriar a massa insatisfeita com os excessos do Império, a presidente Dilma Rousseff abriu em fevereiro de 1995 uma lojinha de bugigangas, nos moldes das populares casas de R$ 1,99. O negócio em gestação cumpriu a liturgia comercial habitual. Ao registro do CNPJ na Junta Comercial seguiu-se o aluguel de um imóvel em Porto Alegre, onde funcionava a matriz. Quatro meses depois, uma filial foi erguida no centro comercial Olaria, também na capital gaúcha. O problema, para Dilma e seus três sócios, é que a presidente cuidou da contabilidade da empresa como lida hoje com as finanças do País – recém-rebaixado pela agência de risco Standard & Poors por falta de confiabilidade. Em apenas 17 meses, a loja quebrou. Em julho de 1996, já não existia mais.

    Tocar uma lojinha de quinquilharias baratas deveria ser algo trivial, principalmente para alguém que 15 anos depois se apresentaria aos eleitores como a “gerentona” capaz de manter o Brasil no rumo do desenvolvimento. Mas, ao administrar a Pão & Circo, Dilma cometeu erros banais e em sequência. Qualquer semelhança com a barafunda administrativa do País atual e os equívocos cometidos na área econômica de 2010 para cá, levando ao desequilíbrio completo das contas públicas e à irresponsabilidade fiscal, é mera coincidência. Ou não.

    Leia também: O círculo vicioso de um governo perdido

    Para começar, a loja foi aberta sem que os donos soubessem bem ao certo o que seria comercializado ali. Às favas o planejamento, primeiro passo para criação de qualquer negócio que se pretenda lucrativo. A empresa foi registrada para vender de tudo um pouco a preços módicos, entre bijuterias, confecções, eletrônicos, tapeçaria, livros, bebidas, tabaco e até flores naturais e artificiais. Mas a loja acabou apostando no comércio de brinquedos para crianças, em especial os do “Cavaleiros do Zodíaco”, série japonesa sucesso entre a meninada dos anos 90. Os artigos revendidos pela Pão & Circo eram importados de um bazar localizado no Panamá, para onde Dilma e uma das sócias, a ex-cunhada Sirlei Araújo, viajaram três vezes para comprar os produtos. As mercadorias eram despachadas de navio até Imbituba (SC) e seguiam de caminhão até a capital gaúcha.

  • Concursos já autorizados estão mantidos, diz Ministério do Planejamento

    concurso bancobrasilEntre as medidas de ajuste fiscal anunciadas pelo governo na última segunda-feira (14) está a suspensão dos concursos públicos para o próximo ano. Segundo o Ministério do Planejamento, o congelamento trará economia de R$ 1,5 bilhão. O anúncio desanimou quem estuda para conquistar um cargo na administração pública. No entanto, 2016 não será um ano completamente morto para os certames. Os concursos que já foram autorizados estão mantidos.

    Segundo o Planejamento, estão preservados concursos autorizados em 2015 e com editais previstos para 2016. No caso de concursos de períodos anteriores, inclusive os homologados e aguardando autorização para nomear os aprovados, o Planejamento informou que as nomeações estão mantidas, segundo o número de vagas previsto e dentro do prazo de validade final do certame. Pela Constituição Federal, a validade de um concurso é de até dois anos, prorrogáveis por igual período.

    As vagas asseguradas estão previstas na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2015, que estabelece teto de 45.582 cargos. No caso da proposta de LOA de 2016, a ideia é que os 40.389 cargos, dos quais 25.606 são do Executivo, sejam suspensos. Para garantir a suspensão que, segundo o ministério, proporcionaria economia de R$ 1 bilhão ao Executivo e R$ 500 mil ao Legislativo e Judiciário, o governo terá de alterar os projetos de lei da LOA e da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano que vem. Ambas estão no Congresso Nacional para serem apreciadas. De acordo com o Planejamento, as alterações serão enviadas ao Congresso em breve.

  • Corte de verba em MG vai afetar até combustível de viaturas da PM

    viatura pmSem realizar até agora a anunciada reforma administrativa, que pretende cortar cargos e reduzir órgãos para gerar economia aos cofres públicos estaduais, o governo de Minas quer enxugar R$ 2 bilhões em despesas e custeio da máquina em 2016. O objetivo é reduzir o déficit estimado em R$ 8,9 bilhões para este ano. Apesar de o anúncio das medidas estar marcado para a próxima segunda-feira, num evento que deve reunir a cúpula do governo, o decreto está publicado desde nesta quinta no “Minas Gerais”.

    Para áreas consideradas prioritárias como segurança pública, meio ambiente e infraestrutura estão previstos cortes de quase R$ 700 milhões.

    Leia também: Governo de Minas desembolsa R$ 527 mil para alimentar palácios com carnes nobres

    Os anexos do Decreto 46.949, disponível no site da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), apontam que o governo Fernando Pimentel (PT) realizará cortes em custeio, investimentos e inversões financeiras (que também são investimentos). O decreto contempla apenas algumas fontes de recursos e grupos de despesa. Não estão incluídos, por exemplo, despesas de pessoal, de convênio e empréstimos, e ainda os recursos de emendas parlamentares.

  • Crise e falta de perspectiva levam os brasileiros a tentar a vida em outro país

    tchau brasilNos últimos meses há um movimento incomum nos aeroportos brasileiros, cada vez mais brasileiros embarcam sem data para voltar. Resultado da crise financeira, política e moral que o Brasil tem passado, mas principalmente pela falta de perspectiva no futuro; fato é que o êxodo de brasileiros para outros países é cada vez maior.

    O que vemos hoje só tem precedente na história quando os moradores de Governador Valadares partiram em massa para os Estados Unidos, isso lá pelos anos 70.

    Independente do resultado do impeachment na próxima semana o sentimento do povo brasileiro é de que levaremos anos para recuperar os estragos que a incompetência dos políticos e a corrupção gerenalizada causou na segurança pública, saúde, educação e principalmente na economia.

    Alguns anos atrás quem procurava trabalho no exterior eram operários da construção civil, empregadas domésticas ou garçons para bares e restaurantes, mas hoje o perfil do brasileiro que quer estabelecer no exterior mudou; são engenheiros, dentistas, advogados, médicos e principalmente aposentados que buscam qualidade de vida e estabilidade para a família.

    Segundo o diretor da Zeos Travelling agência de viagens nunca tantos divinopolitanos procuraram por passagens aéreas, vistos e acompanhamento para imigrar em outros países. Com a abertura da loja da Zeos Travelling em Portugal muitos brasileiros têm procurado a agência em busca de informações sobre como morar em Lisboa ou em outras cidades portuguesas. Ainda segundo o diretor da empresa a orienteção que sua equipe têm passado é para que as pessoas comprem um pacote para Lisboa (hoje em torno de R$ 2700,00 por pessoa com passagem aérea e cinco noites em hotel) para conhecer um pouco mais sobre o país e assim não se arrepender futuramente por uma mudança radical e sem o devido planejamento.

    A filial da Zeos Travelling em Portugal auxilia os brasileiros que desejam se mudar para lá, inclusive orientando quanto a documentação, emprego e moradia. Quem tem interesse pode entrar em contato com uma das lojas da Zeos Travelling aqui em Divinópolis (clique aqui e veja os endereços).

    PORTUGAL É MAIS FÁCIL QUE OUTROS PAÍSES

  • Crise fecha 500 bares e restaurantes em Belo Horizonte

    gerente barA crise econômica que atinge praticamente todos os setores da economia não excluiu a alimentação fora de casa. Nos cálculos do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte (Sindhorb), este ano, cerca de 500 estabelecimentos, somando desde os pequenos bares e lanchonetes até casas de maior porte, fecharam as portas na capital. Nessa conta, também entram diversos restaurantes tradicionais, voltados para as classes A e B, em regiões como Centro-Sul, Oeste e Pampulha.

    De abril a agosto, pelo menos 10 casas encerraram suas atividades, incluindo espaços para comida internacional, contemporânea, vinhos, pizzaria. A maioria deles na região Centro-Sul. Sem citar números para 2015, Lucas Pêgo, diretor-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), observa que é alto o percentual de empresas brasileiras que encerram suas atividades no primeiro ano de vida: no setor, chega a 27%. “O que nos preocupa é o fechamento de casas tradicionais ou consolidadas, com gestão habilidosa”, comenta o executivo.

    O Estado de Minas conversou com alguns empresários que fecharam o ponto comercial recentemente. Os motivos são diversos, mas, de modo geral, a queda do movimento acaba sendo fator comum e decisivo. Depois de sete anos funcionando no Bairro de Lourdes, o restaurante Ficus, especializado em cozinha contemporânea, funcionou pela última vez no mês passado.

    Há 30 anos no setor, o proprietário da casa, Renato Savassi Biagioni, teve problemas de saúde que o impossibilitaram de continuar à frente do negócio. Somado a isso, ele calcula uma queda no movimento que começou a encolher depois da Lei Seca, chegando a uma redução na ordem de 40% nos últimos meses. Há dois anos, o restaurante investia também em pratos combinados, com preços reduzidos. Também dono do tradicional restaurante La Traviata, na Savassi, Biagioni diz que com inovações, a casa vem mantendo o seu público durante a crise econômica. Ele inaugurou o almoço executivo e à noite oferece pratos que atendem a todos os públicos, em especial às famílias.

    Questões antigas que pesam nos custos do setor, como a carga tributária, preço dos aluguéis, mão de obra, até a Lei Seca, foram agravados pela redução do emprego, inflação em alta e pela menor confiança do brasileiro, que acompanha a alta da inflação e com isso está reduzindo gastos. No aperto, o consumidor economiza nas saídas ou muda de hábitos, dividindo os restaurantes com espaço de menor custo, como os espetinhos, por exemplo. Lucas Pêgo reforça também um desafio do setor formal. Segundo ele, em Belo Horizonte, 50% dos estabelecimentos do setor, estimados em mais de 18 mil, são informais.

    A concorrência dos informais e até da comida de rua, sem regulamentação, pesam ainda mais nos momentos de menor crescimento da economia. Há nove anos na Pampulha, o restaurante Matusalem funcionou pela última vez no domingo. O proprietário Matusalem Gonzaga diz que está partindo para novos projetos. O que o fez mudar o rumo? Um conjunto de fatores. Além dos encargos do setor, das dificuldades para formar funcionários, da conjuntura econômica e política do país, as obras que fecharam a avenida Pedro I, depois da queda do viaduto em obras para a Copa do Mundo, deixou o restaurante ilhado. “Foram 41 dias sem receber um cliente. Não há negócio que suporte nada parecido.” Desde então o movimento da casa chegou a cair 60%. Apesar dos desafios, Matusalém está otimista com o mercado, estudando agora novo negócio no ramo.

  • Em quatro pontos: o que muda em seu dia a dia com o dólar a R$ 4

    dolar real 01O valor do dólar ultrapassou os R$ 4, atingindo nesta terça-feira a maior cotação desde a criação do Plano Real, em 1994 – no fechamento do dia, estava custando R$ 4,05. Analistas atribuem a alta principalmente ao acirramento da crise política e às incertezas sobre a capacidade do governo de promover um ajuste fiscal, embora a expectativa de um aperto monetário nos EUA e o desaquecimento da China tenham dado sua contribuição para a mudança no câmbio.

    O real também estaria sendo pressionado pelo rebaixamento da nota de crédito do país pela agência Standard & Poor’s e pelas perspectivas de revisão das avaliações de outras agências de classificação de risco.

    Para completar, nesta terça feira, esse clima de incertezas ganhou força com a possibilidade de que o Congresso derrube os 32 vetos da presidente Dilma Rousseff a medidas que aumentam os gastos públicos e comprometem o ajuste fiscal.

    Leia também: Número de empresas inadimplentes cresce 9,9% em agosto, mostra SPC Brasil

    A avaliação de Thiago Biscuola, analista da RC Consultores, é que, mesmo que os vetos não caiam, é pouco provável que o dólar volte a um patamar abaixo dos R$ 3,50 tão cedo. André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, concorda. "Não temos a perspectiva de que essa crise política e econômica se resolva no curto prazo. Então, provavelmente o dólar a R$ 4 veio para ficar", diz.

    Há quem ganhe e quem perca com a desvalorização do real, mas é certo que a maior parte dos brasileiros terá ou já está tendo seu dia a dia afetado pela mudança no câmbio. Confira abaixo como:

    1) Inflação

  • Explode em Portugal escândalo citando Lula e Dirceu

    Lula e Jose DirceuNo início de setembro, o semanário Sol, revelou que na casa de Luís Oliveira Silva, sócio e irmão de José Dirceu, o antigo homem forte de Lula da Silva, a Polícia Federal apreendeu um documento com uma anotação sobre a “Portugal Telecom”.

    O trecho acima é da imprensa portuguesa, datado desse 2 de novembro.

    Outro trecho de hoje:

    “Foi neste contexto que o ex-Presidente da República Mário Soares foi sondado pela PT, para ajudar a criar pontes com o Presidente Lula. E é Soares que aconselha Granadeiro a procurar o escritório de advocacia Fernando Lima, João Abrantes Serra e José Pedro Fernandes, a LSF & Associados. O gabinete é sócio no Brasil de José Dirceu, o líder petista conhecido como facilitador de negócios, a quem a LSF chegara anos antes por via de José Pedro Fernandes. Mas será Abrantes Serra a apresentar Dirceu a Nuno Vasconcelos e a Rafael Mora, da Ongoing (e a Miguel Relvas). Dirceu, que surgiu nos epicentros dos grandes escândalos que rebentaram no Brasil ("mensalão”, Lava-Jato e “petrolão”), é classificado pela Polícia Federal como o “chefe da quadrilha”

    Leia também: Lula responsabiliza Dilma por operação na empresa de seu filho

    Entenderam?

    A Andrade Gutierrez foi a empreiteira que comprou por 4 milhões de reais a empresa de Lulinha, em 2005. Via Sergio Andrade, Lulinha vendeu à Telemar, do mesmo Sérgio, seu negócio de Ronaldinho. O MPF inocentou Lulinha.

  • Juros do cartão de crédito em agosto é a maior desde março de 1999

    A taxa de juros média geral para pessoas físicas subiu de julho para agosto, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Das seis linhas de crédito pesquisadas, como cheque especial e cartão de crédito rotativo, todas ficaram mais caras.

    No caso do cartão de crédito, houve uma elevação de 2,61%. Com isso, a taxa subiu de 13,03% ao mês (334,84% ao ano) em julho para 13,37% ao mês (350,79% ao ano) em agosto. A taxa deste mês é a maior desde março de 1999, quando chegou a 13,45% ao mês ou 354,63% ao ano).

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    O juro médio, considerando todas as modalidades de empréstimo pessoal, subiu 1,13% no mês ao passar de 7,06% ao mês (126,74% ao ano) em julho para 7,14% ao mês (128,78% ao ano) em agosto - a maior taxa de juros desde julho de 2009.

    A taxa de juros média geral para pessoa jurídica também aumentou, correspondente a uma elevação de 0,74% no mês, passando 4,06% ao mês (61,22% ao ano) em julho para 4,09% ao mês (61,77% ao ano) em agosto - a maior taxa de juros desde junho de 2009.

    Para a Anefac, "tendo em vista o cenário econômico atual que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência, a tendência é de que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevadas nos próximos meses".

  • O Natal do golpe

    ze dirceu rindo dos petralhasOs brasileiros progressistas e bondosos decidiram proteger Dilma Rousseff de um golpe. Com toda a bravura cívica necessária hoje para lutar pelo poder do Partido dos Trabalhadores, resolveram reeditar a cadeia da legalidade — o movimento em defesa de Jango contra os militares. Para essa nova versão, será preciso apenas dar uma checada na lotação da Papuda. Cada tempo com sua cadeia.

    O paralelo com Jango é muito útil, porque ressuscita os arquétipos da direita malévola (milicos, polícia, yankees) contra os da esquerda heroica e solidária. Sem querer estragar o conto de fadas, o paralelo mais correto para Dilma seria com Collor — ainda assim injusto: o Esquema PC era um anexo do governo; o Esquema PT é o coração.

    Mas dá-se um jeito em tudo: Dilma Rousseff, a representante legal (sic) do maior assalto da República, virou vítima de um golpe de Eduardo Cunha. O pedido de impeachment foi feito pelo respeitável doutor Hélio Bicudo, mas esse tipo de detalhe só serve para atrapalhar a narrativa progressista. Outro fato que não interessa a ninguém é que o crime de responsabilidade apontado no pedido é só uma fração da história: a vítima levou 50 tiros de fuzil, e a pedalada fiscal foi o chute no traseiro. Mas foi o Cunha quem autorizou a investigação do criminoso. Golpe.

    O que ameaça a democracia brasileira neste momento são as represálias de Eduardo Cunha contra o governo do PT, que não fez nada de mais: só regeu um esquema de assalto ao Estado para enriquecer o partido — e assim financiar eleições, aliados fiéis, votos no Congresso, imprensa de aluguel (que reproduzirá este artigo tomada de indignação progressista) e bons advogados para defender as trampolinagens dos guerreiros do povo brasileiro. Enfim, coisas que todo mundo faz. O mensalão e o petrolão não levaram Dilma e Lula ao banco dos réus porque este é um país sério, que está ocupado bloqueando o WhatsApp.

    Pois bem...

  • País fecha 945 mil vagas de emprego no acumulado do ano até novembro

    desemprego no brasilAs demissões superaram as contratações em 130.629 vagas em novembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgadas nesta sexta-feira (18) pelo Ministério do Trabalho. Este foi o oitavo mês seguido de fechamento de vagas formais.

    O resultado de novembro foi o pior para este mês desde o início da série histórica, em 1992. Até então, o pior resultado para meses de setembro havia sido registrado em 1998 – com 118.412 vagas fechadas.

    No acumulado do ano, até novembro, foram fechados 945.363 postos com carteira assinada. Com isso, o número de vagas perdidas em 2015 já supera o total de vagas criadas em 2014 (938.043).

    Leia também: Desempregado leva até dois meses para receber o seguro

    Já nos últimos 12 meses, o número de postos eliminados chega a 1,52 milhão.

    Com a redução de vagas formais, o número de trabalhadores com carteira assinada, em todo o país, também tem recuado. No fim de novembro de 2014, um ano atrás, 41,78 milhões de pessoas tinham emprego com carteira no Brasil. No mês passado, o número de trabalhadores empregados já tinha recuado para 40,26 milhões – o menor patamar desde março de 2013.

    Na véspera, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a taxa de desemprego no Brasil recuou para 7,5% em novembro, abaixo da desocupação registrada no mês anterior, de 7,9%. Esse, porém, é o maior índice para o mês desde novembro de 2008, quando chegou a 7,6%.

    Setores

  • Para Moody's, situação no Brasil 'não é tão ruim quanto na Croácia'

    Mauro Leos, da Moody's, afirmou que revisão do rating do Brasil não está nos planos da agênciaO analista sênior de ratings soberanos da agência de classificação de risco Moody's, Mauro Leos, afirmou que o Brasil ainda não está tão mal como outros países que perderam o grau de investimento nos últimos tempos pela agência. "Se e quando nós mudarmos nossa visão, não será pelo que outros acham, mas se a evolução se diferenciar do que esperamos", disse durante mesa redonda em Nova York para discutir perspectivas para o Brasil nesta terça-feira, 22. 

    Leos também afirmou que não está nos planos da agência uma revisão da classificação de risco do País: "Eu diria que não faremos nada este ano e, no mais cedo, minha ideia é que uma revisão seria no segundo semestre de 2016", disse.  

Mauro Leos, da Moody's, afirmou que revisão do rating do Brasil não está nos planos da agência

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O analista afirmou que prevê recessão no Brasil neste e no próximo ano, como também contas fiscais fracas nos dois períodos. No evento realizado na Americas Society/Council of the Americas, Leos disse também que há elementos no país que ainda suportam o grau de investimento.

"Ainda que o Brasil esteja passando por tempos difíceis e que haja claras fraquezas no país, não é tão ruim quanto na Croácia", afirmou, destacando que após 2016, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil pode voltar a crescer na casa dos 2% e o superávit primário ficar em 2%. Leos frisou que a expectativa da Moody's pode não se verificar, mas é preciso esperar para ver.

Durante a mesa redonda, Leos ressaltou que a dívida bruta do Brasil em relação ao PIB vai sair da casa dos 55% para 70%, mas lembrou que outros emergentes com a mesma classificação que a economia brasileira, como a Índia, têm o indicador neste patamar.

No caso da economia indicada, ele citou que o índice está na casa dos 65%, nas Bahamas em 68% e na Croácia saiu de 35% para quase 100% nos últimos oito anos. Além da piora da dívida, nos últimos 5 anos, a Croácia teve crescimento negativo nos últimos anos e a média de expansão no país europeu nos últimos 10 anos foi de 1%. Na Hungria, o país tem alta exposição a moeda estrangeira, enquanto o Brasil tem , entre outros indicadores, reservas internacionais elevadas. 

  • Por conta da crise compras em supermercado tiveram mudança forçada

    grafico compras supermercadosA crise está mudando os hábitos dos consumidores é o que mostra a Pesquisa de Hábitos de Consumo dos Frequentadores de Supermercado em Belo Horizonte – feita com 650 pessoas –, e divulgada nesta quarta durante a Superminas, no Expominas, em Belo Horizonte. “O mercado vem mudando. Só que agora é uma mudança forçada por causa da atual fase da economia brasileira”, observa o superintendente da Associação Mineira de Supermercados (Amis), Adilson Rodrigues. Nos últimos três meses, 35% dos consumidores diminuíram as compras.

    Para Rodrigues, com inflação mais alta e emprego em baixa, o consumidor está ainda mais sensível ao preço, o que vem ajudando a incrementar as vendas dos produtos de marca própria. Segundo o levantamento, 51,5% dos consumidores entrevistados têm o hábito de comprar tais produtos nos supermercados. O principal motivo para a escolha da marca própria, segundo 57,7% dos consumidores, são os preços baixos.

    Segundo levantamento da Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (Abmapro), as marcas próprias são mais baratas que as tradicionais de 15% a 20% e, em alguns casos, a economia pode chegar a 30%.

    Com menos dinheiro para gastar, Rodrigues ressalta que o consumidor está cada vez mais atento às promoções. Entre os fatores de escolha de um supermercado, as ofertas tiveram 13,8% das menções neste ano, bem maior que em 1995 (10%).

    E nem mesmo o Natal – considerada a melhor data do ano em vendas – vai fazer o consumidor colocar a mão no bolso, já que a maioria (43,5%) pretende gastar menos e 38,4% dos entrevistados devem manter o mesmo valor gasto em 2014.

    O “pé no freio” no consumo vai funcionar até no Natal. É que a confiança do consumidor dos supermercados está em baixa. Numa escala de 1 a dez, a maior parte (32,1%) está pouco confiante na melhoria da economia para o ano que vem.

    O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Bruno Falci, frisa que o consumidor agora só está comprando o necessário.

    Menos temporários contratados

  • Por falta de dinheiro, eleições de 2016 serão manuais, diz portaria da Justiça

    dou sobre eleicoesPor falta de dinheiro, as eleições municipais de 2016 serão realizadas manualmente. É a primeira vez que isso acontecerá desde 2000, quando todo o eleitorado brasileiro começou a votar eletronicamente. A informação de que o contingenciamento impedirá eleições eletrônicas foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 30.

    "O contingenciamento imposto à Justiça Eleitoral inviabilizará as eleições de 2016 por meio eletrônico" diz o artigo 2º da Portaria Conjunta nº 3, de 27 de novembro de 2015. 

    Leia também: EUA podem endossar oficialmente tese de fraude eletrônica nas nossas eleições 2014

    A portaria foi assinada  pelos presidentes dos Supremo Tribunal Federal (STF), TSE, Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Superior Tribunal Militar (STM), Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) e seus respectivos conselhos.

    A portaria informa ainda que ficam indisponíveis para empenho e movimentação financeira um total de R$ 1,7 bilhão para STF (R$ 53,2 milhões), STJ (R$ 73,3 milhões), Justiça Federal (R$ 555 milhões), Justiça Militar da União (R$ 14,9 milhões), Justiça Eleitoral (R$ 428,9 milhões), Justiça do Trabalho (R$ 423 milhões), Justiça do DF (R$ 63 milhões) e Conselho Nacional de Justiça (R$ 131 milhões).

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    As urnas eletrônicas foram utilizadas pela primeira vez em 1996. Mas, somente nas eleições do ano 2000, todo o eleitorado votou eletronicamente.

    Em nota, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que deixará de receber R$ 428,7 milhões. Segundo o texto, a falta do dinheiro vai prejudicar na aquisição e manutenção dos equipamentos para a realização da eleição do ano que vem. "Esse bloqueio no orçamento,  compromete severamente vários projetos do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). O impacto maior reflete no processo de aquisição de urnas eletrônicas, com  licitação já em curso e imprescindível contratação até o fim do mês de dezembro, com o comprometimento de uma despesa estimada em R$ 200 milhões", diz a nota. 

    Ainda de acordo com o texto, a não conclusão da licitação das urnas causará "dano irreversível e irreparável" à Justiça Eleitoral. O TSE fala também em "ameaça de grave lesão à ordem, por comprometer as eleições". "As urnas que estão sendo licitadas tem prazo certo e improrrogável para que estejam em produção nos cartórios eleitorais. Na espécie, não há dúvida que o interesse público envolvido há que prevalecer, ante a iminente ameaça de grave lesão à ordem, por comprometer as Eleições Eletrônicas Municipais de 2016."


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  • Re­ces­são ex­pul­sa alu­nos das es­co­las par­ti­cu­la­res

    escola publicaA cri­se na eco­no­mia bra­si­lei­ra es­va­ziou as sa­las de au­la das es­co­las par­ti­cu­la­res em Be­lo Horizonte. Tra­di­ci­o­nal­men­te, no mês de ja­nei­ro, es­sas ins­ti­tui­çõ­es já es­ta­vam com su­as gra­des de en­si­no mon­ta­das e era di­fí­cil con­se­guir ca­dei­ras pa­ra no­vos alunos. Mas, es­te ano, 85% das es­co­las pri­va­das em Mi­nas Ge­rais es­tão com va­gas oci­o­sas e, na es­pe­ran­ça de pre­en­chê-las, pro­lon­ga­ram a ma­trí­cu­la pa­ra o mês de março. Na ou­tra pon­ta, cres­ce o nú­me­ro de es­tu­dan­tes na re­de pública. O cre­den­ci­a­men­to de alu­nos no en­si­no gra­tui­to su­pe­rou, e mui­to, as ex­pec­ta­ti­vas da Se­cre­ta­ria de Es­ta­do de Edu­ção de Mi­nas Ge­rais (SEE). O ór­gão es­ti­ma­va 150 mil ins­cri­çõ­es na re­de, po­rém, fo­ram 166.399 ins­cri­tos pa­ra o ano de 2016.

    No fim do ano pas­sa­do, as es­co­las anun­ci­a­ram aos pais os no­vos re­a­jus­tes que, em mé­dia, fi­ca­ram em 15% pa­ra os pre­ços das mensalidades. So­man­do aí a in­fla­ção e o de­sem­pre­go, o re­sul­ta­do es­te ano é de uma di­mi­nui­ção de 7% de alu­nos den­tro das sa­las de au­la do en­si­no pri­va­do, con­for­me da­dos do Sin­di­ca­to das Es­co­las Par­ti­cu­la­res de Mi­nas Ge­rais (Si­nep MG). “Além dis­so, mui­tas es­co­las in­fan­tis, ge­ral­men­te pe­que­nas, fe­cha­ram as por­tas por não te­rem clientes. Na mai­o­ria das ve­zes, os pais de alu­nos das clas­ses C, D e E, ho­je com o or­ça­men­to mais aper­ta­do, es­tão vol­tan­do com seus fi­lhos pa­ra a re­de pú­bli­ca”, co­men­ta o pre­si­den­te do sin­di­ca­to, Emi­ro Barbini. Se­gun­do ele, a si­tu­a­ção é tam­bém no­ta­da no en­si­no su­pe­ri­or, prin­ci­pal­men­te, no tur­no da noite.

  • Sorbon encerra atividades e demite 65 em Divinópolis

    sorbonA tradicional empresa divinopolitana Sorbon, que trabalhava com a distribuição dos sorvetes Kibon na região, encerrou as atividades nesta terça-feira, 1º. Ao todo, 65 funcionários foram dispensados.

    O fechamento encerra 44 anos de história. O comunicado da decisão foi feito aos empregados ainda na tarde de hoje.

    A empresária Keila Fagundes confirmou as informações à redação, e ressaltou que outras empresas do grupo continuarão funcionando normalmente. A única atividade a ser encerrada é a da distribuição de sorvetes Kibon.

    comunicado fechamento sorbon

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