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imigrantes

  • Crise e falta de perspectiva levam os brasileiros a tentar a vida em outro país

    tchau brasilNos últimos meses há um movimento incomum nos aeroportos brasileiros, cada vez mais brasileiros embarcam sem data para voltar. Resultado da crise financeira, política e moral que o Brasil tem passado, mas principalmente pela falta de perspectiva no futuro; fato é que o êxodo de brasileiros para outros países é cada vez maior.

    O que vemos hoje só tem precedente na história quando os moradores de Governador Valadares partiram em massa para os Estados Unidos, isso lá pelos anos 70.

    Independente do resultado do impeachment na próxima semana o sentimento do povo brasileiro é de que levaremos anos para recuperar os estragos que a incompetência dos políticos e a corrupção gerenalizada causou na segurança pública, saúde, educação e principalmente na economia.

    Alguns anos atrás quem procurava trabalho no exterior eram operários da construção civil, empregadas domésticas ou garçons para bares e restaurantes, mas hoje o perfil do brasileiro que quer estabelecer no exterior mudou; são engenheiros, dentistas, advogados, médicos e principalmente aposentados que buscam qualidade de vida e estabilidade para a família.

    Segundo o diretor da Zeos Travelling agência de viagens nunca tantos divinopolitanos procuraram por passagens aéreas, vistos e acompanhamento para imigrar em outros países. Com a abertura da loja da Zeos Travelling em Portugal muitos brasileiros têm procurado a agência em busca de informações sobre como morar em Lisboa ou em outras cidades portuguesas. Ainda segundo o diretor da empresa a orienteção que sua equipe têm passado é para que as pessoas comprem um pacote para Lisboa (hoje em torno de R$ 2700,00 por pessoa com passagem aérea e cinco noites em hotel) para conhecer um pouco mais sobre o país e assim não se arrepender futuramente por uma mudança radical e sem o devido planejamento.

    A filial da Zeos Travelling em Portugal auxilia os brasileiros que desejam se mudar para lá, inclusive orientando quanto a documentação, emprego e moradia. Quem tem interesse pode entrar em contato com uma das lojas da Zeos Travelling aqui em Divinópolis (clique aqui e veja os endereços).

    PORTUGAL É MAIS FÁCIL QUE OUTROS PAÍSES

  • Ele era filho de um imigrante sírio. E sem a livre imigração o mundo não o teria conhecido.

    steve jobsAs últimas décadas representaram um marco para a humanidade. Reduzimos distâncias e barreiras, permitimos aos cidadãos de todo o mundo terem um melhor acesso à informação e a trocarem ideias que resultassem em avanços nas mais diversas áreas. Nos últimos anos, governos de quase todos os países do mundo abraçaram a causa da integração econômica, defenderam reduções de barreiras comerciais, o livre fluxo de capital e todo o repertório do economês conveniente na hora de realizar negócios. Do outro lado da globalização, entretanto, aquele que diz respeito à mão de obra, ganhou pouca ou nenhuma importância. O livre fluxo de pessoas é uma pauta definitivamente longe da maior parte dos governos ao redor do mundo.

    Como que para nos lembrar das consequências trágicas deste contraste, o mundo assiste a pior crise de migração do século. Vivendo seus próprios apuros, de origem econômica, a Europa apresenta reações diversas. Apenas em 2015, 330 mil refugiados chegaram ao continente pelo Mediterrâneo, dos quais 2.500 perderam suas vidas na travessia.

    Ao chegarem em território europeu, porém, a batalha continua: é a hora de enfrentar a forte resistência de grupos radicais xenofóbicos e de anti-imigrantes dos mais diversos credos. A Alemanha, por exemplo – país que deve receber 800 mil pedidos de visto este ano, número 4 vezes maior do que no ano passado – vê uma crescente onda de grupos neonazistas invadirem as manchetes dos principais jornais. Na conturbada Grécia, grupos mascarados atacam botes para evitar que cheguem à costa. Na internet, por todos os cantos, crescem acusações de que a imigração é orientada e amparada por motivações políticas – não é incomum lidarmos com questionamentos sobre a escolha dos países no norte europeu como destino dos refugiados sem levar em conta que países como o Líbano e Turquia, vizinhos à Síria, já possuem juntos 3 milhões de refugiados.

    Nesta semana, a imagem do menino Aylan Kurdi, de 3 anos, encontrado morto em uma praia na Turquia, vítima de um naufrágio, mostrou ao mundo aquilo que já deveria estar cicratizado. Em uma guerra, os mais prejudicados são sempre os inocentes. O impacto de uma fotografia é por si, capaz de provocar inúmeras mudanças – e já vimos algumas desde então, como a crescente manifestação de apoio aos imigrantes na Alemanha ou a repentina proposta do primeiro-ministro Finlandês de oferecer sua casa de campo para abrigar famílias de refugiados. Para compreender e implementar mudanças reais entretanto, não é preciso ir muito adiante e sonhar com uma utopia futura. O passado pode e deve nos servir muito bem de lição.

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