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  • Comportamento

    Lidar com o nosso comportamento já é algo complicado, então aceitar o comportamento dos outros é terrível. Para ajudá-lo a se entender e a compreender os outros, o DiviCity.com traz artigos de vários escritores que tratam como ninguém a personalidade das pessoas.

  • Consumir menos para viajar mais

    homem viajando o mundoRecentemente, vários blogs de viagem repercutiram o resultado de um estudo do professor de psicologia Thomas Gilovich, da norte-americana Cornell University, segundo o qual investir em experiências traz mais felicidade do que consumir bens materiais. Não sei se essa fórmula funciona para todo mundo. Mas o fato é que a minha vida está orientada a esse sentido: consumir o mínimo para experimentar o máximo.

    Já gostei de roupa de marca, tive carro do ano, me endividei por motivos fúteis e gastei pequenas fortunas em tratamentos estéticos. Hoje em dia, essas mesmas coisas simplesmente não me despertam o menor interesse – carro, por exemplo, não tenho há 15 anos. O desapego não foi uma decisão consciente e com data marcada. Não tenho nenhum guru. O processo aconteceu gradual e naturalmente (num ritmo que ganhou força na medida em que comecei a gostar mais e mais de viajar). E imagino que seja irreversível.

    Todas as minhas roupas cabem em duas malas grandes. Não me daria bem como blogueira de moda, mas isso não quer dizer que ande por aí molambenta (acredite, a gente não precisa de tanto para fazer bonito). A última peça de roupa que comprei foi em dezembro de 2015: uma malha de lã que substituiu uma anterior que estava velhíssima (tinha uns quatro anos). Antes disso, minhas últimas aquisições tinham acontecido em julho de 2015, durante a liquidação espanhola – quando geralmente aproveito para substituir algumas peças que estão sem condições. Veja bem: substituir. Somar já não interessa mais. Se algo entra, algo tem que ser descartado. A visão de um armário abarrotado hoje em dia de provoca aflição.

    Banner Zeos Travelling

    Viajar para consumir (alô, Miami) é, provavelmente, a última coisa que faria na minha vida. Compro pouquíssimo durante viagens – e apenas coisas com um mínimo de significado. Eis o que adquiri em dois meses de África até agora: enfeites pequenos em forma de passarinho, cremes de Aloe Ferox (uma planta milagrosa sul-africana), duas capas de almofadas artesanais e um colarzinho. Só. Não à toa, é raríssimo que eu dê dicas de compras no blog.

    Minha casa é gostosa e simples. Justamente por isso, não tenho o menor pudor em alugá-la a outros viajantes quando estou rodando o mundo. Basta a gente transferir o conteúdo do armário para algumas malas e voilá, há espaço de sobra para os novos moradores. O processo seria muito mais complicado se tivéssemos muitas coisas.

    E então muita gente me pergunta (e se pergunta) como é que conseguimos – maridão e eu – viajar tanto. Obviamente, isso tem a ver com um estilo de vida flexível (somos freelancers), com as facilidades que morar numa cidade como Barcelona oferece (não ter carro é uma delas) e com uma conjunção de outros fatores. Mas a base de tudo é matemática pura: consumir menos para viajar mais. Aquela maravilhosa jaqueta de couro que quase comprei no início do inverno, por exemplo, acaba de ser convertida em 10 dias numa praia em Moçambique. Quantas experiências você poderia ter vivido com o que investiu no seu último objeto do desejo? Será que você se lembrará dele com carinho daqui a dez anos? Pense nisso.

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  • Elson Penha da Silva

    Elson Penha é divinopolitano, engenheiro eletricista formado pela UFMG em 1968.

  • EMPREENDA-SE

    Leia em nosso caderno especial sobre EMPREENDEDORISMO todas as notícias, dicas e informações sobre como desenvolver e alavancar os eu negócio de maneira consistente e escalonável.

  • Eu votei no PT e fui trapaceado

    manifestacao pro impeachment dilmarousseff fred oliveiraQuem me conhece ou me segue pelas redes sociais deve estar estranhando o título deste post, no mínimo deve estar me pré julgando de incoerente, mas realmente eu votei no PT e hoje me sinto trapaceado. 

    Veja bem, eu não me sinto enganado e sim TRAPACEADO. Enganar é induzir ao erro, iludir-se, e trapacear é um contrato efetuado por meio de fraude. A diferença é que a eleição é um contrato entre o eleito e seus eleitores e no caso em questão esse contrato já era uma fraude e não fomos avisados.

    Trapacear:  s.f. Contrato que, efetuado por meio de fraude. Toda ação que está repleta de má-fé; aquilo que envolve logro; fraude.
    (Etm. trapa + aça)

    As pessoas mais próximas devem se lembrar quando, em 2002 na primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, eu dizia que votaria nele por acreditar que seria capaz de reduzir a corrupção no Brasil e compartilhar com os mais pobres esse dinheiro. Lula foi eleito e conseguiu grandes feitos para as classes sociais menos favorecidas, aumentando o poder de compra através de maior acesso ao crédito, além, claro, dos programas sociais de distribuição de 'dinheiro'.

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    Já em 2006 minha visão sobre o candidato e o Partido dos Trabalhadores não era tão romântica o que me levou a não repetir o voto da eleição anterior. Pelo meu prisma enxergava um governo populista e sem qualquer visão de futuro, fazendo valer o assistencialismo para se perpetuar -e virar o Deus dos manipuláveis- no poder, a inconsequência era tanta que durante a crise mundial de 2008 a primeira medida do Governo foi reduzir o IPI de certos produtos, o que só fez com que os pobres se endividassem ainda mais. Dar crédito e não dar educação é o mesmo que dar comida aos peixes do aquário o dia todo, ou seja, vão se matar de tanto comer.

  • Façamos uma auto crítica

    repressao policialQuem me conhece sabe que sou inquieto e muito crítico, com os outros e comigo mesmo. Também adoro viajar e já conheço alguns países, o que me dá tranquilidade para comparar a realidade de alguns lugares com o Brasil.

    Diante desse momento terrível que o nosso país tem passado, com a falência completa das instituições de poder e a derrocada dos valores, da ética, da cidadania e da moral do povo brasileiro, vide o que anda acontecendo no estado do Espírito Santo onde pais de família saqueiam lojas "aproveitando-se" da greve dos policiais militares, me deparei com o vídeo abaixo onde brasileiros que moram no Canadá dizem quais valores gostariam de ver aplicados aqui no Brasil.

    Este trecho do vídeo deixa bem claro o que o Canadá tem de valoroso e diferente do Brasil: "Você pensa também nos outros... Você pensa em construir o ambiente que você está, que seja bom para todo mundo, porque isso faz crescer o país e junto com isso você também cresce."

    É muito interessante e didático, se você tiver auto crítica.

    Assista!

  • Ser conveniente é diferente de ser ético e você deveria saber disso

    honestidadeÉ lamentável como as pessoas estão agindo nos últimos tempos, guiam-se pela "conveniência" e não pelos valores, a ética, o justo, o moral, a civilidade e principalmente pela honestidade. E assim deixam-se levar pelo momento, esquecendo completamente do dia de amanhã.

    Pode me considerar um cara antigo ou ultrapassado, mas para mim uma relação (social, amorosa ou profissional) só pode ser vantajosas se for bom para os dois lados, se os dois tiverem lucros, como meus pais me ensinaram e a vida me mostrou.

    Cada dia que passa fico mais decepcionado ao ver o caminho que as relações estão tomando e não vejo muito futuro para uma sociedade com embasamento no "conveniente".

    Ser conveniente é ser volúvel, ser manipulável e agir sem pensar nas consequências. Ser conveniente é querer levar vantagem em qualquer situação e não considerar o preceito do que é justo.

    - É conveniente, então hoje eu posso dizer o que penso nas redes sociais, mesmo que seja uma falácia e que possa causar graves problemas a outra pessoa.

    - É conveniente, então hoje eu posso usar uma pessoa para atingir os meus objetivos, mesmo que sejam os mais sórdidos e mesquinhos.

    - É conveniente, então hoje eu posso romper com um contrato e acusar o outro por não ter cumprido com a sua parte, mesmo que tudo esteja claro, limpo, transparente e tenha sido assinado por todos.

    - É conveniente, então hoje eu posso apossar de um bem de outra pessoa, afinal a outra pessoa deveria ter sido mais esperta e não 'ter dado bandeira'.

    - É conveniente, então hoje eu posso julgar alguém pelas suas atitudes, esquecendo que também tenho meus defeitos, cometo meus erros e amanhã posso ser julgado por todos eles.

  • Viajar é bom para qualquer idade e bolso

    Viaje Aqui especialista nas melhores viagens

    Precisa-se de dinheiro e de tempo, recursos valiosíssimos e quase escassos. Precisa-se de um pouco de coragem também para cair no mundo de uma maneira desapegada. Mas o que é preciso mesmo para, finalmente, fazer aquele mochilão no exterior que tanta gente tem feito, menos você (até agora), é planejamento, garantem “mochileiros profissionais”.

    “Dinheiro é um desafio, mas as pessoas, de forma geral, não se dão conta de que viajar não precisa ser tão caro assim, se houver um planejamento bem-feito. Viajar, principalmente sozinho, e pra quem nunca fez isso, pode ser assustador, mas, superado isso, é fantástico. Você pode conhecer gente no meio do caminho e também aprender a lidar com a sua própria presença. O mais difícil de se conseguir é ter um período específico para poder viajar”, enumera Rafael Sette Câmara, do blog 360 Meridianos, com uma volta ao mundo e mochilões por Europa, África do Sul e América do Sul, incluindo o Brasil no currículo.

    O primeiro passo para tirar o mochilão do papel, ele ensina, é decidir o(s) destino(s). Podem ser destinos que te interessam, mas também é importante ficar atento às oportunidades, como promoções de passagens para determinado país ou região. “Comprar com antecedência de quatro a seis meses já é uma maneira de não gastar muito”, completa.

    Compradas as passagens, é hora de estruturar o roteiro e começar a fazer as contas dos gastos diários na estrada. “É muito fácil economizar com hospedagem. Quem nunca mochilou tem medo de hostel, mas não há motivo. É um ambiente com gente com o mesmo objetivo, que é mochilar. Tem ainda o couchsurfing, uma opção de hospedagem gratuita. Dá para economizar com comida também, optando pelos restaurantes onde os locais comem, que têm comida mais barata. É possível também usar a cozinha do hostel”, exemplifica.

    Aos 60

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