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  • 5 lições de carreira que são uma furada para empreendedores

    Mulher enlouquecendoQuando um funcionário decide ter seu próprio negócio, costuma ouvir uma série de comentários desanimadores. Nessa hora, é preciso que esse futuro empreendedor separe as recomendações valiosas daquelas que se baseiam na experiência com outra forma de trabalhar: a de empregado.

    Antes, um aviso: mesmo entre os que optaram por trabalhar para uma empresa, há uma diferença fundamental entre os funcionários preocupados com o emprego atual e os que pensam em cuidar da carreira como um todo (os chamados “intraempreendedores”). “O gestor do emprego trabalha para pagar as contas do mês e não assume desafios nem riscos. Já quem faz a gestão da carreira sempre busca crescer, motivado pela autorrealização. Olha para sua empresa, mas também olha o mercado e enxerga oportunidades”, afirma Fernanda Schroder, coordenadora de carreiras do Ibmec/MG.

    Mesmo assim, ser um intraempreendedor não é o mesmo que ter um negócio próprio. Para Adriano Augusto, consultor do Sebrae de São Paulo, a principal diferença é a autonomia. “O empreendedor tem que ser responsável por tudo que a empresa faz, enquanto o funcionário tem uma autonomia parcial e enxerga o que é de sua alçada”, explica. “Por mais que se fale em intraempreendedorismo, há um limite para essa atuação. Um empreendedor muitas vezes sofre da solidão da liderança, enquanto um funcionário trabalha majoritariamente em equipe”, afirma.

    Mas, como fugir dos conselhos prontos se você ainda está começando no mundo do empreendedorismo? Praticando o autoconhecimento. “Se você sabe o que o motiva, é mais natural ser impermeável aos conselhos dos outros”, afirma a mentora Patricia Cotton, da Upside Down Thinking. Portanto, para ser um empreendedor, é preciso desafiar padrões e estar pronto para fazer o contrário do que se costuma ouvir por aí.

    Nessa linha, selecionamos abaixo cinco conselhos muito comuns, mas que não servem para quem pretende ter sua própria empresa. Veja, a seguir, quais são eles:

    1. “Foque apenas na sua área de atuação”

  • 6 dicas para você parar de se preocupar sem necessidade

    preocupacao aflicaoNo mundo em que vivemos, é muito difícil não ter alguma preocupação. Agendas lotadas e medo de que algo de ruim aconteça com quem amamos são apenas alguns dos momentos de aflição que temos durante o dia.

    A preocupação pode ser positiva. Com a ajuda dela, fica mais fácil honrar os compromissos, por exemplo. No entanto, em excesso, toda essa aflição tem o efeito contrário: ao se preocupar demais com um ou dois fatores, você pode se esquecer de outros pontos importantes da vida.

    Vale dizer ainda que muitas preocupações em nossa vida são desnecessárias. Às vezes, o ideal é só deixar as coisas acontecerem. O difícil é enfiar esse otimismo em nossas cabeças. Uma reportagem, publicada originalmente na "Inc.", mostra truques para te ajudar a não se preocupar sem motivo. Confira as dicas, respire fundo e acredite que tudo dará certo:

    1. Faça uma lista

    Listas sempre ajudam a ter uma visão mais ampla de uma situação. Por isso, enumere todas as suas preocupações. Você terá a impressão, vendo tudo o que te aflige no papel, de que essas preocupações não são tão grandes assim. Além disso, este primeiro momento é útil para pensar no que pode ser feito para que nenhum dos itens te incomode em um futuro breve.

    2. Trabalhe bastante

  • 7 Conselhos De Como Lidar, Superar E Ainda Crescer Durante A Crise Atual

    como lidar com a crise 4Nota de crédito do Brasil rebaixada…

    Dólar e Euro batendo recordes atrás de recordes de alta…

    Metas que não são colocadas… E que depois serão (incrivelmente) dobradas…

    É… Talvez realmente o Brasil esteja em crise. Pelo menos é o que todo mundo está dizendo, não é verdade?

    Se isso então é verdade, e estamos realmente em um período de crise, como lidar e sobreviver a ela? Não só isso: como ainda crescer durante um período de crise e recessão como a atual?

    Para ajudar você com isso escrevi esse artigo.

    Como muitos vão agir durante a crise…

    São algumas dicas de como eu, pessoalmente, vou lidar com essa dita crise e como recomendo que você faça o mesmo. E já adianto:

    Ao final desse artigo você vai entender porque estou tão animado com essa tal “crise”. Por quê? Porque acredito – e logo você vai entender – que essa possa ser simplesmente a melhor oportunidade que você terá em muito tempo!

    Mas para entender isso, vamos direto a dica número Uno:

    #1. Será que você deve cortar o cafezinho?

  • As 11 profissões que estarão em alta no Brasil em 2016

    profissaoSem perspectiva no curto prazo de melhora do cenário econômico e político, eficiência e redução de custos devem continuar como os principais objetivos das empresas para 2016. No mercado de trabalho, isso significa, na prática, que 2016 será um ano de menos especialistas e mais generalistas; menos coordenadores e mais analistas. Será também um ano de menos engenheiros,de acordo com análise da consultoria Michael Page.

    Ao contrário do foi previsto para este ano, quem domina a lista das profissões em alta para os próximos doze meses são, principalmente, aqueles profissionais com especialização em ciências contábeis. "Independentemente da profissão ou da área, o profissional mais demandado será aquele orientado à redução de custos e ganho de eficiência - nas áreas de TI, vendas, jurídico e tesouraria", diz Henrique Bessa, diretor-geral da Michael Page.

    As profissões indicadas como 'alta demanda' compõem cinco áreas que podem contribuir mais no corte de gastos, reestruturação interna e de dívida e posicionamento com o cliente em momentos de crise. São elas: Logística, Tecnologia da Informação (TI), Finanças, Jurídico e Marketing Digital. Este último ganhou relevância por poder contribuir com inteligência de mercado, posicionamento frente às concorrentes e manutenção de produto competitivo.

    Segundo Bessa, grande parte dos profissionais contratados ano que vem será alocada em cargos de substituição ou referentes à reorganização interna da empresa. A premissa só não vale, segundo o diretor, para setores que estão sendo beneficiados pela alta do dólar e tiveram um bom 2015, como empresas exportadoras e do setor de celulose e proteína animal. Estas devem investir mais em cargos que possam ajudar em sua expansão.

    Abaixo, confira quais são as 11 profissões que estarão em alta em 2016:

    Tecnologia da Informação (TI)

  • As 3 piores consequências da "espiadinha" para sua produtividade

    bbb 16Se você clicou neste texto achando que eu ia falar de BBB 16, errou! A espiadinha a que me refiro não é do Bial, é a do Zuckerberg e cia limitada. Independente das polegadas da sua tela, os males causados pelo voyeurismo virtual são inúmeros. Cientistas muito mais feras do que eu já evidenciaram que as redes sociais podem deixar nossa vida mais triste por mostrarem uma versão editada dos fatos alheios, mas que acreditamos ser real e acabamos nos comparando a essa "imagem".

    Uma recente pesquisa da Universidade de Michigan (EUA) constatou que usar o Facebook passivamente, meramente observando as atividades e fotos de seus conhecidos ou pessoas famosas, pode aumentar o sentimentos de tristeza e inveja ao longo do tempo. Com isso, as pessoas estão sujeitas à perda de referenciais por se apegarem a algo líquido e efêmero, como diria Bauman.

    Leia também: A grana que você perde quando deixa pra depois!

    Mas eu vim falar aqui sobre a (má) influência dessa espiadinha passiva na sua produtividade. Ao mesmo tempo que recorrer à carismática tela do "é gratuita e sempre será" te dá o álibi de uma pausa necessária, você pode estar pagando um preço muito alto que repercutirá a longo prazo na suas futuras conquistas. Dá uma olhada (ops!):

  • Casal viaja o mundo e ganha até R$ 28 mil por foto no Instagram

    jack e lauren tripViajar o mundo e ainda ganhar dinheiro compartilhando fotos. Quem não queria uma vida assim? É isso que faz o casal Jack Morris, 26 anos, e Lauren Bullen, 23, que ganha até US$ 9.000 (mais de R$ 28 mil) por foto publicada no Instagram.

    Jack tem 2 milhões de fãs na rede social, enquanto Lauren soma 1,2 milhão de seguidores. O casal consegue acumular dinheiro o suficiente das marcas e companhias de turismo que patrocinam suas publicações.

    Jack --que é britânico-- e Lauren --australiana—se conheceram no começo do ano passado em Fiji. Desde então, os dois estão viajando pelo mundo e compartilhando belíssimas fotos, mas têm um “quartel general” em Bali, na Indonésia.

    Recentemente Jack compartilhou no blog do casal (Do You Travel) algumas dicas para alcançar a fama no Instagram. "Eu edito todas as minhas fotos sempre no mesmo estilo, com a minha própria iluminação", revelando o efeito “sonhador” dos registros.

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  • Como aproveitar as oportunidades da crise

    Bolsa de ValoresA China provocou um chacoalhão nas Bolsas mundo afora, derrubando os preços das ações e criando o que muitos chamam de oportunidade. Quem tem um pouco de conhecimento sobre investimentos cogita: “Será que, com essa queda, não está na hora de investir nas ações que ficaram baratas?”.

    A resposta é: “Talvez” sim. Sempre que observamos uma queda significativa na Bolsa local ou pelo mundo, estamos diante de um bom momento para ir às compras de ações. No mínimo, é a oportunidade de comprar papéis a um preço mais baixo do que muitos pagaram há alguns dias. Porém, é preciso levar em consideração que os preços estão em baixa por dois motivos: parte pelo efeito manada causado pelo pânico das quedas nas Bolsas (os investidores somem pelo medo generalizado, não porque o negócio está em crise), parte pela real perda de valor das empresas (quando o mundo vislumbra uma significativa redução nos negócios daquele setor ou daquela empresa).

  • Conheça Ricardo Nunes, o dono da Ricardo Eletro

    Ricardo Nunes, o dono da Ricardo EletroMineiro de Divinópolis, o empresário Ricardo Nunes chefia, aos 40 anos, uma rede de 280 lojas de eletrodomésticos espalhadas por nove estados brasileiros, com 11 mil colaboradores diretos. O grupo começou com uma loja, instalada em Divinópolis há 20 anos, em sociedade com um irmão. De lá, chegou a BH e, desde então, a expansão nunca mais parou.

    Há dez anos, Ricardo Nunes passou a morar na capital de Minas, de onde comanda pessoalmente o dia a dia da rede de lojas. “Adotei BH e quero morrer aqui. Começa pelo clima. Eu sinto a diferença. Estou chegando da Bahia quase morrendo de calor”, compara. Ele considera que a capital tem experimentado grande avanço na infraestrutura, mas precisa, principalmente, de mais segurança. E é exatamente isso que ele daria de presente à cidade.

    Entrevista

    Mineiro, casado e pai de duas filhas, Ricardo Rodrigues Nunes auto define-se como um trabalhador. Com voz marcante e simplicidade de um vendedor de comércio popular, o presidente da Ricardo Eletro atendeu a reportagem do Pergunta sem agendamento prévio e interferência de assessores, sentado numa mesa de cozinha exposta no mostruário de uma de suas lojas.

    Naquele dia, uma terceira unidade havia sido inaugurada na cidade, além de uma megastore em Ribeirão Preto. Órfão de pai aos 12 anos e com estudos até o ensino médio, ele conta nessa entrevista como conseguiu colocar sua rede, que começou como uma pequena loja em Divinópolis (MG) entre as quatro maiores redes varejistas do Brasil. São 280 lojas em nove Estados. Além disso, fala sobre seus planos de expansão e como foi entrar na terra do Magazine Luiza. Confira.  

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    Pergunta - Como surgiu a rede Ricardo Eletro?
    Ricardo Rodrigues Nunes
    - Surgiu em Divinópolis, Minas Gerais. Comecei a ir em São Paulo buscar ursinho de pelúcia e, nas viagens, passei a observar os eletrodomésticos. Depois, montei uma lojinha de 20 metros quadrados, já com o slogan de cobrir qualquer oferta do Brasil e um modo diferente de pensar em varejo. Todo mundo tem manias antigas de querer comprar por R$ 100 e vender por R$ 200. Eu comecei a comprar por R$ 100 e vender por R$ 130, menor que todo mundo.

    Pergunta - De quem você herdou o dom para vendas?
    Ricardo Nunes
    - Meu pai era vendedor de bijuterias, relógios, essas coisas. Mas eu perdi meu pai aos 12 anos e minha mãe continuou os negócios buscando as mercadorias em São Paulo. Para ajudar, passei a buscar os ursinhos e montei a loja. Isso faz mais de 18 anos.

    Pergunta - Como é o seu dia-a-dia?
    Ricardo Nunes
    - Minha vida continua a mesma, apenas com algumas modificações e menos tempo, mas ainda trabalho como vendedor com a barriga encostada no balcão. Saio de casa às 7 horas, chego no serviço 7h30 e trabalho até as 23 horas, todo dia, eu e o Rodrigo, meu irmão.

    Pergunta - A rede hoje é formada por quantas unidades?
    Ricardo Nunes
    - São 280 lojas presentes em nove Estados brasileiros e, agora, estamos entrando no interior do Estado de São Paulo, onde pretendemos crescer muito. Vimos que no Estado tem muitas cidades boas, que suportam nosso ritmo, essa garra de vender. Não adianta você fazer uma oferta barata e não ter quem comprar. Precisamos de público para vender em escala.

    Pergunta - Você imaginava que a rede ganharia essa proporção em tão pouco tempo?
    Ricardo Nunes
    - No princípio, não. Depois de algum tempo, percebemos que tínhamos possibilidade e capacidade de competir. Concorremos direto com Casas Bahia e Magazine Luiza em todos os Estados que estamos, com exceção do Nordeste. Respeitamos todos os nossos concorrentes, mas, hoje, estamos em quarto lugar no ranking do varejo em termos de tamanho. A indústria tem um foco na gente, temos condições e escala para anunciar, que é algo fundamental no varejo. A briga é de igual para igual. Quando comecei com a rede há 18 anos, já existia esse povo do tamanho que eles estão hoje e nós conseguimos crescer e brigar de frente com eles.

    Pergunta - Em outras entrevistas, o senhor disse admirar o fundador das Casas Bahia, Samuel Klein. Isso é verdade e por quê?
    Ricardo Nunes -
    Sim. Admiro muito o dono das Casas Bahia porque ele entende muito de gente. Acho que é um exemplo para todos nós, isso não resta dúvida. Mas, num primeiro momento, não me inspirei nele e sim nos comerciantes locais, depois fui crescendo e comecei a conhecer mais sua história. Admiro muito o trabalho deles.

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    Pergunta - E como é entrar no mercado de Franca, a terra do Magazine Luiza?
    Ricardo Nunes
    - Para nós é uma experiência diferente, mas acho que o Magazine Luiza aqui é igual ao de qualquer outro lugar. Assim como estamos em Franca, também estamos em Minas. É lógico que estamos na sua terra natal, por isso se tem um certo cuidado. Eles estão mais presentes na operação, mas temos um jeito diferente de trabalhar. Não trabalhamos com brindes, promoções, com nada. Eu brigo é com o preço. Não adianta dar um caminhão de prêmios e não ter preço. Uma televisão minha é R$ 599, passei ali (no Magazine do Centro) agora e lá está R$ 799, R$ 200 mais cara. Com esse dinheiro, dá para ir numa casa lotérica, comprar bastante Mega Sena e tentar a sorte.

    Pergunta - Como a Ricardo Eletro consegue oferecer preços menores do que os da concorrência?
    Ricardo Nunes
    - Nossa política sempre foi oferecer preço baixo e, para isso, é preciso ter um volume de vendas maior, escala. Então, para vender uma prancha de cabelo por R$ 19,90, poderíamos vender por R$ 39,90, seria barato ainda, mas ao invés de ganhar R$ 10 numa unidade, prefiro ganhar apenas R$ 1 e vender 20 mil pranchas. Nosso conceito é diferente de todos os que existem hoje, por isso temos crescido e os consumidores têm percebido isso. Você pega um MP3, que anunciamos por R$ 99, na concorrência é R$ 150, até R$ 160.

    Pergunta - Há um comentário de que a rede trabalha muito com marcas desconhecidas do consumidor. O senhor concorda?
    Ricardo Nunes -
    Isso é mentira. Pode olhar tudo. Brastemp, Electrolux, Philips, CCE, LG. Pelo contrário, nosso mix de eletrodomésticos é três vezes maior do que o dos concorrentes. Trabalhamos com tudo mesmo, desde o produto mais simples até o mais caro. Nessa loja aqui você encontra quase que 60 modelos de geladeira, passei em um concorrente tinha 20. O volume é bem diferente, basta olhar para você ver, não precisa falar nada. Falar que a gente trabalha (apenas) com marca simples é mentira, trabalhamos com tudo. Somos o terceiro maior vendedor de Plasma e LCD do Brasil.

    Pergunta - O senhor já conhecia Franca? Quais são os planos para a cidade?
    Ricardo Nunes -
    Já conhecia Franca antes e pretendemos melhorar mais nossa operação aqui. Queremos crescer no mercado local, melhorar os pontos. No primeiro momento,  inauguramos as lojas que eram da Mig, são 86 (3 em Franca), depois vamos começar a ampliar os pontos. Franca suporta mais umas três lojas dessa e também temos interesse no shopping da cidade.

    Pergunta - Como surgiu o interesse pela compra das Lojas Mig? Há planos para comprar outras redes menores?
    Ricardo Nunes
    - Surgiu porque a Mig tinha interesse de sair do ramo. O ex-dono da Mig está mais velho e não tem sucessor. Ficamos sabendo da oportunidade e através da HSBC/Losango, nossa operadora, mostramos interesse nas lojas e fechamos o negócio. Só não posso falar em valor porque é sigilo de contrato. É nossa política. Hoje, por exemplo, temos notícias de que há 129 cidades no Estado de São Paulo consideradas boas e nós queremos entrar em todas. Onde houver uma cidade legal, estaremos lá.

    Fonte: Uai com Comercio da Franca

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  • Consultoria lista profissões que devem sumir do mapa em 2025

    call center telemarketingOs avanços da tecnologia empurram o mercado de trabalho para mudanças cada vez mais drásticas e transformadoras. De acordo com uma análise feita pela consultoria Ernst & Young, com base em diversos estudos, até 2025 um em cada três postos de trabalho devem ser substituídos por tecnologia inteligente. Em nove anos, há previsão da possível extinção de profissões operacionais, como operador de telemarketing, caixa e árbitros, e uma maior demanda por carreiras que lidem diretamente com tecnologia de ponta, como designer especializado em impressão 3D e designer de realidade virtual (veja a lista abaixo).

    — O mercado, nos próximos anos, aposta em profissionais que têm facilidade de se relacionar com várias culturas e perfis diferentes ao mesmo tempo. O grande ponto para que você tenha sucesso não está ligado necessariamente ao que você sabe e sim a como você consegue interpretar, analisar e interligar os dados disponíveis — afirma Antonio Gil, sócio da área de Gestão de Pessoas da Ernst & Young no Rio.

    José Augusto Figueiredo, presidente no Brasil e vice-presidente na América Latina da consultoria LHH, lembra que a robotização é um tópico inevitável neste debate. Segundo ele, todas as forças de trabalho que podem ser eficientemente substituídas por máquinas, uma hora ou outra, deixam de existir.

    — É o caso dos caixas de banco, cada vez menos procurados em função dos dispositivos eletrônicos, ou profissionais que cuidavam do check-in em companhias aéreas, uma atividade que foi praticamente toda robotizada — ilustra ele.

    Por outro lado, como pondera Figueiredo, carreiras pautadas na interpretação humana e na emoção tendem a oferecer mais segurança neste sentido.

    — Dificilmente uma enfermeira, um psicólogo ou um gestor de pessoas será substituído desta maneira — menciona ele.

  • Empreendedor cria sacolé de Chandon

    chandonleOs sacolés (ou geladinhos, gelinhos ou dindins, como são chamados dependendo da região) são bastante consumidos no país. Normalmente, são feitos de sucos de fruta, custam menos do que sorvetes e picolés e fazem a alegria das crianças. Agora, um empreendedor carioca criou uma variação requintada do sacolé: o Chandonlé, que mistura o espumante Chandon com frutas.

    O criador desse sacolé gourmet é Ruan Nemeczyk, 27 anos. Nascido em Lontras (SC) e morando no Rio de Janeiro desde bebê, Nemeczyk é formado em contabilidade e trabalha em uma consultoria.

    Ele diz que teve a inspiração para o negócio no Carnaval deste ano. Durante os festejos, é proibido beber em garrafas de vidro. Como as garrafas de espumante são sempre deste material, o empreendedor concluiu que os sacolés poderiam ser uma alternativa aos foliões amantes de Chandon.

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    Seu primeiro teste foi em um bloco pré-Carnaval. Nemeczyk preparou cerca de 70 unidades e as vendeu rapidamente. No Carnaval, seu produto fez sucesso. Foi aí que ele percebeu que sua ideia poderia ser um bom negócio.

    Depois da folia, parou por um tempo para estruturar o negócio. No começo, Nemeczyk vendia os sacolés em um isopor comum. Hoje, a apresentação melhorou. O isopor é personalizado e o Chandonlé é servido em uma taça, que fica como um presente para os clientes.

    Leia também: 7 Conselhos De Como Lidar, Superar E Ainda Crescer Durante A Crise Atual

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    O Chandonlé é vendido em três sabores: morango, coco e abacaxi com hortelã. A unidade custa R$ 10. Nemeczyk não revela suas margens, mas diz que a lucratividade do produto é boa.

    Após o Carnaval, Nemeczyk levou seu negócio para as praias da zona sul. Começou vendendo em Ipanema, mas estabeleceu-se na praia do Leblon ao perceber que, ali, o movimento era maior.

    O empreendedor também marca presença em eventos de food trucks. Nessas ocasiões, como a venda de embalagens de vidro é permitida, Nemeczyk também vende garrafas de Chandon. Cada uma custa R$ 30.

    Atualmente, o empreendedor concilia a venda dos sacolés gourmet com o trabalho na consultoria. Mas afirma que deve se dedicar exclusivamente ao negócio próprio caso as vendas do verão sejam boas. No futuro, Nemeczyk planeja abrir champanherias que tem o Chandonlé como carro-chefe. Franquear o negócio também é uma possibilidade considerada por ele.

  • Seis passos para sua loja estar preparada na Black Friday

    black fridayA Black Friday, no próximo dia 27, é umas das datas mais esperadas pelo varejo online. Para se ter uma ideia da força desse evento para o e-commerce, no ano passado a data registrou um faturamento de R$ 1,16 bilhão, segundo dados da E-bit.

    E não são apenas os consumidores que podem se planejar para as compras. Os lojistas também devem estar preparados para o grande volume de vendas e tráfego intenso. Customizar a loja virtual com o tema, oferecer atendimento 24 horas e utilizar redes sociais para chamar a atenção do público são estratégias para promover as vendas.

    Leia também: Revista 'Forbes' ironiza Black Friday brasileira e diz que é 'o dia da fraude'

    Confira algumas dicas para ficar preparado:

    1 – Customize sua loja

    Os usuários não vão saber que seus produtos estão com ofertas especiais se você não deixar isso claro. Customize seu site para a data e garanta que as informações sejam claras para o consumidor. Promover a sua loja com banners também chama a atenção dos visitantes.

    2 – Ofereça um site seguro

    Os golpes costumam ocorrer com frequência maior na Black Friday, justamente porque os clientes ficam mais vulneráveis a acreditar em ofertas sedutoras. Os lojistas precisam ficar atentos e cumprirem exigências dos protocolos de segurança. É importante mostrar ao consumidor que a compra será segura e livre de possíveis fraudes.

    3 – Observe os concorrentes

  • Serasa recruta pessoa para viajar pelo país e ganhar R$ 100 mil

    nomade digital Viajar pelo Brasil durante um ano colhendo histórias da vida financeira dos brasileiros e ganhar 100 mil reais de salário anual pelo trabalho. A descrição da vaga aberta no SerasaConsumidor, braço da Serasa Experian, é digna do site que a empresa montou para receber as candidaturas: www.oempregodossonhos.com.br

    Pessoas maiores de 18 anos que gostem de viajar, conhecer pessoas, escrever, fazer vídeos e tirar fotos podem se candidatar até o dia 13 de agosto.

    O roteiro de trabalho do inclui 40 cidades e capitais como Fortaleza e Maceió e, além do salário de 100 mil reais por ano, benefícios como transporte, hospedagem, alimentação e plano de saúde. É fundamental que a pessoa esteja apta a viajar de 4 de setembro de 2017 a 31 de agosto de 2018.

    Promoção de viagemPor onde passar, o profissional vai entrevistar consumidores entender sua vida financeira e os mecanismos de tomada de decisão em relação a crédito e finanças. As histórias vão ser contadas por texto, fotos, vídeos e postagens nas redes sociais.

    Processo seletivo totalmente digital A Serasa aceita inscrições até 23h59 do dia 13 de agosto na página O Emprego dos Sonhos e ao se inscrever o candidato responde a seis perguntas sobre seu perfil. No dia 14, começa a segunda fase cuja principal tarefa é fazer um vídeo de até 45 segundos sobre educação financeira.

    Os vídeos ficarão disponíveis na página de candidaturas e as pessoas poderão votar no que preferirem até 19 de agosto. Os dez mais votados pelo público vão para final junto com cinco selecionados pela equipe do SerasaConsumidor.

    Os 15 finalistas serão convidados para entrevista individual por Skype. O profissional contratado será revelado no dia 25 de agosto.

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  • Três dicas de Marcelo Tas para fazer a diferença no empreendedorismo

    marcello tasVocê o conhece da TV, talvez tenha até acompanhado seus personagens quando era ainda criança. Mas dá para imaginar como uma carreira como a de Marcelo Tas se constrói, ou o que ele faz quando não está em frente às câmeras?

    Uma dica: Tas nunca teve carteira de trabalho. Antes de se formar engenheiro, foi "picado pelo vírus" da comunicação e, logo em seguida, pelo do empreendedorismo. Começou a editar um jornal de humor da faculdade, montou um coletivo com outros talentos do entretenimento e, inspirado por esse grupo, tomou coragem para abrir a própria produtora.

    A Supernormal foi seu primeiro negócio, pelo qual começou a trabalhar com emissoras e veículos, e que dura até hoje. Além dela, Tas também empreende na Donaranha, agência digital criadora de teias - internas, no que diz respeito à comunicação dentro das empresas, e externas, quanto à forma de se posicionarem e ouvirem seus públicos.

    Leia também: 5 lições de carreira que são uma furada para empreendedores

    Interatividade, por sinal, junto com o humor e a educação, são os 3 pilares em que Tas baseia suas decisões. Um dos grandes desafios, no entanto, é se desvencilhar de uma relação de dependência entre seu nome e seus negócios. Não que isso seja um desafio exclusivo de pessoas públicas: qualquer empreendedor deve entender como sua essência sobrevive, mesmo quando ele não estiver por perto. E tão importante quanto, como usar sua essência para fazer a diferença.

    Aqui estão os destaques dessa mentoria online:

    As oportunidades nunca serão lineares. Confie na sua intuição.

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