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  • Estudo sugere que mulheres são sempre bissexuais ou gays

    beijo lesbicoUm estudo da Universidade de Essex, no Reino Unido, sugere que as mulheres são bissexuais ou homossexuais – nunca heterossexuais. A pesquisa foi publicada no site do Centro Nacional de Informação Biotecnológica dos Estados Unidos.

    Os cientistas mostraram uma série de vídeos de homens e mulheres nus para 235 mulheres. O resultado foi baseado em indicadores, como a dilatação de pupilas, em resposta a estímulos sexuais.

    De acordo com a pesquisa, 82% das mulheres ficaram excitadas com as imagens de ambos os sexos. Das mulheres que se identificaram como heterossexuais, 74% sentiram forte atração sexual por pessoas do mesmo sexo e do oposto.

    Já as lésbicas se sentiram mais excitadas com os vídeos de mulheres nuas do que os de homens nus. Isso significa que as mulheres homossexuais, assim como os homens, tendem a ser mais fiéis às suas preferências sexuais.

  • Movimento Gay de Divinópolis promoverá encontro para debater saúde e direitos humanos

    movimento gay de divinopolisDe 25 a 27 de setembro será realizado em Divinópolis o “Encontro de Entidade Militantes na Promoção da Saúde, Cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) e Direitos Humanos. A iniciativa conta com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis (Semusa), por meio do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), e tem como objetivos promover um encontro das diversas entidades e movimentos de defesa dos direitos humanos, da saúde e da população LGBT em Minas Gerais.

    Nesta sexta-feira (25/09), às 20h, será realizada a abertura solene no Teatro Usina Gravata. Neste sábado (26/09), a partir das 9h da manhã, os trabalho do encontro terão início no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), localizada na rua Alagoas, nº 60. Serão debatidos assuntos ligados a saúde e direitos humanos. No dia 27, também a partir das 9h, na OAB acontece a 1ª Conferência Livre LGBT irá discutir as demandas deste grupo e eleger os delegados, que irão participar da conferência estadual em outubro.

  • Público gay sai do armário e migra para “lugares héteros”

    bar gay belohorizonteBares e baladas gays foram fundamentais no processo de autoaceitação da homossexualidade do analista de sistemas Stênio Morais, 36. “Eu estava me conhecendo e experimentando, então não podia me expor em qualquer lugar. Eu ainda não estava certo se era isso mesmo que eu queria”, lembra. Dez anos se passaram e, além da certeza de gostar de pessoas do mesmo sexo – ele acabou de decidir que vai se casar com seu companheiro –, Morais tem outra convicção: não precisa mais ir aos lugares gays para manifestar sua sexualidade com tranquilidade.

    O comportamento do analista de sistemas reflete o que pode ser uma mudança de comportamento do público homossexual de Belo Horizonte, que, cada vez mais, tem saído da toca gay e se arriscado a frequentar bares e baladas, até então, tidos como heterossexuais.

    Leia também: "Não cabe ao Estado dizer que tipo de família deve existir"

    Essa situação foi vivida por Morais, que, curiosamente, parou de frequentar a cena gay assim que se assumiu homossexual. “Prefiro ir a bares de rock, mas beijo meu namorado normalmente e nunca sofri nenhuma reação que me assustasse”.

    Conforme avaliam clientes e empresários do setor, o fechamento de alguns bares e baladas gays, nos últimos 12 meses, que fizeram fama na capital pode ter relação com essa aceitação maior que os homossexuais vêm tendo nos demais ambientes. E exemplos dessa mudança não faltam. Entres os estabelecimentos que baixaram as portas total ou parcialmente aparecem Anda, no bairro Santo Antônio, On Board, no Santa Agostinho – ambos na região Centro-Sul –, e Estúdio da Carne, no Santa Efigênia, na região Leste da capital.

    Mudança. A proprietária do Anda, a empresária Denise Martins, aponta a possibilidade de o gay não mais ficar restrito aos guetos como um dos fatores que minaram o sucesso do estabelecimento, que viveu dias áureos ao reunir até 600 pessoas, que se espremiam na casa durante as noites de sábado no período entre 2002 e 2013. “O público gay está migrando muito para as casas heterossexuais. Hoje, um casal homossexual senta em qualquer bar, e ninguém pode falar nada, por isso essa caída nos lugares gays”, avalia.

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