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  • #MeuAmigoSecreto, nova investida feminina contra o machismo velado

    meu amigo secreto 02Mais uma campanha em prol da integridade feminina foi lançada nos últimos dias nas redes sociais, aproveitando o engajamento esperado nesta quarta-feira, 25 de novembro – dia de luta mundial contra a violência contra as mulheres e de novos protestos no Brasil contra o projeto de lei que dificulta o acesso à pílula do dia seguinte em postos públicos. Com a hashtag #MeuAmigoSecreto, as mulheres querem agora denunciar o comportamento incoerente de pessoas de sua convivência – aquelas que não se julgam machistas ou preconceituosas, mas são.

    Campanha nas redes se torna viral ao denunciar as atitudes machistas do cotidiano

    A primeira grande iniciativa do gênero foi a campanha #MeuPrimeiroAssédio, que se tornou viral no fim de outubro, quando milhares de pessoas se mobilizaram nas redes para contar suas histórias de abuso na infância e na adolescência. Esse novo movimento usa a tradicional brincadeira do Amigo Oculto, comum durante a troca de presentes de fim de ano, para mostrar como muitas pessoas têm comportamentos que contrariam a imagem que querem passar para os amigos. “Denuncie o machismo”, pede a página criada para receber denúncias no Facebook.

    #MeuAmigoSecreto adora sexo, mas acha que, se a mulher quer transar no primeiro encontro, não serve pra namorar, afinal, se ela transa de primeira, ela é uma puta”, diz um dos relatos. “#MeuAmigoSecreto é cristão, antifeminista, 'pró vida' e casado... Mas, quando a amante engravidou, procurou cytotec (pílula abortiva) até na China” ou “#MeuAmigoSecreto vive perguntando: ‘Por que você é feminista, se as mulheres já conquistaram tudo o que queriam?'”, dizem outros.

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    Novamente, a potência da mobilização virtual está em visibilizar casos clássicos de machismo velado, cotidiano – especialmente violento por ser aceito e praticado. O assunto já entrou para os temas mais comentados no Facebook e no Twitter na terça-feira (24) e deve render hoje mais um dia de denúncias anônimas (ou não). Veja um mapa que mostra o alcance da campanha no twitter em tempo real e em nível mundial.

    “Por que será que conseguimos nos ver nas narrativas de mulheres que estão do outro lado da tela, do bairro, do país e do mundo?”, escreveu a militante Carla Vitória no blog da Marcha das Mulheres. “A resposta está numa força que rege e organiza toda a sociedade. Essa força opera sobre o trabalho, a sexualidade e os corpos das mulheres, incluindo a cabeça. E martela, martela todos os dias para que nós, mulheres, não pensemos como as sujeitas livres que devemos ser. O nome dessa força é patriarcado”.

    Siga a página da campanha: https://www.facebook.com/Meuamigosecreto-1663557723892037/timeline

  • Após ler mensagem no Facebook, mulher mata marido a facadas no PR

    homem morto facebookUma mulher matou o marido a facadas por causa de uma mensagem na rede social da vítima, na cidade de Paranaguá, no litoral do Paraná, na última sexta-feira (29). A suspeita está presa.

    De acordo com a polícia, Adner Dubiela, de 26 anos, havia bebido e discutido com a mulher, Hellen Eiglmeier Mendes, também de 26.

    Por volta de 5h30, ela pegou uma faca para se defender e acabou acertando o companheiro no peito. No entanto, o exame do Instituto Médico Legal prova que a mulher teria intenção de matar, devido à profundidade e a força do golpe. O corpo foi encontrado no chão da sala da casa, situada no bairro Palmital.

    A briga do casal teria começado depois que Hellen flagrou uma conversa suspeita no Facebook do companheiro, ainda segundo a polícia.

    Hellen está presa na Delegacia de Paranaguá e se diz arrependida do que fez. O casal tem um filho de dois anos.

  • Botões de amor e ódio no Face

    novos botoes de curtir no facebookComo alertara o ululante conselheiro Acácio, existem mais reações e sentimentos no mundo do que supõem os botões do Facebook.

    O menino Mark Zuckerberg continua econômico em matéria de curtição, sinceridade ou zoeira. No que obriga o cronista de costumes, banal no último, a seguir com sugestões para enriquecer a edificante rede social responsável pelo maior número de intrigas entre colegas de trabalho, tretas de amigos, demissões na firma, arranca-rabos de vizinhos, alterações no serpentário dos parentes e barracos no relacionamento — do tipo sério ou do tipo fuleiro.

    Sem se falar no mal maior nos lares doces lares: a capacidade do usuário do Facebook deixar o arroz queimar no fogo. Coitado do meu saudável sete grãos, tudo sempre perdido.

    Melhor serventia teria se eu cedesse a panela de alumínio ao nobre vizinho para os seus protestos contra Dilma e o sapo barbudo. Coitado. Ele não pode continuar estragando as suas Mauviel, Garcima, Gordon Ramsay e outros tantos utensílios de grife com esse governo sem classe. Chupa, Tramontina!

    Roupa suja

  • Facebook quer usar realidade virtual para “teletransportar” você para outros lugares

    facebook realidade virtualO Facebook quer construir um “teletransporte”. Mas não se empolgue, não estamos perto de sumir um lugar e aparecer em outro. Lembra que a empresa comprou a Oculus? Pois é usando a realidade virtual que a empresa de Mark Zuckerberg quer levar você para outros lugares.

    De acordo com o Business Insider, o Facebook quer construir um dispositivo de realidade virtual que, nas palavras do diretor de tecnologia Mike Schroepfer, permita que você esteja “em qualquer lugar, com quem você quiser, apesar dos limites geográficos”.

    Claro, por mais que isto seja mais viável do que desintegrar e reconstruir em outro lugar todas as partículas do seu corpo, ainda é um desafio. O Business Insider fala em três lacunas que precisam ser preenchidas no atual ecossistema da realidade virtual: ainda não é possível ver a si mesmo usando os óculos, imitar o ambiente ainda é muito difícil e, por fim, as pessoas precisariam poder construir seus próprios mundos.

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    Leia também: Os bastidores de um filme pornô filmado em realidade virtual

    Algumas destas soluções estão engatinhando. A Oculus apresentou recentemente o Touch, um sistema de controle que faz você “ganhar” mãos no mundo virtual, e está desenvolvendo uma ferramenta chamada Medium, que permite fazer esculturas em realidade virtual. Além disso, a Oculus comprou recentemente uma empresa chamada Surreal Vision, especializada em reconstrução de cenas em 3D.

    Apesar de ainda estar muito distante, é uma possibilidade tentadora para a rede social. Será que no futuro poderemos entrar nos GIFs animados de gatinho que povoam nossos feeds? Eu iria adorar.

  • Nesta foto há mamilos e mensagem racista, o que censura o Facebook?

    free the nippleO alemão Olli Waldhauer costuma apontar sua câmera fotográfica para as ruas de Cuba ou Tel Aviv, de frente para casas quase abandonadas na Turquia e em festas multiculturais de Berlim. Na semana passada, o autodenominado fotógrafo político usou o Facebook para fazer algo diferente de seu discurso habitual criando uma enorme polêmica.

    Ler uma nova mensagem xenófoba na rede social foi a gota que fez o copo transbordar para o alemão na hora de criar esse protesto, contou ao EL PAÍS por telefone. Então decidiu postar o retrato de uma mulher de topless perto de um homem segurando um cartaz que diz: “Não compre dos turcos”. O termo “kanaken” exibido é uma gíria depreciativa para chamar em alemão os imigrantes turcos e que, nesse caso, combina com um slogan bem conhecido dos tempos do nazismo. A mensagem que acompanhava a foto de Waldhauer era clara e, infelizmente, certeira: “Apenas uma dessas duas pessoas está quebrando as regras do Facebook”.

    Leia também: Fotógrafa Raquel Duarte expõe a sua sensualidade e intimidade na internet

    Sua imagem, censurada pela rede social, lembrava que as regras sobre nudez na companhia de Mark Zuckerberg são muito rigorosas, enquanto os comentários racistas não são e muitos deles não são eliminados. Acontecia o mesmo com quem tentava compartilhar o post original e a mensagem desaparecia em poucos minutos. Somente os usuários que autocensuravam os mamilos da mulher conseguiam apresentar a proposta de Waldhauer, que procurava “chamar a atenção do discurso duplo desta rede social”, comentou ele mesmo em várias entrevistas.

    Até poucos dias atrás, admitiu para o EL PAÍS, ele não sabia da existência da campanha Freethenipple que defende relaxar as regras estritas das redes sociais em relação à nudez. Chegou a ela depois que muitos usuários recomendaram que desse uma olhada depois de conhecer seu protesto. Também foram muitos os que conheceram seu trabalho fotográfico por causa desse desencontro midiático: “Ganhei mais de 600 novos seguidores no meu perfil profissional do Facebook em menos de 12 horas”, diz. Mas o artista defende que o potencial desse novo meio como arma artística e política “não seria nada sem um bom conteúdo que faça com que as pessoas queiram compartilhar”.

    Por causa da impossibilidade de publicar a imagem original, Waldhauer fez uma captura de tela da mensagem com a qual o Facebook anunciou a retirada da foto e perguntou: “Pode me dar uma explicação, Sr. Facebook? Entenderam realmente o que estamos fazendo? Isso seria bom. #NippelStattHetze”.

  • Petistas e tucanos usam campanha do Facebook para trocar farpas

    sensacionalistas cria video amigos lulaA campanha “Dia do Amigo” lançada pelo Facebook nesta quinta-feira (4) para celebrar os 12 anos de existência da rede social se tornou uma ferramenta de trocas de farpas entre petistas e tucanos. A empresa de Mark Zuckerberg liberou aos usuários um recurso para a criação de vídeos com fotos e outras interações para recordar momentos especiais ao lado de seus melhores amigos. Políticos e simpatizantes aproveitaram para apontar os "amigos" pouco confiáveis dos adversários.

    Os senadores Lindberg Farias (PT-RJ) e Gleisi Hoffmann (PT-PR) postaram em suas respectivas contas no Facebook um vídeo com uma montagem dedicada ao PSDB. As imagens mostram os tucanos Aécio Neves, senador por Minas Gerais, e Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, ao lado de personalidades como o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha – investigado na Operação Lava Jato –, e o ator pornô Alexandre Frota. Além disso, o vídeo relembra escândalos políticos em que o partido da social-democracia esteve envolvido como a suposta compra de votos no Congresso, em 1997, para garantir a reeleição do então presidente Fernando Henrique Cardoso.

    O site Sensacionalista, por sua vez, publicou um vídeo para o ex-presidente Lula com fotos do petista ao lado do ex-ministro José Dirceu, condenado pelo esquema de corrupção do mensalão, e de antigos rivais do PT como José Sarney, Renan Calheiros e Fernando Collor. As imagens ainda satirizam Lula com uma montagem do político ao lado do icônico vilão Darth Vader, do filme Star Wars, das vilãs de novela Carminha e Odete Roitman.

    Veja o meu vídeo do Dia do Amigo! #friendsday

    Publicado por Sensacionalista em Quinta, 4 de fevereiro de 2016


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  • Vida virtual após a morte

    tumulo facebookQualquer que seja a forma de imortalidade que o futuro nos reserve –holograma ou avatar, cura ou clonagem–, já existe uma da qual dispomos hoje mesmo: a permanência nas redes sociais, uma forma de vida virtual póstuma que a bem da verdade deixa o defunto tão gelado quando já estava, mas de certa forma deposita uma cópia dele na nuvem, para consolo dos seus seres queridos, ou pelo menos dos amigos de Facebook. Gostemos ou não, essa é a maneira de morrer nesta aurora do terceiro milênio, e faltar com ela começa a parecer tanta desconsideração quanto usar gravata vermelha em velório.

    Por mentira que pareça, o Facebook não tem nem dez anos, mas 30 milhões de usuários seus já morreram, seguindo esse fatídico costume de todas as coisas biológicas neste vale de lágrimas. Esse é, portanto, o número de almas que andam penando pelo lado escuro da rede social de Mark Zuckerberg. É como se uma Xangai e meia de espectros digitais pairasse pelo hiperespaço –a cidade mais povoada do outro mundo–, e os efeitos disso estão aparecendo por toda parte.

    Não é raro, por exemplo, que lhe chegue um pedido de amizade de um morto, o que pode levá-lo a certa, digamos, inquietação filosófica. O Facebook, aliás, oferece a possibilidade de criar uma conta em homenagem a usuários que já nos deixaram, e há sites como o espanhol Duelia.org que se dedicam exclusivamente a esse tipo de coisa. Outras empresas, como o Grupo Mémora, permitem compilar o legado digital do finado, o que pode acabar sendo pavoroso, ao menos em certos casos. Felizmente, há outras firmas, como a Postumer.com, que se empenham em fazer justamente o contrário: eliminar as contas do morto e apagar sua passagem por este mundo, para começar do zero em outro. As pessoas morrem, e para a maioria parece corriqueiro o que vai acontecer com todas as suas curtidas e tuítes. Mas o legado digital cresce sem medida: quase 55 milhões de fotos são publicadas mensalmente no Flickr, o Youtube aloja centenas de milhares de vídeos diariamente, e um em cada cinco habitantes do planeta tem uma conta no Facebook.

    Apesar de tudo isso, os enterros, cremações e funerais continuam sendo tão reais como antes da invenção do transístor, embora nem por isso permaneçam imunes aos avanços tecnológicos. Um terço dos participantes de enterros, por exemplo, tira selfies no cemitério, e muitos deles postam a foto no Instagram sem nem esperar o caixão baixar, segundo um estudo com 2.700 pessoas encomendado pela funerária britânica Perfect Choice Funerals. Não se sabe ao certo por que a empresa quis fazer a pesquisa; talvez cogite alugar paus de selfie na hora em que o cortejo fúnebre aparece. Nessas horas difíceis, afinal, sempre há quem esqueça o seu casa.

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