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  • Minas Gerais se torna a Bélgica brasileira das cervejas artesanais

    cervejas artesanais mgQuando alguém pensa na gastronomia de Minas Gerais, logo vêm a mente itens como pão de queijo, doce de leite, torresmo e cachaça. Mas nos últimos anos essa lista ganhou um novo produto: a cerveja artesanal. Não é à toa que o Estado vem sendo chamado de “a Bélgica brasileira”, uma referência ao país europeu mais famoso por suas cervejas artesanais. É da Bélgica que vem a cerveja trapista, produzida por monges e considerada uma das melhores do mundo. Além da qualidade, há quantidade: são mais de 1.500 cervejarias.

    Minas Gerais não fica para trás e já ganhou destaque no cenário cervejeiro mundial, com rótulos especiais e uma produção intensa.

    A MELHOR CERVEJA ARTESANAL DO MUNDO

    O mercado das cervejas artesanais em Minas Gerais vem experimentando crescimento nos últimos anos e acabou coroado em abril de 2014, quando uma cerveja produzida pela Wäls, a Dubbel, ganhou medalha de ouro na World Beer Cup, a Copa do Mundo da Cerveja, evento bianual realizado nos Estados Unidos.

    Para chegar ao título de melhor do mundo, o rótulo da Wäls superou 4.800 cervejas de mais de 1.400 cervejarias de 58 países do mundo. Para completar a façanha, a cervejaria ainda levou a medalha de prata, com a Quadruppel.

    MERCADO EM MINAS CRESCE

    Minas aproveitou para surfar no crescimento que a bebida apresenta no Brasil. Segundo o Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas Gerais (SindBebidas), o mercado cresceu 21% no último ano, acima da média nacional, calculada em 12,6% pela Nielsen. No Estado, são produzidos mais de 50 tipos de cerveja.

    Para se ter uma ideia da força da cerveja artesanal em Minas Gerais, uma feira realizada em junho em Nova Lima, cidade que fica colada a Belo Horizonte e que desponta como um dos polos de produção da bebida no Estado, reuniu 20 cervejarias.

    O número deu um salto em menos de dois anos. Em 2013, eram 12 as cervejarias artesanais, que produziam 1 milhão de litros por mês. Para 2015, a expectativa é que essa produção dobre.

    INOVAÇÃO NAS RECEITAS É CARACTERÍSTICA DAS CERVEJARIAS MINEIRAS

  • Refrigerantes são o novo tabaco

    menino bebendo refrigeranteIndra Nooyi foi taxativa em sua última apresentação aos analistas de Wall Street. O refrigerante, admitiu, “é algo do passado”. As palavras da executiva chefe da PepsiCo soaram como se desse por perdida uma guerra travada também pela Coca-Cola e a Dr Pepper. Os consumidores que preferem água mineral, chá e bebidas energéticas aos refrigerantes aumentam cada vez mais. Isso está fazendo com que o consumo de bebidas gasosas caia a níveis de três décadas atrás.

    A quantidade de líquido consumida por um norte-americano é bem conhecida. São 680 litros por ano, o equivalente a três banheiras cheias até a borda. Isso significa que qualquer mudança de tendência no consumo é notada rapidamente, mesmo que seja mínima. Em outras palavras, quem compra um fardo de Dasani, Red Bull ou de Monster muito dificilmente comprará também um de Coca Zero, Diet Pepsi ou de Diet Mountain Dew, simplesmente porque substitui um pelo outro.

    Esse é o ponto de partida em um mercado saturado de refrigerantes. Um quarto de todo esse líquido consumido é de refrigerante e 27% das vendas pertencem à Coca-Cola. Apesar do vício do açúcar, a distância com outras categorias de bebidas cai rapidamente, porque cada vez mais pessoas evitam as prateleiras das colas. É um negócio em crise, segundo a JPMorgan. Isso se deve em boa parte, como diz a Morningstar, às políticas feitas no âmbito da saúde.

  • Um mês sem álcool faz muita diferença para o organismo. Confira os efeitos

    alcool consumo mulherDeixar de ingerir bebidas alcoólicas durante quatro semana traz benefícios mensuráveis para a saúde. É o que diz um estudo que deve ser apresentado durante a reunião anual da Associação Americana para o Estudo de Doenças do Fígado, realizada entre 13 e 17 de novembro, em São Francisco, nos Estados Unidos.

    O estudo mediu o impacto da abstinência temporária de álcool em 102 pessoas. De acordo com informações do jornal britânico The Guardian, os resultados mostraram que, após um mês sem álcool, os voluntários tiveram uma redução da fibrose do fígado (condição que pode levar à cirrose), da pressão arterial e da resistência à insulina, o que reduz a probabilidade de desenvolvimento do diabetes.

    Leia também: Deixar água do lado da cama à noite pode fazer mal à saúde

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    Embora o estudo ainda não tenha sido publicado na íntegra, os resultados divulgados são coerentes a de outra pesquisa já realizada por pesquisadores do mesmo instituto - Instituto do Fígado e da Saúde Digestiva da Escola de Medicina da University College London (UCLMS, na sigla em inglês). Em 2013, dez membros da equipe da revista britânica New Scientist que ficaram um mês sem consumir bebidas alcoólicas tiveram uma redução de 15% na gordura do fígado. Além de relatarem melhor qualidade no sono e maior concentração, os participantes perderam, em média, 1,5 quilo.

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