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  • Estudantes de Divinópolis são premiados em Olimpíada de Astronomia e Astronáutica

    obaMais de 100 estudantes de Divinópolis foram premiados na XVIII Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) que contou com 838 mil participantes em todo país. A competição realizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), reuniu 9.552 escolas, oito delas foram do município, sendo três escolas da rede municipal, duas estaduais e três particulares.

    A Cerimônia de entrega das medalhas do OBA será realizada em dois de dezembro de 2015, às 9h, no Teatro Gravatá. Dezoito alunos da rede municipal receberão medalhas de ouro, prata e bronze do OBA. Entre eles o estudante Vítor Alberto de Carvalho da Escola Municipal Otávio Olímpio de Oliveira, do Bairro Tietê com a medalha de ouro na competição.

    Premiações

    Dos 18 premiados, cinco receberão medalhas de prata e 12 de bronze. Somente os alunos da Otávio Olímpio de Oliveira receberão quatro medalhas de bronze. Já Escola Municipal São Geraldo do Centro ganhou oito medalhas de bronze. A Escola Municipal José Carlos Pereira no Bairro Belvedere II ganhou uma medalha de bronze com o estudante Gabriel Francino.

    Duas escolas estaduais também tiveram alunos premiados. A Escola Estadual Antônio Gonçalves registrou 22 alunos selecionados para receberem as medalhas. Doze pratas e o restante de bronze. Dois alunos da Escola Estadual Jovelino Rabelo receberão medalhas de bronze.

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    Três escolas particulares receberão medalhas nesta edição. Somente os estudantes da Crescer Podium receberão 44 medalhas, dentre elas cinco de ouro.

    Já os estudantes do Instituto Nossa Senhora do Sagrado Coração conquistaram 11 medalhas. Foi a escola com maior número de ouros: sete no total e quatro de prata. O Centro Recreativo Santa Clara (Cecri) conquistou quatro medalhas de bronze. A OBA é realizada por uma comissão de astrônomos profissionais pertencentes à Sociedade Astronômica Brasileira e por engenheiros da Agencia Espacial Brasileira.

  • Estudantes de escolas públicas dominam a UFMG

    UFMGO predomínio de alunos de escolas particulares nos cursos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) durou até o ano passado, já que pela primeira vez desde que o levantamento do perfil dos matriculados é divulgado os estudantes oriundos do ensino público foram os mais numerosos. Em 2016, foram 3.207 (54,51%) matrículas de alunos de escolas públicas, contra 2.461 (41,83%) dos de instituições privadas e 198 (3,37%) que frequentaram as duas modalidades de ensino.

    A diferença de 746 matriculados representa uma distância de 12,68 pontos percentuais e crescimento da presença de estudantes da rede municipal, estadual e federal da ordem de 18,6% ante o encolhimento dos que pagam para estudar de 11,5% na comparação com 2015. De acordo com o pró-reitor adjunto de graduação da UFMG, Walmir Caminhas, esse efeito reflete as políticas afirmativas, como a Lei das Cotas, que garante 50% das vagas para pessoas advindas do ensino público. “Alguns conseguiram entrar também pelo bom desempenho, superando os 50% garantidos”, afirma. Os dados são de entrevistas com os alunos e constam do relatório “Análise do perfil do aluno matriculado na UFMG : Vestibular 2012 ao Sisu 2016”, ao qual o Estado de Minas teve acesso com exclusividade.

    Essa abertura permitida pelos programas afirmativos criou oportunidades para estudantes que de outras formas não teriam condições de estudar na UFMG. É o caso da comunicóloga Jaiane Souza, de 22 anos, que mora em Sabará (Grande BH) e agora cursa o 1º período de letras. Ela ingressou na UFMG por meio das cotas raciais, depois de se formar em uma faculdade particular. “Inscrevi-me na UFMG sem muita pretensão, em 2015. Eu nem contava com a aprovação, porque a minha nota no Enem tinha sido muito baixa”, afirma.

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