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  • 5 lições de carreira que são uma furada para empreendedores

    Mulher enlouquecendoQuando um funcionário decide ter seu próprio negócio, costuma ouvir uma série de comentários desanimadores. Nessa hora, é preciso que esse futuro empreendedor separe as recomendações valiosas daquelas que se baseiam na experiência com outra forma de trabalhar: a de empregado.

    Antes, um aviso: mesmo entre os que optaram por trabalhar para uma empresa, há uma diferença fundamental entre os funcionários preocupados com o emprego atual e os que pensam em cuidar da carreira como um todo (os chamados “intraempreendedores”). “O gestor do emprego trabalha para pagar as contas do mês e não assume desafios nem riscos. Já quem faz a gestão da carreira sempre busca crescer, motivado pela autorrealização. Olha para sua empresa, mas também olha o mercado e enxerga oportunidades”, afirma Fernanda Schroder, coordenadora de carreiras do Ibmec/MG.

    Mesmo assim, ser um intraempreendedor não é o mesmo que ter um negócio próprio. Para Adriano Augusto, consultor do Sebrae de São Paulo, a principal diferença é a autonomia. “O empreendedor tem que ser responsável por tudo que a empresa faz, enquanto o funcionário tem uma autonomia parcial e enxerga o que é de sua alçada”, explica. “Por mais que se fale em intraempreendedorismo, há um limite para essa atuação. Um empreendedor muitas vezes sofre da solidão da liderança, enquanto um funcionário trabalha majoritariamente em equipe”, afirma.

    Mas, como fugir dos conselhos prontos se você ainda está começando no mundo do empreendedorismo? Praticando o autoconhecimento. “Se você sabe o que o motiva, é mais natural ser impermeável aos conselhos dos outros”, afirma a mentora Patricia Cotton, da Upside Down Thinking. Portanto, para ser um empreendedor, é preciso desafiar padrões e estar pronto para fazer o contrário do que se costuma ouvir por aí.

    Nessa linha, selecionamos abaixo cinco conselhos muito comuns, mas que não servem para quem pretende ter sua própria empresa. Veja, a seguir, quais são eles:

    1. “Foque apenas na sua área de atuação”

  • 7 Conselhos De Como Lidar, Superar E Ainda Crescer Durante A Crise Atual

    como lidar com a crise 4Nota de crédito do Brasil rebaixada…

    Dólar e Euro batendo recordes atrás de recordes de alta…

    Metas que não são colocadas… E que depois serão (incrivelmente) dobradas…

    É… Talvez realmente o Brasil esteja em crise. Pelo menos é o que todo mundo está dizendo, não é verdade?

    Se isso então é verdade, e estamos realmente em um período de crise, como lidar e sobreviver a ela? Não só isso: como ainda crescer durante um período de crise e recessão como a atual?

    Para ajudar você com isso escrevi esse artigo.

    Como muitos vão agir durante a crise…

    São algumas dicas de como eu, pessoalmente, vou lidar com essa dita crise e como recomendo que você faça o mesmo. E já adianto:

    Ao final desse artigo você vai entender porque estou tão animado com essa tal “crise”. Por quê? Porque acredito – e logo você vai entender – que essa possa ser simplesmente a melhor oportunidade que você terá em muito tempo!

    Mas para entender isso, vamos direto a dica número Uno:

    #1. Será que você deve cortar o cafezinho?

  • As 11 profissões que estarão em alta no Brasil em 2016

    profissaoSem perspectiva no curto prazo de melhora do cenário econômico e político, eficiência e redução de custos devem continuar como os principais objetivos das empresas para 2016. No mercado de trabalho, isso significa, na prática, que 2016 será um ano de menos especialistas e mais generalistas; menos coordenadores e mais analistas. Será também um ano de menos engenheiros,de acordo com análise da consultoria Michael Page.

    Ao contrário do foi previsto para este ano, quem domina a lista das profissões em alta para os próximos doze meses são, principalmente, aqueles profissionais com especialização em ciências contábeis. "Independentemente da profissão ou da área, o profissional mais demandado será aquele orientado à redução de custos e ganho de eficiência - nas áreas de TI, vendas, jurídico e tesouraria", diz Henrique Bessa, diretor-geral da Michael Page.

    As profissões indicadas como 'alta demanda' compõem cinco áreas que podem contribuir mais no corte de gastos, reestruturação interna e de dívida e posicionamento com o cliente em momentos de crise. São elas: Logística, Tecnologia da Informação (TI), Finanças, Jurídico e Marketing Digital. Este último ganhou relevância por poder contribuir com inteligência de mercado, posicionamento frente às concorrentes e manutenção de produto competitivo.

    Segundo Bessa, grande parte dos profissionais contratados ano que vem será alocada em cargos de substituição ou referentes à reorganização interna da empresa. A premissa só não vale, segundo o diretor, para setores que estão sendo beneficiados pela alta do dólar e tiveram um bom 2015, como empresas exportadoras e do setor de celulose e proteína animal. Estas devem investir mais em cargos que possam ajudar em sua expansão.

    Abaixo, confira quais são as 11 profissões que estarão em alta em 2016:

    Tecnologia da Informação (TI)

  • As 3 piores consequências da "espiadinha" para sua produtividade

    bbb 16Se você clicou neste texto achando que eu ia falar de BBB 16, errou! A espiadinha a que me refiro não é do Bial, é a do Zuckerberg e cia limitada. Independente das polegadas da sua tela, os males causados pelo voyeurismo virtual são inúmeros. Cientistas muito mais feras do que eu já evidenciaram que as redes sociais podem deixar nossa vida mais triste por mostrarem uma versão editada dos fatos alheios, mas que acreditamos ser real e acabamos nos comparando a essa "imagem".

    Uma recente pesquisa da Universidade de Michigan (EUA) constatou que usar o Facebook passivamente, meramente observando as atividades e fotos de seus conhecidos ou pessoas famosas, pode aumentar o sentimentos de tristeza e inveja ao longo do tempo. Com isso, as pessoas estão sujeitas à perda de referenciais por se apegarem a algo líquido e efêmero, como diria Bauman.

    Leia também: A grana que você perde quando deixa pra depois!

    Mas eu vim falar aqui sobre a (má) influência dessa espiadinha passiva na sua produtividade. Ao mesmo tempo que recorrer à carismática tela do "é gratuita e sempre será" te dá o álibi de uma pausa necessária, você pode estar pagando um preço muito alto que repercutirá a longo prazo na suas futuras conquistas. Dá uma olhada (ops!):

  • As marcas que viraram sinônimo de produtos

    produtos e marcasPergunte sobre a lista de compras do supermercado a uma dona de casa ou a um jovem que mora sozinho. Você provavelmente ouvirá em meio a itens de higiene pessoal e alimentos alguns nomes muito conhecidos que ilustram a competência de publicitários para construir a reputação de determinados produtos.

    Algumas marcas, ao longo da história, ganharam o status de "produto". Elas se tornaram sinônimos das categorias em que estão inseridas. Alguns exemplos: você compra hastes flexíveis ou Cotonetes? Lã de aço ou Bombril? Cola instantânea ou SuperBonder?

    Daniela Khauaja, coordenadora acadêmica de pós-graduação na ESPM, afirma que existem duas formas de uma marca tornar-se sinônimo de produtos ou serviços: ela pode ter dado início a uma categoria, como é o caso do Band-Aid, ou ter recebido grande investimento em comunicação. Outro ponto é a frequência com a qual os consumidores usam esses itens. "Essas marcas são normalmente muito utilizadas", diz. "Quando é um produto de massa, seja um bem ou serviço, ele tem mais chance por ter muita visibilidade."

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    O fato de estarem na 'boca do povo', como diria a expressão popular, não significa que essas marcas estejam livres de concorrência. Mas, como seus nomes estão muito atrelados a produtos, elas acabam sendo confundidas com a própria categoria. Isso, no entanto, não garante que o consumidor irá comprar o item daquela marca, mesmo que seja o nome dela que apareça na lista do supermercado. "Se não houver diferenciação, vai vencer aquele que tiver a melhor distribuição e eventualmente o melhor preço", diz Daniela. "O consumidor vai começar a achar que é tudo a mesma coisa."

    Ganhar status de "produto" tem vantagens que podem ir além das vendas. O reconhecimento oferece facilidades na hora de recrutar funcionários e levantar capital com investidores. "A lembrança do consumidor é a base para se ter uma marca saudável."

  • Cadernos Especiais

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  • Cliente se queixa de preço de bistrô e recebe resposta inusitada do dono do local

    mulher tomando chaO que era para ser uma queixa de um estabelecimento em York, feita no Trip Advisor, se tornou uma verdadeira "aula de economia", depois que o dono do estabelecimento resolveu explicar o porquê do "alto preço" de uma xícara de água com limão.

    Hannah C. escolheu o Bennett Café e Bistrô para ir com amigos e, de acordo com sua opinião, a experiência foi ruim.

    "Este lugar é absolutamente horrível. Fui ali para tomar um chá da tarde com alguns amigos, e estava com pouco dinheiro. Pedi então água quente com uma rodela de limão. Em primeiro lugar, a água não chegou junto com o bolo e a bebida dos meus amigos. Depois, me cobraram 2 libras (cerca de R$ 12) pela água quente e por uma fina rodela de limão. Quando eu perguntei porque estava sendo cobrada uma quantia tão alta por um pouco de água, o garçom disse, rudemente: 'bom, você sabe quando custa um limão?'. Sim, e definitivamente não é duas libras. Depois, ele me informou, erroneamente, que um bule de chá para uma pessoa (que foi o que me cobraram) custa o mesmo preço que um limão. Para demonstrar o quão ridículo isso era, meu amigo pediu um doce de chocolate, que custava 1,90 libras. Lugar horrível, sem dúvida não o recomendo, e o garçom rude que me atendeu deveria ser despedido. Não voltarei, e aconselharei meus amigos e familiares a não irem lá". O dono do Bennett, Jay Rayner, resolveu então responder a resenha.

    Leia também: As marcas que viraram sinônimo de produtos

  • Como aproveitar as oportunidades da crise

    Bolsa de ValoresA China provocou um chacoalhão nas Bolsas mundo afora, derrubando os preços das ações e criando o que muitos chamam de oportunidade. Quem tem um pouco de conhecimento sobre investimentos cogita: “Será que, com essa queda, não está na hora de investir nas ações que ficaram baratas?”.

    A resposta é: “Talvez” sim. Sempre que observamos uma queda significativa na Bolsa local ou pelo mundo, estamos diante de um bom momento para ir às compras de ações. No mínimo, é a oportunidade de comprar papéis a um preço mais baixo do que muitos pagaram há alguns dias. Porém, é preciso levar em consideração que os preços estão em baixa por dois motivos: parte pelo efeito manada causado pelo pânico das quedas nas Bolsas (os investidores somem pelo medo generalizado, não porque o negócio está em crise), parte pela real perda de valor das empresas (quando o mundo vislumbra uma significativa redução nos negócios daquele setor ou daquela empresa).

  • Conheça o investidor que compra uma empresa a cada 36 horas

    dave mcclure 500startupsAos 48 anos, o americano Dave McClure cultiva hábitos que sugerem uma vida pacata. Entre as partidas de bilhar e de pebolim, ele encontra tempo para assistir aos seus desenhos animados favoritos e colecionar chapéus. Na maior parte das horas, no entanto, sua cabeça está ocupada com uma verdadeira compulsão: a participação em startups de tecnologia. Existem empreendedores chamados de seriais, pela quantidade de investimentos que realizam. Este termo não é adequado para definir McClure.

    À frente do fundo de venture capital e aceleradora 500 Startups, com sede em Mountain View, na Califórnia, ele pode ser considerado um investidor megalomaníaco. Não é exagero. Desde a sua criação, em abril de 2010, o 500 Startups fez aportes em mais de 1,3 mil empresas, de mais de 50 países, sendo 35 delas no Brasil. A cada 36 horas, McClure está comprando uma empresa. A postura agressiva do 500 Startups não passou incólume no Vale do Silício. McClure, criador do fundo, ganhou fama de polêmico e desbocado.

    Leia também: Conheça Ricardo Nunes, o dono da Ricardo Eletro

    Suas palestras pontuadas por piadas, palavrões e críticas ao modelo tradicional de venture capital reforçaram essa visão. “Quando começamos, parecia uma ideia louca. E ainda ouvimos esse discurso de alguns investidores”, disse McClure à DINHEIRO. “Mas os resultados mostram que o nosso modelo está funcionando.” Para captar os recursos, o 500 Startups tem dezenas de parceiros, entre eles, fundos como o americano Sequoia Capital, um dos mais importantes do Vale do Silício. Atualmente, seu portfólio abriga três startups unicórnios, como são chamadas as novatas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão.

  • Consultoria lista profissões que devem sumir do mapa em 2025

    call center telemarketingOs avanços da tecnologia empurram o mercado de trabalho para mudanças cada vez mais drásticas e transformadoras. De acordo com uma análise feita pela consultoria Ernst & Young, com base em diversos estudos, até 2025 um em cada três postos de trabalho devem ser substituídos por tecnologia inteligente. Em nove anos, há previsão da possível extinção de profissões operacionais, como operador de telemarketing, caixa e árbitros, e uma maior demanda por carreiras que lidem diretamente com tecnologia de ponta, como designer especializado em impressão 3D e designer de realidade virtual (veja a lista abaixo).

    — O mercado, nos próximos anos, aposta em profissionais que têm facilidade de se relacionar com várias culturas e perfis diferentes ao mesmo tempo. O grande ponto para que você tenha sucesso não está ligado necessariamente ao que você sabe e sim a como você consegue interpretar, analisar e interligar os dados disponíveis — afirma Antonio Gil, sócio da área de Gestão de Pessoas da Ernst & Young no Rio.

    José Augusto Figueiredo, presidente no Brasil e vice-presidente na América Latina da consultoria LHH, lembra que a robotização é um tópico inevitável neste debate. Segundo ele, todas as forças de trabalho que podem ser eficientemente substituídas por máquinas, uma hora ou outra, deixam de existir.

    — É o caso dos caixas de banco, cada vez menos procurados em função dos dispositivos eletrônicos, ou profissionais que cuidavam do check-in em companhias aéreas, uma atividade que foi praticamente toda robotizada — ilustra ele.

    Por outro lado, como pondera Figueiredo, carreiras pautadas na interpretação humana e na emoção tendem a oferecer mais segurança neste sentido.

    — Dificilmente uma enfermeira, um psicólogo ou um gestor de pessoas será substituído desta maneira — menciona ele.

  • EMPREENDA-SE

    Leia em nosso caderno especial sobre EMPREENDEDORISMO todas as notícias, dicas e informações sobre como desenvolver e alavancar os eu negócio de maneira consistente e escalonável.

  • Empreendedor cria sacolé de Chandon

    chandonleOs sacolés (ou geladinhos, gelinhos ou dindins, como são chamados dependendo da região) são bastante consumidos no país. Normalmente, são feitos de sucos de fruta, custam menos do que sorvetes e picolés e fazem a alegria das crianças. Agora, um empreendedor carioca criou uma variação requintada do sacolé: o Chandonlé, que mistura o espumante Chandon com frutas.

    O criador desse sacolé gourmet é Ruan Nemeczyk, 27 anos. Nascido em Lontras (SC) e morando no Rio de Janeiro desde bebê, Nemeczyk é formado em contabilidade e trabalha em uma consultoria.

    Ele diz que teve a inspiração para o negócio no Carnaval deste ano. Durante os festejos, é proibido beber em garrafas de vidro. Como as garrafas de espumante são sempre deste material, o empreendedor concluiu que os sacolés poderiam ser uma alternativa aos foliões amantes de Chandon.

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    Seu primeiro teste foi em um bloco pré-Carnaval. Nemeczyk preparou cerca de 70 unidades e as vendeu rapidamente. No Carnaval, seu produto fez sucesso. Foi aí que ele percebeu que sua ideia poderia ser um bom negócio.

    Depois da folia, parou por um tempo para estruturar o negócio. No começo, Nemeczyk vendia os sacolés em um isopor comum. Hoje, a apresentação melhorou. O isopor é personalizado e o Chandonlé é servido em uma taça, que fica como um presente para os clientes.

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    O Chandonlé é vendido em três sabores: morango, coco e abacaxi com hortelã. A unidade custa R$ 10. Nemeczyk não revela suas margens, mas diz que a lucratividade do produto é boa.

    Após o Carnaval, Nemeczyk levou seu negócio para as praias da zona sul. Começou vendendo em Ipanema, mas estabeleceu-se na praia do Leblon ao perceber que, ali, o movimento era maior.

    O empreendedor também marca presença em eventos de food trucks. Nessas ocasiões, como a venda de embalagens de vidro é permitida, Nemeczyk também vende garrafas de Chandon. Cada uma custa R$ 30.

    Atualmente, o empreendedor concilia a venda dos sacolés gourmet com o trabalho na consultoria. Mas afirma que deve se dedicar exclusivamente ao negócio próprio caso as vendas do verão sejam boas. No futuro, Nemeczyk planeja abrir champanherias que tem o Chandonlé como carro-chefe. Franquear o negócio também é uma possibilidade considerada por ele.

  • País fecha 945 mil vagas de emprego no acumulado do ano até novembro

    desemprego no brasilAs demissões superaram as contratações em 130.629 vagas em novembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgadas nesta sexta-feira (18) pelo Ministério do Trabalho. Este foi o oitavo mês seguido de fechamento de vagas formais.

    O resultado de novembro foi o pior para este mês desde o início da série histórica, em 1992. Até então, o pior resultado para meses de setembro havia sido registrado em 1998 – com 118.412 vagas fechadas.

    No acumulado do ano, até novembro, foram fechados 945.363 postos com carteira assinada. Com isso, o número de vagas perdidas em 2015 já supera o total de vagas criadas em 2014 (938.043).

    Leia também: Desempregado leva até dois meses para receber o seguro

    Já nos últimos 12 meses, o número de postos eliminados chega a 1,52 milhão.

    Com a redução de vagas formais, o número de trabalhadores com carteira assinada, em todo o país, também tem recuado. No fim de novembro de 2014, um ano atrás, 41,78 milhões de pessoas tinham emprego com carteira no Brasil. No mês passado, o número de trabalhadores empregados já tinha recuado para 40,26 milhões – o menor patamar desde março de 2013.

    Na véspera, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a taxa de desemprego no Brasil recuou para 7,5% em novembro, abaixo da desocupação registrada no mês anterior, de 7,9%. Esse, porém, é o maior índice para o mês desde novembro de 2008, quando chegou a 7,6%.

    Setores

  • Projeto de Divinópolis é destaque em feira de empreendedorismo no Paraná

    febrac londrinaOs jovens divinopolitamos Nilson e Gabriel, estiveram em Londrina no Paraná onde participaram da feira nacional de empreendedorismo FEBRAC. Os dois apresentaram o projeto Iluminight e concorreram com outros sessenta projetos.

    O evento organizado pelo CEBRAC reuniu cerca de 200 alunos de todo o Brasil que tinham como desafio criar e gerir uma empresa fictícia e sustentável. As companhias foram divididas em cinco categorias: mini-hortas para pequenos espaços; turismo para terceira idade; lanches rápidos e saudáveis; loja de lâmpadas ecológicas e lista de presente de casamento virtual. Os estudantes de Divinópolis apresentaram o projeto na categoria de lâmpadas ecológicas e ficaram com o 3º lugar no evento.

    Em um cenário de instabilidade econômica pelo qual o Brasil está passando, a postura adequada no trabalho, a busca por diferenciais sustentáveis e o espírito empreendedor são perfis admirados e desejados no mundo corporativo e é com esse espírito que a FNE auxilia jovens estudantes a enfrentarem as adversidades do mercado.

    A Feira Nacional do Empreendedorismo foi eleita a grande campeã na edição deste ano do prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável, na categoria Empreendedorismo na Educação.

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  • Três dicas de Marcelo Tas para fazer a diferença no empreendedorismo

    marcello tasVocê o conhece da TV, talvez tenha até acompanhado seus personagens quando era ainda criança. Mas dá para imaginar como uma carreira como a de Marcelo Tas se constrói, ou o que ele faz quando não está em frente às câmeras?

    Uma dica: Tas nunca teve carteira de trabalho. Antes de se formar engenheiro, foi "picado pelo vírus" da comunicação e, logo em seguida, pelo do empreendedorismo. Começou a editar um jornal de humor da faculdade, montou um coletivo com outros talentos do entretenimento e, inspirado por esse grupo, tomou coragem para abrir a própria produtora.

    A Supernormal foi seu primeiro negócio, pelo qual começou a trabalhar com emissoras e veículos, e que dura até hoje. Além dela, Tas também empreende na Donaranha, agência digital criadora de teias - internas, no que diz respeito à comunicação dentro das empresas, e externas, quanto à forma de se posicionarem e ouvirem seus públicos.

    Leia também: 5 lições de carreira que são uma furada para empreendedores

    Interatividade, por sinal, junto com o humor e a educação, são os 3 pilares em que Tas baseia suas decisões. Um dos grandes desafios, no entanto, é se desvencilhar de uma relação de dependência entre seu nome e seus negócios. Não que isso seja um desafio exclusivo de pessoas públicas: qualquer empreendedor deve entender como sua essência sobrevive, mesmo quando ele não estiver por perto. E tão importante quanto, como usar sua essência para fazer a diferença.

    Aqui estão os destaques dessa mentoria online:

    As oportunidades nunca serão lineares. Confie na sua intuição.

  • Valor no relacionamento

    fidelizacao clientesConhecer o cliente resulta em melhores condições para a empresa executar um programa de marketing eficaz e rentável. “Saber o que pensa, o que sente, como e quando compra e usa os produtos/serviços é ponto de partida para oferecer ao cliente um valor superior em relação à concorrência”, afirma a analista do Sebrae Minas Andreza Cândido.

    Um dos primeiros passos é entender o que o cliente valoriza no relacionamento com a empresa. Essa é a chave da fidelização. É importante ter em vista que não se deve trabalhar apenas um atributo de valor com o cliente. Se competir somente com preço, por exemplo, a fidelidade do cliente só vai durar enquanto ele estiver baixo.

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    A satisfação do comprador vai depender de como suas expectativas serão atendidas. Consumidores apenas satisfeitos são mais propensos a mudar de marca quando surge uma oferta melhor. Portanto, não basta apenas satisfazê-los: é necessário encantá-los. Se a empresa encanta o cliente, utilizando atributos como excelência em atendimento, acompanhamento pós-venda e demais cuidados no relacionamento, será necessário mais que uma alteração de preço para levá-lo a buscar a concorrência.

    É necessário que todos, na empresa, estejam focados nas necessidades dos clientes. Por isso, tão importante quanto conhecer bem o cliente e entregar a ele atributos de valor, é oferecer aos funcionários ferramentas e incentivos para que resolvam os problemas dos consumidores e os encantem.

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