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professores

  • Alunos e professores da Uemg fazem ato público em Divinópolis

    alunos uemg divinopolisCerca de 40 alunos e professores da Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg) se reuniram, no último sábado (16), na Praça do Santuário, no Centro de Divinópolis, e formaram uma comissão para discutirem maneiras mais criativas de mobilizações. O ato público foi contra a decisão do Estado de demitir o corpo docente e não renovar os contratos automaticamente.

    Os alunos estão preocupados com o possível atraso no início das aulas, previsto para março, devido a não renovação dos contratos do corpo docente. Nesta sexta-feira (15) os estudantes se reuniram na unidade para discutirem sobre uma possível ocupação do prédio. Porém, eles irão aguardar a reunião do Diretório Acadêmico (DA) com o reitor, Dijon Moraes Júnior e com o subsecretário de ciência, tecnologia e ensino superior, Márcio Pontes. A reunião está marcada para esta segunda-feira (18).

    Leia também: Governo mineiro irá atrasar o pagamento dos servidores estaduais

    Caso o governo não apresente nenhum sinal positivo para reverter a decisão da Secretaria de Estado da Casa Civil e Relações Institucionais, a ocupação da unidade voltará para a pauta dos estudantes.

    O caso

  • Colégio Tiradentes divulga edital para a contratação de professores para Divinópolis

    colegio tiradentesA Polícia Militar divulgou edital para designação de Professores, Especialistas em Educação Básica e Auxiliar Administrativo para a unidade do Colégio Tiradentes da PM em Divinópolis. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 25 de novembro.

    A carga horária varia entre 24h e 30h semanais e a remuneração de R$1.400,32 (Auxiliar Administrativo) e R$2.649,65 (Professores de Educação Básica). Para se inscrever, o interessado deve se dirigir a sede do Colégio Tiradentes, localizada na Rua Mato Grosso, nº1800, bairro Afonso Pena entre 8h e 12h e 14h e 17h30. A análise de currículos dos candidatos está prevista para o período entre 02 e 05 de dezembro.

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    No dia 07, haverá a divulgação do resultado da primeira fase. Provas práticas ou entrevistas estão marcadas para os dias 14 e 15 de dezembro, segundo o edital. A classificação por função dos candidatos será divulgada nos dias 17 e 18 de dezembro. Sobre as inscrições de alunos, a PM disse que comunicará em breve os procedimentos e datas. Confira o edital clicando aqui.

  • Estado admite que pode não pagar piso aos professores em 2016

    greve professoresO governo do Estado pode não honrar o acordo com os professores e não aplicar o piso nacional da categoria, previsto a partir de janeiro do próximo ano. O motivo é o limite constitucional com gastos com o funcionalismo. O alerta foi feito pelo secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplag), Wieland Silberschneider, em uma audiência pública da na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG) na última quinta-feira (19).

    Diante da possibilidade, a presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-Ute) e presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-MG), Beatriz da Silva Cerqueira, avisou que o problema pode significar “que o ano letivo não vai começar”.

    Wieland explicou que o governo já atingiu o limite prudencial imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal por comprometer, já desde setembro, 48,7% do orçamento com pagamento de pessoal. Caso atinja 49% - o que ele calcula que alcançará em dezembro -, o Estado fica impedido de conceder aumentos. “O governo pactuou esse compromisso (seguir o aumento do piso nacional) e vamos ter que discutir em termos legais como enfrentar esta situação, caso ela se confirme”, disse ele sobre a previsão de reajuste do salário da categoria. Durante a reunião, Beatriz Cerqueira havia advertido para a estimativa de um aumento de quase 12% no piso nacional.

    A sindicalista avisou ao secretário-adjunto que o pacto assinado com o governo pelos professores, só foi assinado em função do conjunto de propostas. “Parte desse conjunto não pode ser rompida. É preciso se pensar para não chegar em janeiro e nos depararmos com a ruptura do acordo” - afirmou. O deputado Rogério Correia (PT) disse que o entendimento da legislação é clara: “o reajiuste do piso nacional deverá ser aplicado aos professores”.

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    Além do aumento dos professores, segundo Wieland o Executivo está com dificuldades de garantir o pagamento do 13º para os servidores. Ele disse que a dificuldade econômica do Estado é fruto de herança deixada pelo governo anterior. Lembrou que a aprovação tardia do orçamento, apenas em abril, também foi outro fator que complicou a disponibilidade de recursos. “Foi um ano atípico”, justificou.

    O secretário-adjunto disse que o governo está comprometido com o que foi acordado com os professores. Garante a nomeação de 60 mil concursados ao longo dos quatro anos de mandato e está avaliando a possibilidade de incrementar esses números para ampliar o número de efetivos. Essa foi uma das demandas apresentadas pelos participantes da audiência pública, cuja finalidade foi fazer um balanço sobre o que já foi implementado do que foi acordado em negociações realizadas de março a maio.

    Em nota, a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) afirmou que o governo está comprometido com o que foi acordado com os professores e está atuando para criar as condições financeiras legais para garantir o reajuste dos salários dos professores de acordo com piso nacional da categoria. “Em razão do Estado de Minas Gerais ter atingido o limite prudencial imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei estabelece diversas restrições para novas concessões de aumentos. Gestores e técnicos das secretarias de Planejamento e Gestão, Fazenda, Educação e Casa Civil já estudam alternativas para solucionar o problema”, informou.


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  • Governo confirma desligamento de efetivados da Lei 100

    professores minas geraisO governo do Estado de Minas informou nesta quarta, em nota, que irá que demitir todos os servidores efetivados pela Lei Complementar nº 100/2007, conhecida como Lei 100, e que não estão em condições de se aposentar até o dia 31 de dezembro. A decisão, segundo o Estado, é em cumprimento a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Com o julgamento da ADI 4876, em março de 2014, o Supremo definiu pela inconstitucionalidade da Lei 100.

    De acordo com a nota do governo, os trabalhadores efetivados pela medida e que tiverem em condições de se aposentar poderão fazê-lo pelo Regime Próprio de Previdência do Estado de Minas Gerais (Ipsemg).

    A Secretaria de Educação, consultada pela reportagem, informou que não poderia precisar o número exato de profissionais afetados pela demissão, uma vez que os trabalhadores ainda podem pedir a aposentadoria até o próximo dia 30.

    Uma fonte ligada à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) disse, no entanto, que “numa previsão otimista” serão pelo menos 40 mil servidores dispensados. Questionado sobre o número, o governo reafirmou que não tem os cálculos.

    A batalha em torno dos efetivados pela Lei 100 começou em março de 2014, quando o STF declarou inconstitucional a medida que efetivou cerca de 98 mil profissionais para atuar no Estado sem concurso. A maioria dos trabalhadores é de professores, faxineiros e vigilantes de escolas públicas.

    Leia também: 348 professores da UEMG podem ser demitidos até o fim do ano

    Entre diversas medidas adotadas à época, restaram ainda cerca de 60 mil profissionais sem vínculo com o Estado. “As secretarias de Planejamento e Gestão e da Educação nomearam somente neste ano 15 mil servidores aprovados em concurso público e continuará as publicações com o objetivo de atingir 60 mil nomeações até o fim deste mandato”, afirmou nesta quarta o governo, no comunicado.

    Segundo o Estado, os servidores demitidos ainda terão a chance de ser reintegrados aos quadros públicos a partir de janeiro de 2016. “Esses servidores poderão participar do processo de designação que ocorrerá a partir de janeiro de 2016. Nesse caso, terá prioridade o profissional que já foi aprovado em concurso e ainda não foi nomeado e, em seguida, aquele que tiver mais tempo de serviço público prestado no âmbito do sistema estadual de educação. No segundo critério, os servidores atingidos pela Lei 100 terão grande possibilidade de serem designados, já que contam com um mínimo de oito anos de trabalho contínuo na educação pública”, diz a nota.

    Adiamento

  • Professora comete suicídio após ficar sem salário e irmã desabafa: “o estado a matou”

    professora jucelia almeidaUma das classes mais prejudicadas pelo estado – e infelizmente uma das que mais pede mais estado – é a classe de professores. Com exceção dos professores universitários estatais com salários acima de 10 mil reais, a ampla maioria dos professores brasileiros trabalham para o estado ganhando baixos salários, têm que trabalhar em escolas com precárias condições de ensino e sofrem todo tipo de pressão de diretores e demais burocratas da educação. A solução para este problema é haver mais participação privada no setor – com o fim do controle estatal sobre as escolas privadas e a isenção de todos os impostos pagos pelas mesmas – para que mais pessoas tenham acesso à educação privada e realmente de qualidade, aumentando a concorrência no setor e elevando os salários e condições de ensino dos professores no médio / longo prazo. Quando uma instituição detém praticamente um monopólio de um setor – com o estado detém o monopólio da educação fundamental e média no Brasil, e ainda regula fortemente as poucas escolas privadas que tentam competir – a preocupação com a qualidade do serviço prestado e com os profissionais que prestam o serviço é sempre nula.

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    Um exemplo de como o estado deveria ser considerado o maior inimigo dos professores aconteceu em Aracaju, Sergipe. A professora Jucélia Almeida, de 45 anos, lecionava na rede estadual e foi encontrada morta em seu apartamento no último domingo (03). Antes de tirar a própria vida, ela deixou uma carta relatando os problemas que enfrentou durante um ano. Após três meses sem receber salário, a professora chegou a desenvolver diversos problemas de saúde.

    Em entrevista para a mídia local, a irmã de Jucélia afirma que ela morreu por causa do estado: “Desde o mês de março minha irmã estava de licença médica, com laudo da perícia; ela estava debilitada e foi cuidar da saúde. Sofria com frequência assédio moral por parte da diretora da escola em que trabalhava”, relatou Gilzete, irmã de Jucélia. “Quando a minha irmã tentou receber o salário do mês de março, o dinheiro estava bloqueado. Ela procurou ajuda em várias entidades, mas ninguém a ouviu. O estado matou a minha irmã.”, completou Gilzete.

  • Professores preparem-se para a designação temporária de 2016 em MG

    professor 1Confira a seguir informações sobre Designação Temporária MG 2016, para concorrer a uma colocação. O governo de Minas Gerais vai iniciar 2016 com dois terços de profissionais com contratos temporários. A prestação de serviço através de designação foi a solução encontrada pelo Estado para suprir as vagas que serão abertas com a exoneração marcada para 31 de dezembro desse ano.

    Para tentar equilibrar a balança entre designados e efetivos, o Estado de Minas Gerais pretende nomear nos próximos quatro anos 60 mil profissionais na área da educação, sendo 15 mil por ano. No momento, o Estado trabalha para nomear os profissionais aprovados no último concurso, realizado em 2012, que tem vigência até novembro de 2016 ou janeiro de 2017, dependendo do cargo. Outros quatro concursos estão em fase de desenvolvimento e, segundo a Secretaria de Estado de Educação, outros mais serão criados de acordo com a necessidade.

    Prepare-se para a Designação Temporária MG 2016

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    Neste processo seletivo, além de professores, há vagas para serventes e alguns outros cargos necessários para o bom funcionamento de uma escola, mas de acordo com a necessidade de cada instituição. Alguns cargos são: Auxiliar de Serviços de Educação básica; Assistente Técnico de Educação Básica; ATB – (Auxiliar de Secretaria / Agente Educacional / Auxiliar da Área Financeira); Especialista em Educação Básica; EEB – Supervisor Pedagógico; EEB – Orientador Educacional; Analista de Educação Básica; AEB– Assistente Social; AEB – Fisioterapeuta; AEB – Fonoaudiólogo; AEB – Psicólogo; AEB – Terapeuta Ocupacional; Analista Educacional; ANE – Inspetor Escolar; Professor de Educação Básica, entre outros cargos.

    As inscrições para 2015 já se encerraram, porém você deve acompanhar pela internet quando as inscrições para 2016 serão abertas. Confira a abertura para inscrições no site de Educação de Minas Gerais.


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