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turismo

  • 5 dicas para viajar com filhos pequenos

    Crianças viajando Ser mãe não é desculpa para não se divertir mais e não realizar mais seus sonhos. E, se seu sonho inclui viagens cheias de aventura, saiba que também é possível incluir seus filhos e apresentar o mundo a eles!

    Veja algumas dicas para ser uma mãe expert em viagens e responsável:

    Não caia no papo dos outros

    Vai sempre ter alguém pronto para te desencorajar e te assustar quando o assunto for crianças em viagens, além de gente querendo te ensinar regras que consideram universais para a criação e os cuidados com os filhos. Você não precisa seguir as ideias das cabeças das outras pessoas, apenas se informe com médicos e fontes de confiança para saber o que é melhor para seus filhos.

    Prepare todo o arsenal do bebê

    Já pensou estar em uma trilha no meio da floresta e perceber que não tem uma simples fralda para trocá-lo? Por isso é tão importante preparar uma mala completíssima para seu bebê ou criança: para que nenhum item necessário para o conforto ou bem estar dele faça falta.

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    Esteja preparada fisicamente

    Não adianta preparar o bebê para qualquer inconveniente se você mesmo não se preparou o bastante! Uma criança tem um peso significativo, ainda mais depois de muito tempo no colo. prepare-se para ter bastante força e resistência ao longo da viagem e das atividades que pretende fazer.

    Respeite o tempo do bebê

    Crianças e bebês não têm a mesma energia e o mesmo relógio biológico com os adultos. Não force seus filhos a te acompanharem ou a ficarem acordados quando eles não se sentirem bem para tal. Respeite o tempo dos pequenos.

    Deixe seu filho seguro

    Algumas aventuras em viagens podem dar aquele medinho e aquela insegurança, mas seu filho sentirá muito mais medo se perceber que você está assustada com a situação. Por isso, planeje, organize e prepare cada detalhe com o maior cuidado possível.

  • Aeroportos testam sistema que acaba com filas

    aeroporto lotadoPor mais que seja possível fazer um check-in pelo aplicativo ou ocasionalmente passar rapidamente pelo finger, o fim das filas de espera nos aeroportos parece uma condição fora da realidade. Mas se depender da empresa de tecnologia Blip Systems, a demora para conhecer os aeroportos sem fila está com os minutos contados.

    Em fase de testes no JFK, de Nova York, no aeroporto de Cincinnati e no aeroporto de Copenhague, na Dinamarca, a solução da Blip alivia o incômodo das filas por meio de um sistema que conta a quantidade de celulares em uma área de espera.

    A tecnologia em tempo real alerta equipes de aeroportos sobre acúmulos e mostra o tempo de espera em monitores digitais aos passageiros. A mais recente atualização do programa, aliás, traz uma capacidade de previsão de fluxo futuro de passageiros baseada na combinação de dados históricos e de tempo real.

    Leia também: 

    O novo módulo prevê a demanda de passageiros combinando os dados de voos programados, aumentos esperados, eventos, feriados e outros dados, mostrando ainda a demanda prevista em dias, semanas e meses.

    Bem-vinda em aeroportos do mundo inteiro, a solução visa à resolução do imbróglio vivido por agências reguladoras, órgãos governamentais de segurança, linhas aéreas e a própria gerência aeroportuária do mundo todo - além de acabar com o aborrecimento dos passageiros diante das morosas filas. De acordo com pesquisas da Iata, a paciência do cliente começa a ser testada após dez minutos de espera na fila.

    A implementação da tecnologia ajuda a resolver um problema permanente especialmente nos aeroportos norte-americanos. Recentemente, nos EUA, o conselho de aeroportos da América do Norte mostrou frustração com os níveis de espera nos embarques - que chega a ser medido em horas - e pediu ações para sanar os problemas de atraso no longo prazo. Assim, a solução vem ao encontro da proposta da associação - de uma colaboração conjunta para se para calcular a demanda e planejar o staff adequado - , que espera ver uma espera máxima de 20 minutos em aeroportos do país todo futuramente.

  • Agência de turismo leva clientes para os cenários de Star Wars ou Piratas do Caribe

    viagem cenario de star warsEmpresários brasileiros investiram na paixão do consumidor "geek" por tudo relacionado a séries, filmes e livros para criar agências de turismo com pacotes específicos para quem quer conhecer os cenários dessas obras.

    Alexandre Chaves, 45, inaugurou em dezembro passado a agência on-line Epic Turismo. A ideia para o negócio veio depois de não terem encontrado no mercado uma empresa que oferecesse esse tipo de serviço.

    A Epic tem roteiros como o King's Landing, que leva os aficionados por "Game of Thrones" ao cenário de filmagem da série na Croácia; o 300 de Esparta, que tem como destino a Grécia, além de viagens aos parques da Disney nos EUA para fim de semana temático de "Star Wars".

    Os preços para viagens entre quatro e seis noites, sem passagem aérea, ficam em torno de €1.500 a €2.000 (R$ 6.000 a R$ 8.000).

    A recente desvalorização do real, contudo, levou Chaves a repensar a estratégia do negócio. A viagem para conhecer os locais de filmagem de "O Hobbit", na Nova Zelândia, está desenhada, mas seu lançamento foi adiado.

    No lugar, o empresário está criando alternativas nacionais, como a que levará amantes de jogos de RPG e de tabuleiro para um fim de semana em um hotel com temática medieval no interior do Estado de São Paulo.

    DE BLOG A EMPRESA

  • Agências de viagens em Divinópolis adotam estratégias na alta temporada

    Lisboa PortugalA quatro meses para o fim de 2016, agências de viagens em todo o mundo já começam a oferecer pacotes diferenciados a quem deseja viajar durante o Natal e Réveillon. Em Divinópolis essas empresas oferecem catálogos diversos. Algumas focam em roteiros nacionais com o objetivo de cativar especialmente a quem costumava viajar para outros países, mas não tem dinheiro suficiente. Outras apostam em roteiros europeus que afiram ser mais baratos do que muitos destinos nacionais.

    O empresário Morato Júnior, franqueado da CVC na cidade, afirma que a procura por pacotes turísticos neste mês de agosto tem sido maior do que em maio, quando o faturamento foi menor. Ele conta que a maior parte do interesse tem sido para roteiros internos, como o arquipélogo Fernando de Noronha, em Pernambuco. Mas, os destinos internacionais também têm espaço.

    "Os pacotes mais procurados atualmente são para destinos dentro do Brasil e também os resorts. Mas também temos vendido muitos internacionais para a Europa, o Caribe e os Estados Unidos. Oferecemos muitas promoções, como as que ocorrem com dólar 'congelado' e descontos", disse o empresário, que projeta crescimento de 5% a 10% no faturamento até o fim do ano, na comparação com o registrado no mesmo período do ano passado.

    Morato afirma perceber uma mudança no comportamento de alguns clientes. Devido às constantes altas do dólar, muita gente que costumava viajar nas férias para Buenos Aires, Santiago ou Bariloche passou a buscar os resorts, visando gastar menos. "A viagem, de modo geral, é algo cada vez mais essencial na vida das pessoas. Se por algum motivo financeiro a pessoa não pode viajar para fora do Brasil, faz questão de viajar para as inúmeras opções de roteiros internos. Essas pessoas só não se conformam em ficar em casa nas férias", pontuou.

    Para o gerente da Ascânio Tuor, Bruno Borba, o mercado local de roteiros turísticos está estável. Não favorece grandes projeções de crescimento, mas também não evidencia os prejuízos que levaram o setor a uma situação bem mais difícil em meados de 2015. "Tendo em vista essa situação pior que o mercado vivenciou, podemos dizer que está muito bom agora. Para manter a nossa cartela de clientes e cativar outros, buscamos o tempo todo o 'pensar fora da caixa'. Mantemos um relacionamento bastante próximo com quem se interessa por nossos produtos", comentou.

    banner lisboaBruno também percebe a migração de clientes de roteiros internacionais para os nacionais. "Mas essa busca por idas ao exterior tende a crescer ainda em 2016, pois temos percebidos constantes quedas no dólar [na tarde desta quarta-feira (10) a moeda americana, que recentemente alcançou a marca dos R$ 4, custava R$ 3,12]. Essa baixa favorece a compra de passagens aéreas", detalhou.

    O gerente também cita um fator da logística aérea em Divinópolis como favorecedor da procura pelos roteiros nacionais. O recente início de voos da companhia aérea Azul de Divinópolis à Campinas estimula o turismo.

    "De Campinas, nossos clientes podem partir para várias outras partes do Brasil. Essa conexão aérea falicita e estimula muito as viagens internas, como por exemplo aquelas com destino a Foz do Iguaçu, no Paraná", citou.

    Europa a preço baixo

    Já na Zeos Travelling, a maior aposta é nos roteiros à Europa, principalmente a Portugal. O diretor da empresa, Fred Oliveira, explica que recentemente a marca adquiriu uma agência de viagens naquele país- mercado que considera bastante promissor.

    "Temos vendido, em média, dois pacotes por dia com Portugal. Por muito tempo a maior parte da procura foi por destinos nacionais. Hoje, a maior parte das nosssas vendas é de pacotes para a Europa, como o de duas pessoas para Lisboa, que sai a R$ 5 mil. Muito mais barato do que para muito destino nacional", frisou.

    Leia também: Para driblar a crise, empresa de Divinópolis abre filial em Portugal.

    Proximidade cultural, semelhança da língua e a chance de conhecer locais turísticos famosos no mundo todo por preços bem menores do que muitas viagens nacionais são fatores encantadores, afirma o diretor. "Projetamos crsecimento de 20% dessas vendas até o fim do ano. É uma situação atípica para um período de crise econômica. Mas, vimos nessa crise uma oportunidade", finalizou.

  • Agente de viagens cria "Hogwarts brasileira" em SP

    Castelo de Montenegro em Campos do JordãoTodos os fãs de Harry Potter sempre sonharam em conhecer ou até mesmo estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Esse desejo que parecia ser impossível já é realidade para os admiradores brasileiros da saga, com a criação da Escola de Magia e Bruxaria do Brasil (EMB).

    A escola ficará em um castelo em Campos do Jordão (SP) e é uma criação da agente de viagens Vanessa Godoy. O curso terá duração de quatro dias e acontece entre 24 e 27 de junho e espera receber 220 alunos. Como nos filmes, os visitantes vão morar e ter aulas no local.

    Leia também: Agência de turismo leva clientes para os cenários de Star Wars ou Piratas do Caribe

    Ainda seguindo a história criada por JK Rowling, assim que chegarem no local, os alunos serão divididos entre asa das Águias (Corvinal), Casa dos Esquilos (Lufa-Lufa), a Casa das Serpentes (Sonserina) e a Casa dos Tigres (Grifinória).

    No momento da matrícula, os alunos poderão escolher entre oito e dez disciplinas para cursar durante a estada no castelo, e as aulas terão duração de 40 minutos. São elas: Poções e Elixires, Cuidado com Animais Mágicos, Adivinhação, Astromagia, Cultura Trouxa, Herbologia, História Mágica, Defesa Antitrevas, Feitiçaria e Voo. Além disso, os visitantes também participarão de um campeonato de quadribol - chamado de quadribola na versão brasileira- onde todas as casas competirão entre si.

  • Árvore de 1400 anos é a atração do outono na China

    arvore de 1400 anos chinaUma árvore de 1.400 anos na China tem atraído milhares de pessoas às montanhas Zhongnan. Todos os anos durante o outono no hemisfério Norte as folhas da ginkgo biloba caem, formando um tapete amarelo no pátio do templo budista Gu Guanyin.

    Com mais de 1.400 anos, a árvore é considerada um verdadeiro fóssil vivo. Apesar de todas as mudanças climáticas drásticas, a espécie manteve-se inalterada durante mais de 200 milhões de anos. É uma ligação viva dos tempos em que os dinossauros dominavam a Terra.

    A ginkgo biloba é usada em medicamentos que estimulam o cérebro e regula os mecanismos circulatórios do corpo, facilitando o fluxo sanguíneo arterial. Suas sementes também são usadas em um prato vegetariano chamado 'buddha's delight' (prazer do buda, em portiguês).


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  • As coisas que você pode (e as que não pode) “surrupiar” de um quarto de hotel

    Royal Tulip AmenitiesAo que tudo indica, nada mais eficiente do que quatro paredes de um quarto de hotel para despertar o cleptomaníaco que existe dentro de (alguns de) nós. Segundo uma pesquisa publicada em reportagem do jornal britânico The Telegraph, a variedade de objetos roubados é bastante mais vasta do que o bom senso faz supor. Toalhas e roupões estão entre os clássicos da mão leve hoteleira, como todo mundo sabe. Mas o povo vai além: cortinas, lâmpadas e até a bíblia de cabeceira (acessório que eu acho acho bizarro, diga-se de passagem) estão entre os 10 itens mais surrupiados. Shame on you, humanidade!

    É bastante óbvio que cortinas e lâmpadas não estão entre os objetos que o hóspede pode levar para casa como suvenir. Mas, verdade seja dita, há uma lista coisinhas que podem dar margem a diferentes interpretações (e transformar um cidadão honesto em ladrão sem que ele se dê conta disso).

    Um bom jeito de escapar de gafes é seguir duas regras essenciais. Primeira: tudo o que for reutilizável pertence ao hotel. Segunda: na dúvida, não leve. Continua na dúvida? Eu ajudo:

    Livros

    Muitos hotéis incrementam o quarto com livros de design e de fotos da cidade em questão. A menos que eles não venham com uma cartinha explicando que aquilo é um presentinho para você, controle-se. Muitos livros são marcados com um carimbo ou uma etiqueta com o nome do hotel. Esses são sinais bem claros que não se trata de um brinde.

    Revistas

  • Belo Horizonte pode ganhar trem para percorrer o 'roteiro da cerveja'

    cervejaria belohorizonteImagine passear pelo bairro Belvedere e seu entorno, na região Centro-Sul da capital, em um trem que te levaria a conhecer uma das mais tradicionais fábricas de cerveja artesanal de Minas Gerais. Certamente, este seria considerado um passeio dos sonhos para muitos mineiros, que poderão apreciar a bebida viajando até a “fonte”.

    A ideia, no entanto, pode deixar o imaginário e se tornar realidade, a partir de 2016. O projeto “Trem da Cerveja do Belvedere” pretende viabilizar um roteiro turístico diferente com destino à cervejaria Backer, mas tem como objetivo maior a revitalização e preservação dos 2,5 km de malha ferroviária sem utilização que corta a região.

    Implantada na década de 1970 para o transporte de minério de ferro da Mina de Águas Claras, o trecho foi desativado em 2003, com o fim da exploração mineral na região. Desde então, os 12 km de linha férrea começaram a se degradar e até a serem destruídos, sobrando apenas 2,5 km utilizáveis, após intervenção do Ministério dos Transportes, em 2010.

    Leia também: Cervejaria alemã Hofbräuhaus deve abrir em novembro em Belo Horizonte

    A intenção inicial era transformar a linha em uma opção de transporte de passageiros na região metropolitana de Belo Horizonte, ligando o Belvedere ao Barreiro. Mas, como a proposta demanda tempo e recursos, o “Trem da Cerveja do Belvedere” surgiu como uma primeira ação para preservação. “O objetivo principal é esse: preservar o caráter ferroviário desta área, através de um projeto inicialmente turístico”, explica o presidente do Instituto Cidades, André Tenuta, uma das oito entidades idealizadoras do projeto.

    Saiba mais. A proposta é recente, idealizada em setembro deste ano, e está sendo coordenada pela Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (AMRBH). Assim que for finalizado, o projeto será apresentado à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que dará ou não autorização para o funcionamento do trem turístico.

  • Brasileiro viaja para Nova York sem seguro de saúde e família vive pesadelo

    Sergio Umberto e Jaqueline IngegneriO paulistano Sergio Umberto Ingegneri foi operado de emergência três dias antes do Ano Novo, durante viagem de férias com a família Após juntar as economias durante um ano para passar o Reveillon 2016 em Nova York, o casal Sérgio Umberto e Jaqueline Ingegneri e os dois filhos, uma adolescente de 17 anos e um menino de 12 anos, naturais de São Paulo (SP), realizaram o tão esperado sonho. Quando foram comparar as passagens internacionais ainda no Brasil, foram informados sobre uma promoção oferecida pela Mastercard que, se elas fossem adquiridas através do cartão de crédito, eles ganhariam automaticamente um seguro de viagem, explicou Jaqueline, via telefone, à equipe de reportagem, na sexta-feira (8).

    Esta é a 3ª vez em que a família visita a Big Apple e planejava ficar na cidade entre 22 de dezembro e 4 de janeiro, retornando ao Brasil logo após a virada do ano. Em 28 de dezembro eles alugaram um carro e visitaram New Jersey, passando a maior parte do dia no parque de diversões 6 Flags, em Edison. Entretanto, o sonho começou a virar pesadelo depois que Sérgio queixou-se com a esposa de fortes dores abdominais, ainda durante o passeio no Estado Jardim. Na chegada ao hotel, em Manhattan (NY), as dores persistiram e a balconista (consiérge) ligou para um serviço de ambulância que levou o brasileiro e sua família ao Hospital Roosevelt Mount Sinai, na 10ª Avenida, onde ele foi atendido na emergência. Após ser submetido a exames de sangue, urina e raios X, uma tomografia computadorizada revelou que Sérgio sofria de obstrução intestinal e, portanto, precisava ser operado urgentemente. Durante a cirurgia, os médicos constataram que o intestino do brasileiro havia rompido e o conteúdo espalhado pelo abdômen, sendo necessária uma lavagem intestinal e a extração de parte dos intestinos grosso e delgado, detalhou Jaqueline.

    Desorientada, ela contatou o seguro de saúde no Brasil e a atendente, identificada como Fernanda, insistia todo o tempo que ela enviasse o laudo médico à companhia. Na terça-feira (5), Sérgio recebeu alta do hospital, mas a cirurgia não pôde ser suturada, pois o processo de cicatrização, em casos assim, deve ocorrer de dentro para fora, explicou Jaqueline. Quando enviou o laudo médico do esposo à seguradora e ligou novamente, ela foi informada que o seguro não cobriria o atendimento de Sérgio no hospital porque já havia ultrapassado a quantia de US$ 100 mil.

  • Cadernos Especiais

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  • Conheça 8 castelos europeus onde é possível se hospedar

    hotel castelo na francaDormir em castelos não é um privilégio apenas dos membros das famílias reais. Algumas dessas construções se transformaram em hotéis e estão à disposição de todos - além de prometem te tratar como um rei.

    Ashford Castle (Irlanda)

    O castelo de Ashford foi construído em 1228 pela dinastia de Burke, uma das primeiras famílias reais a se instalarem na Irlanda. O local também foi residência da família Guinness. O palácio (foto principal) já foi usado como local de gravação do filme Depois do Vendaval. Desde 1939 o palácio funciona como um hotel de luxo e já hospedou pessoas como Oscar Wilde, Brad Pitt e John Lennon.

    Dairsie Castle (Escócia)

    Localizado no bairro de Dairsie, na Escócia, o castelo foi originalmente construído no século 12 e funcionava como residência dos bispos de St. Andrews. No início do século 19, o castelo foi esquecido e começou a ruir. Entre 1993 e 1996 foi restaurado por seus atuais donos que passaram a alugar o local para turistas. Com 13 quartos, os visitantes mais corajosos podem dormir em um calabouço que foi transformado em quarto.

    Ruthin Castle Hotel (Reino Unido)

  • Consumir menos para viajar mais

    homem viajando o mundoRecentemente, vários blogs de viagem repercutiram o resultado de um estudo do professor de psicologia Thomas Gilovich, da norte-americana Cornell University, segundo o qual investir em experiências traz mais felicidade do que consumir bens materiais. Não sei se essa fórmula funciona para todo mundo. Mas o fato é que a minha vida está orientada a esse sentido: consumir o mínimo para experimentar o máximo.

    Já gostei de roupa de marca, tive carro do ano, me endividei por motivos fúteis e gastei pequenas fortunas em tratamentos estéticos. Hoje em dia, essas mesmas coisas simplesmente não me despertam o menor interesse – carro, por exemplo, não tenho há 15 anos. O desapego não foi uma decisão consciente e com data marcada. Não tenho nenhum guru. O processo aconteceu gradual e naturalmente (num ritmo que ganhou força na medida em que comecei a gostar mais e mais de viajar). E imagino que seja irreversível.

    Todas as minhas roupas cabem em duas malas grandes. Não me daria bem como blogueira de moda, mas isso não quer dizer que ande por aí molambenta (acredite, a gente não precisa de tanto para fazer bonito). A última peça de roupa que comprei foi em dezembro de 2015: uma malha de lã que substituiu uma anterior que estava velhíssima (tinha uns quatro anos). Antes disso, minhas últimas aquisições tinham acontecido em julho de 2015, durante a liquidação espanhola – quando geralmente aproveito para substituir algumas peças que estão sem condições. Veja bem: substituir. Somar já não interessa mais. Se algo entra, algo tem que ser descartado. A visão de um armário abarrotado hoje em dia de provoca aflição.

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    Viajar para consumir (alô, Miami) é, provavelmente, a última coisa que faria na minha vida. Compro pouquíssimo durante viagens – e apenas coisas com um mínimo de significado. Eis o que adquiri em dois meses de África até agora: enfeites pequenos em forma de passarinho, cremes de Aloe Ferox (uma planta milagrosa sul-africana), duas capas de almofadas artesanais e um colarzinho. Só. Não à toa, é raríssimo que eu dê dicas de compras no blog.

    Minha casa é gostosa e simples. Justamente por isso, não tenho o menor pudor em alugá-la a outros viajantes quando estou rodando o mundo. Basta a gente transferir o conteúdo do armário para algumas malas e voilá, há espaço de sobra para os novos moradores. O processo seria muito mais complicado se tivéssemos muitas coisas.

    E então muita gente me pergunta (e se pergunta) como é que conseguimos – maridão e eu – viajar tanto. Obviamente, isso tem a ver com um estilo de vida flexível (somos freelancers), com as facilidades que morar numa cidade como Barcelona oferece (não ter carro é uma delas) e com uma conjunção de outros fatores. Mas a base de tudo é matemática pura: consumir menos para viajar mais. Aquela maravilhosa jaqueta de couro que quase comprei no início do inverno, por exemplo, acaba de ser convertida em 10 dias numa praia em Moçambique. Quantas experiências você poderia ter vivido com o que investiu no seu último objeto do desejo? Será que você se lembrará dele com carinho daqui a dez anos? Pense nisso.

  • Crise faz Roberto Carlos trocar cruzeiro por resort na BA

    roberto carlos em cruzeiroComo diz o ditado, quem é rei nunca perde a majestade. Mas o seu cruzeiro pode enfrentar mar revolto. Roberto Carlos está à frente do Projeto Emoções em Alto Mar, feitos a bordo de navios pela costa brasileira, há 12 anos. Mas a próxima edição do evento será em terra firme, provavelmente em um resort na Praia do Forte (BA), entre fevereiro e abril.

    A mudança, segundo o jornal, se deve à crise e alta do dólar, que inflou os preços do produto. O próprio setor de cruzeiros vive esse momento difícil no Brasil, com a previsão de apenas quatro navios na próxima temporada (já foram 20 no auge do segmento). Os brasileiros estão preferindo fazer cruzeiros no Exterior. Além disso, mercados como Dubai e a China atraem os navios com incentivos, infraestrutura de primeira e preços acessíveis de operação para as companhias marítimas. Com menos navios por aqui, Roberto Carlos achou mais seguro ir para terra firme.

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    Neste ano, as apresentações de Roberto Carlos acontecem no Costa Pacífica, com mais de três mil fãs a bordo, até domingo (24). A cabine interna mais barata custava a bagatela de R$ 8,8 mil para cinco dias, enquanto a mais cara chegou a R$ 27,8 mil.

    “Quando começamos, o dólar era R$ 1. Hoje está R$ 4 e com previsões de aumentar. Do ano passado para cá, a tarifa quase dobrou, porque 70% das nossas operações são em dólar. A gente se preocupa com os fãs do Roberto. Pela primeira vez, o projeto será em terra firme, com o mesmo conceito all inclusive”, explicou o empresário do cantor, Dody Sirena.


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  • CVC amanhece com 21 lojas fechadas

    cvc divinopolis fechadaA CVC passou a ter a partir de hoje, no Rio de Janeiro, uma nova administração, liderada pelo diretor regional de Vendas e Expansão para o Estado do Rio de Janeiro, Adriano Gomes. A mudança, no entanto, fez com que a operadora rompesse o contrato assinado em 2012 de master franqueado com a CRG Viagens, de Cláudia Bustamante.

    Como as partes não chegaram a um acordo, 21 das 70 lojas da empresa no Estado do Rio (todas pertencentes ao grupo CRG Viagens) amanheceram fechadas e devem continuar assim nos próximos dias até que haja um acordo. Entre as lojas que não abriram estão algumas das mais importantes, localizadas em shoppings centers do Rio e Grande Rio.

    Em entrevista para o Portal PANROTAS, Cláudia Bustamante lamenta a situação e diz que vem desde fevereiro tentando um acordo. “Até 2012 tínhamos uma relação ótima com a CVC, com contratos definidos diretamente com Guilherme Paulus, mas desde a entrada da Carlyle tivemos que mudar nossos contratos.

    Naquele ano assinamos um acordo de dez anos, vigente até 2022, mas eles romperam em fevereiro e nos deram até agosto. O tempo dado terminou ontem (7) e não chegamos numa definição, logo não abrimos nossas lojas, afinal não podemos operar com a marca CVC sem um contrato assinado”, disse Cláudia Bustamante.

  • Decolar.com é condenada a pagar R$ 43 mil a aposentados por hotel fechado

    decolarcomA empresa Decolar.com foi condenada pela Justiça de Araraquara (273 km de São Paulo) a indenizar um casal de aposentados em R$ 43,4 mil. Por meio do site, eles reservaram um quarto em um hotel em Roma, na Itália, mas ao chegar ao local se depararam com as portas fechadas.

    A Decolar.com informou que "não comenta casos que ainda estejam em processo de julgamento". No processo, a empresa alegou que não caberia a ela a indenização, já que é apenas a intermediária do serviço, e que o valor estabelecido é excessivo.

    A empresa recorreu da sentença e o caso será analisado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

    Empresa afirmou que hotel funcionava normalmente

    Ramon Belda, 68, e Ana Maria Vianna Belda, 60, programaram, por cerca de um ano, uma viagem à Europa com um grupo de amigos entre julho e agosto de 2012. A cidade italiana seria a última parada, onde eles permaneceriam de 12 a 16 de agosto.

    Para a hospedagem em Roma, eles escolheram o hotel Palazzetto Degli Artisti, que fica nas proximidades do Coliseu. A reserva foi feita pelo site Decolar.com.

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    Após a reserva, o casal pesquisou sobre o hotel na internet e descobriu que estava fechado. Entraram em contato com a Decolar.com, que retornou, em alguns dias, informando que o hotel estava funcionando normalmente. A empresa se negou, entretanto, a fornecer a reserva, mas afirmou que tinha sido feita.

    'Sonho quase vira pesadelo'

    Ao chegar a Roma, os aposentados descobriram que o hotel não estava funcionando.

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    "Conseguimos informações que indicaram que estava fechado há mais de quatro meses. E o pior é que ninguém falava italiano, tivemos que ficar na rua, com um monte de malas, em um calor infernal, acima de 40ºC, sem termos nem ideia de aonde ir", conta Ramon.

    Depois de algumas horas andando pela cidade, encontraram outro hotel para se hospedar, mas a diária era mais cara.

    "A viagem era nosso sonho, não tínhamos como deixar de visitar Roma. Tivemos que pagar. Um dos nossos amigos teve, inclusive, que pedir dinheiro emprestado para pagar. Foi horrível. O sonho quase vira pesadelo", diz Ana Maria.

    Juiz: empresa tem obrigação de garantir segurança dos clientes

    O casal decidiu entrar com a ação em agosto de 2013, quase um ano depois de voltar da viagem. "Tentamos resolver a questão de outra forma, mas não conseguimos", afirma Ramon.

    De acordo com Heitor Luiz Ferreira do Amparo, juiz responsável pela sentença, os autores da ação "confiaram na segurança dos serviços prestados, bem como na reserva efetuada".

    Segundo ele, a empresa tem "obrigação de utilizar dos procedimentos adequados de forma a garantir a segurança dos seus usuários" e, se isso não acontecer, "responde pelos prejuízos suportados aos seus consumidores".

    Segundo o o advogado Thiago Coletto, que representou o casal na ação, o caso deve servir de jurisprudência para casos semelhantes. "Ficou evidente o dano causado aos clientes e a necessidade de que eles fossem reparados. A Decolar.com nunca poderia confirmar a reserva sem averiguar que o hotel estava em funcionamento", avalia o profissional.

  • Descubra Punta del Este

    la mano punta del estePunta del Este é pequena, com belo traçado urbanístico e construções mesclando tons modernos e aristocráticos. Cercada pelo rio da Prata e pelo oceano Atlântico, é uma cidade com mais coisas para se fazer do propriamente para ver.

    Como é muito espalhada e se expande ao longo do mar ou do rio, faz-se necessário alugar um carro para se deslocar mais facilmente ou contratar um receptivo – a indicação é o de Daniel Reyes, uma espécie de guia local.

    O centro de Punta chama-se Península. O programa ali é caminhar pela avenida principal, a Gorlero, para visitar o Farol, a Plazoleta Grã-Bretanha – bom local para admirar o encontro do rio da Prata com o oceano Atlântico –, a Fashion Road, com suas lojas de marca, e o Design District.

    Leões-marinhos

    Do outro lado está a área do porto. Caminhar pelo cais reserva um atrativo a mais: procurar por leões-marinhos que o frequentam em busca dos peixes lançados ao mar pelos barcos de pescadores. No porto também estão os melhores restaurantes da cidade.

    No local, ainda, pode-se contratar tours às ilhas de Lobos e Gorriti, essa última a 2 km da orla, com muitas prias e vestígios de construções espanholas.

  • Destino ostentação: saiba por que Trancoso atrai tantos ricos e famosos

    dandara machado em trancosoPraia, mar e muitos serviços exclusivos. Esta é a vida dos famosos e bem-nascidos que frequentam as areias de Trancoso, distrito do município de Porto Seguro, no litoral da Bahia. E olha que não são poucos. Astros de calibre internacional, como Matthew McConaughey, Will Smith e a cantora Beyoncé, além das modelos Kate Moss e Naomi Campbell e dos jogadores de futebol Neymar e Daniel Alves estão entre as muitas celebridades que volta e meia circulam por ali.

    Antes um povoado, Trancoso foi promovida a vila em 1759. Sua "certidão de nascimento" diz que teve origem numa antiga aldeia jesuíta denominada São João Batista dos Índios, mesmo nome da igrejinha que resiste, até hoje, no badalado Quadrado, no centro da vila. Em seu entorno ficam antigas casas tombadas como patrimônio histórico e hoje transformadas em lojas, bares, restaurantes e pousadas de alto nível, que contribuem com a atmosfera chique de todo o conjunto.

    Uma das famosas que acabou de conhecer Trancoso foi Fernanda Motta. A modelo e apresentadora conta que costuma passar a virada de ano em Florianópolis, mas que sempre tinha ouvido falar bem do lugar. Por isso, quando ela e a família buscavam algo mais na linha "pé na areia" para o Réveillon, acabaram viajando para lá junto com um grupo de amigos também famosos, como a modelo Alessandra Ambrósio.

    "Acho Trancoso muito charmosa e quente. Fora que as casas são maravilhosas e as pessoas podem curtir sem precisar sair dali. Mas, ao mesmo tempo, se quiser ir a uma festa diferente, com uma vibe bem praiana, também tem! E se preferir ficar na sua total privacidade também existem lugares para isso", destaca a modelo.

    Para Fernanda, todas as praias locais são lindas, mas um programa imperdível é passear no Quadrado de Trancoso. "Gosto de frequentar os bares de lá e ficar até tarde tomando um drinque e batendo papo", conta a modelo, antes de dar outra dica. "Também amei o Cafe de La Musique, que tem uma música incrível e é estilo pé no chão, na beira da praia... como a versão que existe em Floripa. Muito alto astral!"

    Virou endereço

  • Destinos econômicos para os feriados de 2016

    buenos airesÉ aquela velha premissa: cautela nunca é demais. Sim, 2015 ainda não acabou, mas não é uma má ideia já começar a planejar suas viagens para o ano que está por vir. Afinal, o cenário econômico brasileiro não é dos melhores, portanto antecedência é mais do que necessário para aproveitar sem crise. Em 2016, você terá apenas cinco feriados prolongados, então já fique ligado no que pretende fazer. Como sempre, é mais do que possível se divertir sem gastar muito. Pensando nisso, o Kayak separou algumas opções de destinos para ter um ano bem mais agitado.

    CARNAVAL (09/02)

    Na América do Sul, as capitais do Chile e da Argentina são boas opções para brasileiros atípicos, que querem fugir da loucura do carnaval. Além disso, Santiago e Buenos Aires têm o peso como moeda, o que já é uma grande vantagem. Já para quem quer ficar por aqui e curtir o clima de festa, Florianópolis (SC) e Rio de Janeiro (RJ) são ideais com lindas praias.

    PÁSCOA (25/03)

  • Dólar mais caro leva brasileiros a renegociar pacotes de viagem

    agencia de viagemO dólar em alta está obrigando muitos brasileiros a mudar o roteiro que tinha sido planejado para a viagem das férias de verão. É sempre assim: quando você se dá conta, o ano já está quase acabando. E nessa época, as pessoas começam a planejar: a lista de presente, onde vão passar o Natal, Ano Novo.

    Sair pra passear, viajar todo mundo gosta. Mas a gente sabe, não dá para fazer as malas sem, antes, calcular: quanto eu posso gastar? O brasileiro tá mais cauteloso, segurando o dinheiro, porque não está fácil pra ninguém. Por isso, muita gente que ia para longe resolveu ficar um pouco mais perto.

    O Carlos e a Roseli tinham comprado um pacote de 21 dias na Itália. Mas o dólar começou a subir – ia ficar pesado. Solução? Eles trocaram por um cruzeiro de uma semana na Argentina e no Uruguai.

    “Você vai viajar pra fora, o dólar como está, você gasta no cartão de crédito e não sabe na volta quanto vai custar aquilo que você está gastando”, disse Carlos Luiz Vitiello, aposentado.

  • Empresário ironiza e desabafa sobre a crise financeira no Brasil

    aroldo schultzO presidente do Grupo Schultz, Aroldo Schultz, utilizou as redes sociais para divulgar um texto sobre sua posição diante da polêmica que envolve a aplicação da alíquota de 25% para remessas ao Exterior envolvendo a indústria de viagens. O temido e criticado Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) segue em negociação no governo, na tentativa de redução para 6,38%, mesma taxa aplicada aos cartões de crédito. Até o momento, nada de concreto, apesar das promessas.

    Em seu relato, Schultz usa e abusa da ironia para comentar a decisão do governo, qualificando-o como “medíocre”. No encerramento do texto, o empresário defende alíquota zero, com o argumento de que pagar por uma viagem não é questão de renda, e sim um custo.

    Confira abaixo o relato na íntegra.

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