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aviação

  • Azul anuncia nova linha ligando Minas a Bahia

    aeronave atr azul linhasaereasA Azul Linhas Aéreas Brasileiras lançará voos sem escalas entre Lençóis e Belo Horizonte (Confins) em 5 de novembro. A companhia operará duas frequências semanais – às quintas-feiras e aos domingos – em sua mais nova rota, e transportará os Clientes nos modernos turboélices ATR 72-600, de 70 assentos. A novidade passa por aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e expandirá as opções de conexão aos Clientes baianos para mais de 40 cidades, entre domésticas e internacionais.

    “A conectividade é um dos principais ganhos com a operação desta nova rota. As ligações entre Lençóis e Confins permitirão aos Clientes do interior baiano chegar a todo o Brasil e ao exterior a partir do nosso segundo maior hub. Igualmente, facilitaremos o acesso à Chapada Diamantina, ponto turístico muito procurado em âmbito nacional, além de fomentarmos os negócios entre ambas as regiões”, afirma Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.

    Leia também: Movimento em aeroporto de Divinópolis cresce após nova linha aérea

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    Ainda, como parte do reforço de suas operações na Bahia, a Azul está comercializando passagens para sua nova rota, entre Barreiras e Confins, que começa em 14 de setembro, por meio de todos os seus canais de venda. Além disso, em novembro, os Clientes de Lençóis e Barreiras poderão conectar-se a Orlando, nos Estados Unidos, com apenas uma parada em Confins.

    A capital mineira é o segundo maior centro de operações da Azul, atrás apenas de Campinas. A companhia opera mais de 60 voos diários com partida de Confins. A Azul é líder na oferta de voos e destinos sem escalas no terminal da região metropolitana de Belo Horizonte.

  • Empresários são retirados de avião pela PF após problema com bagagem

    compartimento bagagem vazio aviao tamUm casal de empresários foi retirado de um voo pela Polícia Federal nesta segunda-feira, 7, depois de fotografar e filmar compartimentos para bagagem de mão vazios. Renata Bernhoeft, de 46 anos, e Wagner Teixeira, de 57 anos, embarcavam pela Latam do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, para uma reunião de trabalho em Cuiabá, Mato Grosso, quando receberam a ordem da companhia aérea de despachar as malas de mão porque o voo e o bagageiro estariam lotados. A companhia alega que o casal foi retirado da aeronave por "comportamento indisciplinado a bordo".

    Segundo Teixeira, o casal fez o check-in online e se dirigiu para o embarque. Neste momento, um funcionário da companhia aérea disse que as duas malas que eles levavam como bagagem de mão teriam de ser despachadas porque o voo e os bagageiros estariam lotados. As malas foram, então, etiquetadas e levadas pelos dois passageiros até a entrada do avião, onde seriam recolhidas pelos funcionários.

    O casal, então, segundo o relato de Teixeira, pegou apenas os computadores que estavam nas bagagens e entrou na aeronave. Quando guardavam os equipamentos eletrônicos no compartimento, antes da decolagem, Renata percebeu que os bagageiros, ao contrário do que a companhia teria informado, estavam vazios.

    Ela, então, filmou e fez fotos dos bagageiros e tentou entrevistar um comissário de bordo, que se recusou a falar. "Ao começar a fotografar os mesmos (bagageiros), o comissário se ofendeu e mandou chamar a polícia federal!", escreveu Renata em uma publicação nas redes sociais.

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    Enquanto todos os passageiros esperavam pela decolagem, marcada para as 11h50, o comandante avisou que o avião só partiria após a chegada da PF para a retirada de dois passageiros. "Não estávamos alterados, não houve gritaria, nem palavras que pudessem justificar esta atitude", relatou Renata.

    "O constrangimento que passamos foi fora do comum, por nada. Não estávamos fora da regra", disse Teixeira. Segundo ele, as malas estavam dentro das normas para bagagem de mão. "Usamos essas malas todos os dias. Era a menor mala que temos de roupa." O casal, que trabalha com consultoria a empresas, faz uma série de viagens por semana e, segundo Teixeira, usa as mesmas malas sem nunca ter passado por problemas.

    De volta ao saguão do aeroporto, o casal precisou remarcar a passagem de Renata para o dia seguinte, no valor de R$ 2,3 mil. Também teve de comprar a passagem de outro funcionário da empresa para Cuiabá, no valor de R$ 3 mil. "Quem irá ressarcir a perda de um dia de trabalho em nosso cliente? O que justifica a vergonha de dizer a seu cliente que você não poderá comparecer à reunião pois foi retirado do avião pela Polícia Federal?"

    Em nota, a Latam disse que fez o desembarque de passageiros do voo JJ3926 (São Paulo/Congonhas - Cuiabá) "em função de comportamento indisciplinado a bordo". A nota informa que a empresa "segue os mais elevados padrões de segurança, atendendo rigorosamente aos regulamentos de autoridades nacionais e internacionais."

    A companhia diz ainda que segue as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para transporte de bagagem de mão. "Para viagens realizadas desde 14 de março, há alteração no peso da bagagem que pode ser levada a bordo das aeronaves em todos os voos, passando de cinco para dez quilos por passageiro (exceto Premium Business e Premium Economy, que mantém a franquia de 16 quilos). Porém, o cliente deve continuar seguindo as regras relacionadas às dimensões da bagagem permitida, que podem ter no máximo 55 cm x 35 cm x 25 cm (altura x largura x espessura)", diz a nota.

    A companhia informa que, se a bagagem de mão exceder os limites de peso ou dimensões, será encaminhada para o porão da aeronave. "Nessa situação, se o cliente já tiver despachado um volume, terá de pagar por essa bagagem que foi para o porão. A Latam informa que disponibiliza as informações sobre a nova política de tarifas e de bagagem em todos os canais de comunicação oficiais da companhia".

    Em nota, de acordo com o Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita, a Polícia Federal disse que deve cumprir a solicitação do comandante da aeronave, sem questionar o mérito. Nestes casos o comandante lavra um Termo de Desembarque Compulsório e solicita a presença da PF.

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  • Escola de aviação em Divinópolis planeja expansão

    aviao em aeroporto divinopolisEm dois anos e meio de funcionamento, uma escola de aviação criada em Divinópolis já formou 120 pilotos. Com oito aviões monomotores modelo Cessna 152 e autorizada a funcionar pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a empresa planeja a expansão do ensino aeronáutico, com cursos para comissário de bordo e manutenção de aeronaves. O G1 visitou a escola, entrevistou alunos e participou de uma aula prática de voo.

    O curso completo custa cerca de R$ 18 mil. Para iniciar as aulas na Escola Mineira de Formação de Aviadores (Emfa), única desse segmento na cidade, é preciso ter no mínimo 18 anos de idade, ensino médio completo e ter boa saúde. Não há diferenciação por sexo, mas o número de alunos do sexo masculino tem sido maior.

    O curso tem duas etapas, uma teórica e outra prática. Na primeira, são ensinadas cinco matérias técnicas que o aluno faz em sala de aula ou mesmo em casa. A parte prática é feita no Aeroporto Brigadeiro Cabral.

    O instrutor Alexandre Augusto Lobato de Oliveira é um dos professores. "Resumidamente, na aula teórica são ensinados metrologia, navegação, regulamento de tráfego aéreo, conhecimentos técnicos em motores e teoria de voo. Na parte prática são três etapas: a pré-solo, a de aperfeiçoamento e por fim a de navegação, num total de 40 horas para se tornar piloto privado. Tem que estudar bastante", explicou.

    Sonhos de ensinar

    Empresário de aviação, Altamirando Ribeiro Silva contou que abriu a escola junto com um irmão. "Depois de 60 anos trabalhando na aviação brasileira, ele como piloto do governo e eu como executivo de uma empresa, resolvemos abrir essa escola após sermos incentivados por amigos do ramo", contou.

    Os irmãos percorreram várias cidades mineiras em busca do lugar ideal para abrir a escola. Ao final, tinham duas opções. "Estávamos em dúvida entre montar essa escola em São João del Rei ou Divinópolis. Optamos por essa última e não erramos. É um local ideal para o ensino prático".

    Com local definido para operar, os empreendedores da aviação fizeram um investimento inicial de R$ 8 milhões, a longo prazo. "Aplicamos esse valor na construção do hangar e na compra dos aviões. Não foi fácil conseguir esse espaço no aeroporto, porque ele já estava todo ocupado. Tivemos sorte de ter nossa iniciativa bem recebida por parte da Prefeitura de Divinópolis, que nos apoiou e nos conseguiu um bom espaço ao lado da pista. Pediu-nos apenas que, durante a construção, déssemos preferência para o comércio local".

    A preferência foi dada. Toda a escola foi construída com insumos comprados na cidade. Altamirando, inclusive, mudou-se para a sede da escola no aeroporto. Um dos cômodos foi transformado em um quarto que o empresário chama de "casa".

    Ele afirma que a qualidade do aeroporto tem melhorado. "Com o início dos voos regulares da Azul Linhas Aéreas, a segurança melhorou muito. Agora temos uma equipe de bombeiros sempre à disposição".

    Para o futuro, o empresário planeja o início de dois novos cursos: de comissário de bordo e manutenção de aeronaves. "O mercado aeronáutico é muito amplo e temos percebido uma carência muito grande desses dois tipos de profissionais na nossa região. Queremos formar comissários e mecânicos de qualidade aqui", comentou. Ainda não há, porém, uma previsão de quando esses cursos serão oferecidos.

    Sonho de aprender

    Quem sonhava em se tornar um piloto aprova a abertura de uma escola na cidade. Márcio Leão, uma dessas pessoas, diz que estudar para piloto tem sido uma experiência interessante. "Eu já conhecia a escola, quando começou a funcionar. Gostei e agora voltei para fazer a parte prática. Estou na minha 11ª aula. Ao todo preciso fazer 40 horas de voos. Pretendo concluir até outubro", comentou.

    José Carlos de Souza Júnior já é piloto formado. "Comecei com ultraleves em 2009, já me formei para piloto privado e agora estou fazendo o curso de piloto comercial em Divinópolis. Estou na batalha para crescer cada vez mais na aviação", contou.

    O experiente aluno dá dicas a quem tem interesse em iniciar na aviação. "Tem que estudar muito e ser bastante dedicado, fazer todas as etapas e manter a saúde em dia, principalmente a saúde mental. Também é bom não fazer nada com pressa e sim desenvolver as tarefas num tempo cabível", afirmou.

  • Filhos não são empecilho para viajar: família prova com fotos absolutamente lindas

    familia vanthuyneAntes de ter filhos, é bom aproveitar para viajar porque depois fica difícil, certo? Não para a família de Tanya Vanthuyne. Junto com o marido, Trent, e seus dois filhos – Kade, de 2 anos, e Blake, de 6 anos – ela faz “mochilões” por lugares paradisíacos da província canadense de Alberta e posta as fotos em sua conta no Instagram.

    Família viajante

    Uma das imagens, que mostra seu filho mais novo em um cenário paradisíaco, foi vencedor do Hero Session Challenge, um concurso que premia a melhor foto de aventura no verão realizado pela empresa que produz as câmeras GoPro.

    Em entrevista Tanya contou que os quatro saem em viagem para as montanhas algumas vezes por semana. “Kade geralmente se senta feito um rei em seu canguru enquanto curte a viagem, o que sempre acontece. Você não precisa de academia quando tem 10 kg extras nas suas costas. Ele me deixa forte!”, contou.

    A maior curtição da família é o Stand Up Paddle - esporte em que o praticante fica em pé (ou sentado) sobre um tipo de prancha e se movimenta na água com o impulso de remos. Kade, o mais novo, acompanha a mãe desde que conseguiu sentar-se sozinho, e Blake, o mais velho, já é praticamente um profissional.

    Viagens de aventura com crianças

    300x250 Menina AviadoraPara Tanya, as crianças nunca são empecilho para viajar. “Nunca hesitamos antes de ir a qualquer lugar por causa das crianças, nós fazemos ajustes e fazemos acontecer”, conta. “Às vezes, pode ser difícil, afinal, eles são crianças, junto vêm a falta de paciência, a irritação, a hora do cochilo ou eles querendo fazer atividades diferentes”.

    A solução, para Tanya, é muito simples: “Eu não crio expectativas, nós apenas seguimos o fluxo”.

    Como resultado, a viagem acaba sendo ainda mais gratificante: “Eu amo tudo que diz respeito a ser mãe e ver como eles se sentem nessas viagens me faz ser uma pessoa melhor. Isso desacelera a vida para que a vida possa ser vivida. E eu sei que eles vão crescer apreciando as coisas simples. Sem mencionar as risadas sem fim e que cada experiência não tem preço, por mais clichê que isso seja. Isso tudo é muito bom”, finaliza.

  • Mudança nas regras de inspeção nos aeroporto muda a rotina dos passageiros

    mala raio x aeroportoA Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou que os procedimentos de inspeção dos passageiros e de bagagens em aeroportos serão intensificados a partir desta segunda-feira (18). As medidas, que já existiam, serão aplicadas de forma mais rigorosa.

    Considerando que a inspeção mais intensa vai aumentar o tempo para chegar às salas de embarque, as companhias aéreas orientam que os passageiros passem a se apresentar para o check in com uma antecedência de pelo menos 1h30 antes do horário de partida do voo.

    Segundo a Anac a medida, que começará dias antes da Olimpíada, não tem ligação com os jogos ou com outro fator externo. A agência reguladora informou, ainda, que no exterior são adotadas medidas semelhantes de segurança.

    A mudança, que vale para voos nacionais e internacionais em todos os aeroportos brasileiros, não tem prazo para acabar.

    Confira os procedimentos que devem ser intensificados, segundo a Anac:

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