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manifestacao em divinopolisMoradores de Divinópolis foram para as ruas protestar contra o governo e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. A concentração aconteceu na Praça do Santuário, na Avenida 21 de Abril, por volta das 16h deste domingo (13). Em seguida, os participantes tomaram as ruas do Centro. Muitos apresentavam faixas e cartazes como forma de se expressar.

A ação foi organizada pelo movimento "Brasil Livre". Segundo os integrantes, aproximadamente 3.500 pessoas participaram do manifesto. Os números foram confirmados pela Polícia Militar (PM), que esteve no local para garantir a ordem e o direito à manifestação.

Por volta das 17h, os manifestantes foram para as ruas do Centro da cidade. Adultos e crianças participaram do movimento, além de grupos de motociclistas. A maioria usando roupas com as cores da bandeira do Brasil e cantando "Eu sou brasileiro".

A caminhada seguiu pela Rua João Notinni, depois pela Avenida 1 de Junho em direção à Praça da Catedral. Em seguida, os manifestantes foram para a Rua São Paulo, com a escolta da Polícia Militar. O ponto de chegada foi a Catedral da cidade, onde os participantes se aglomeraram para cantar o Hino Nacional, após duas horas de evento.

Para o organizador Welber Skaull, o balanço foi positivo. “Fiquei emocionado, pois tivemos muito mais pessoas do que esperado. O resultado foi positivo, sem nenhum incidente, pessoas de todas as idades. Os motoristas também colaboraram com a parada do trânsito. Não vimos bandeiras partidárias, nem cidadão querendo conflito. São pessoas trabalhadoras que vieram para a rua, pois estão sofrendo com tudo o que acontece no país”, concluiu.

Direito de manifestar

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A dona de casa Thelma da Mota Santos levou um cartaz para participar do movimento. "Estou protestando contra corrupção instalada no pais, a favor do juiz federal Sérgio Moro e a favor do impeachment. Precisamos de mais educação e saúde. Precisamos de um governo de respeito e que ofereça a ética que o brasileiro merece", disse.

Maria Ângela Sena tem 70 anos e é professora. Ela compara o Brasil de antigamente com o país atual. "Nós já vivemos uma década em que o brasil era respeitado. As pessoas gostavam do país e viviam em paz. Mas hoje estamos vendo o Brasil rolar na lama da corrupção, de uma maneira que deixa todo o povo inseguro, insatisfeito e com medo do futuro. O povo tem que acordar, se não nunca teremos um país com direito a democracia", lamentou.

A mão quebrada não impediu a supervisora pedagógica Sideia Tavares, de 58 anos, de participar da caminhada pelas ruas de Divinópolis. "Mesmo com a mão inchada, faço meu papel de cidadã. Não podemos nos acomodar em casa, na zona de conforto, com todo este transtorno no país. Chega de sofrimento, de miséria e roubalheira. Nosso Real tem que valer muito mais", afirmou.

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Já o advogado e promotor de Justiça aposentado Expedito Lucas da Silva, de 67 anos, acredita que pode usar a experiência e os estudos para orientar outras pessoas em relação aos direitos.

"O que me motiva, em primeiro lugar, é indignação com tudo o que está acontecendo. Eu vim de uma família pobre e sempre aprendi que devemos ganhar a vida com honestidade. Mas fico indignado quando eu vejo um partido cheio de corruptos. Então, com o estudo que hoje eu tenho, me sinto na obrigação de tentar orientar as pessoas que hoje, a única forma de mudar esse país é através da manifestação popular. Nosso partido é o Brasil", pontuou.

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