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luciana empreendedora divinopolisA chegada de um filho muda a rotina dos casais, no lado emocional e também financeiro. Para as mulheres, principalmente, voltar ao mercado formal de trabalho é um dilema entre deixar o filho pequeno em instituições de ensino ou abrir mão da carreira para cuidar pessoalmente dos filhos. Porém, em Divinópolis, encontramos casos daquelas que conseguiram equilíbrio e se reinventaram profissionalmente para ter mais tempo dedicado aos bebês.

Ivana Cristina Ramos da Silva, de 37 anos, conta que quando a Letícia nasceu, há três anos, foi a maior alegria na família, mas passado o período de licença maternidade veio o dilema.

“Eu peguei os quatro meses de licença maternidade e mais um mês de férias. Consegui ficar cinco meses com ela em casa. Voltei ao trabalho e fiquei somente dois meses por não ter com quem deixar a Letícia e achar o preço das escolinhas muito alto, além de não querer deixar com estranhos”, contou.

Ivana sempre trabalhou no setor administrativo e após a maternidade, em comum acordo com o marido, resolveu se dedicar a Letícia. “Após receber o seguro-desemprego comecei a pensar em como ajudar nas despesas de casa. Foi aí que comecei a ver vídeos na internet sobre artesanatos e comecei forrando potes de sorvete para guardar bijuterias. O projeto foi crescendo e eu fui ganhando clientela e aprendendo a fazer outras coisas”, revelou.

A renda varia, mas Ivana ressalta que dá para ajudar no orçamento familiar fazendo kits para casamentos, bebês etc. “Varia de semana para semana. Às vezes são muitos pedidos, outras vezes fica uma semana sem trabalho. Mas tudo isso foi um grande aprendizado profissional e também pessoal”.

A mamãe empreendedora conta que sempre fez as atividades ao lado da filha e não se arrepende da escolha. “Hoje em dia ela está na escola na parte da manhã e é o tempo que eu tenho para entregar as mercadorias e me aperfeiçoar mais. Foi a melhor escolha que eu fiz porque não parei de trabalhar e ainda pude ver a Letícia crescer”, festejou.

Próprio negócio

Promoção de ViagemAos 38 anos, Luciana Augusta de Silva também se reinventou profissionalmente após a maternidade. Desde a adolescência ela trabalhou na parte administrativa e financeira de empresas e lojas. O Miguel chegou há três anos e ela também resolveu se dedicar ao filho.

Assim que o filho nasceu, ela e o marido resolveram que seria melhor continuar em casa cuidando do bebê do que voltar para o mercado de trabalho e pagar para alguém cuidar. “O que pesou mais foi o preço das escolinhas. Seria praticamente eu trabalhar para pagar outra pessoa para olhar meu filho”, conou.

Pouco tempo depois, a mãe e o marido resolveram abrir uma loja e ela levava o Miguel para o trabalho. “Ficamos com a loja durante um ano e ele sempre comigo. Minha cunhada ajudava por morar perto, mas ele sempre estava na loja, tinha até um cantinho de descanso e brincadeiras pra ele”.

O empreendimento fechou, mas as contas não. Isso foi no mesmo período em que o Miguel completou idade para frequentar escola pública e, desta forma, Luciana poderia voltar ao mercado formal de trabalho. Mas veio uma surpresa: Luciana descobriu que estava grávida da Luisa, que hoje entra no sétimo mês de gestação. “Ninguém contrata uma pessoa grávida e uma criança a mais aumenta as contas. Precisava continuar a ajudar no orçamento doméstico”.

Foi então que uma amiga incentivou Luciana e fazer artesanato. Ela conta que os enfeites dos aniversários de um e dois anos do Miguel foi ela quem fez e as pessoas elogiaram e gostaram. Com o apoio da amiga, a criatividade foi colocada em prática, há cinco meses, mas desta vez remuneradamente.

“Eu e a Olívia começamos a fazer tiaras, kits para bebês e ensaios fotográficos. Hoje ela trabalha fora, mas quando a demanda é muita, ela me ajuda. O dinheiro auxilia nas minhas despesas pessoais e das crianças porque depois que nos tornamos mães, a gente só pensa nos pequenos”, ressaltou.

A mudança profissional para ela foi uma forma de dedicar ao filho e também conseguir ajudar no orçamento familiar. “O Miguel nunca me atrapalhou e ele me vendo trabalhar estimula a criatividade dele também, porque acaba que ele ‘pinta e borda’ ”, finalizou Luciana.

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