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placa da sorbon em divinopolisDesde o início deste mês, os trabalhadores demitidos da Sorbon, distribuidora autori­zada da Kibon em Divinópolis, estão passando por maus bocados. Logo no dia 1 de agosto, uma reunião entre diretores da Sor­bon e funcionários oficializou o encerramento das atividades da empresa no município e a demissão de mais de 50 profis­sionais que lá atuavam.

Entretanto, além, é claro da questão do desemprego, a grande maioria dos funcioná­rios enfrenta problemas para receber os direitos trabalhis­tas. Em contato com a nossa equipe de reportagem, ex- fun­cionários denunciaram que a empresa, até o momento, ainda não fez a quitação dos salários referentes a julho, e nem a parte que cabe nos processos de de­missão, que é toda a questão do acerto. Uma funcionária, que preferiu não ter sua identidade revelada, contou que as com­plicações começaram no início deste ano, porém, os colabo­radores da empresa dizem ter sido pegos de surpresa com o anúncio de fechamento da Sor­bon. “Nós não tínhamos noção do que poderia acontecer, até agora, no mês de julho, em que já não trabalhamos mais com a Kibon, a situação se agravou, não fomos informados. A em­presa só foi levando, sem nos dar maiores informações”.

Promoção de viagem internacionalSegundo ainda esta fun­cionária, na reunião em que de fato foram anunciadas as demissões, a empresa deixou claro a falta de condições para arcar com as folhas de paga­mento. “Ela [Sorbon] nos disse que era para procurarmos o sindicato, a justiça, enfim, que cada um procurasse o seu meio para receber o que é de direito. Além disso, nessa mesma reu­nião, nós fomos informados que o pagamento de julho seria feito, isso dito na data de 1 de agosto, quando foi no dia 9, recebemos um cheque de 45% do salário”, pontuou.

O restante do pagamento ainda não foi feito e a ex-fun­cionária diz que a empresa não se manifestou, o que está complicando a vida destes trabalhadores. “Não entraram em contato com a gente hora nenhuma, nem para pedir para aguardar, simplesmente ficaram em silêncio”.

Alguns trabalhadores es­tão, por meio do Sindicato do Comércio, movendo ações judiciais a respeito da situação, a audiência parece estar marca­da para setembro. “Até lá, esta­mos sem provento nenhum. Não tivemos acesso ao Fundo de Garantia, Seguro Desem­prego. Eu estou contando com ajuda de familiares, e até para procurar outro emprego ficou difícil, porque temos gastos”, afirmou.

Assim como é o caso desta trabalhadora, vários outros es­tão passando por aperto nesta mesma situação, à espera pelo acerto por parte da empresa. “Sempre foi uma empresa que cumpriu com todas as suas obrigações, nunca atrasou em nada com a gente, mas agora no final eles não encerram da maneira como deveria ser, deixaram muitas famílias de­samparadas”, completou.

SORBON

Por meio de nota, a empresa destacou que “está viabilizando junto aos Sindicatos respon­sáveis o pagamento conjunto de todos os funcionários; que os funcionários estão cientes e que serão cumpridas todas as obrigações trabalhistas”.

Além disso, a direção da Sorbon destacou ainda que “a manifestação é isolada e não condiz com a solidariedade do conjunto de colaboradores da empresa”.

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