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Jovens são flagrados dançando pelados no centro de Bambuí

  • Escrito por TV Bambuí

Grupo de jovens foi flagrado dançando pelados na chuva, na Praça Coronel Tôrres, região central, de Bambuí. Não é possível afirmar quando o vídeo foi gravado.

A Polícia Militar de Bambuí informou que não foi registrada nenhuma ocorrência informando sobre a ação dos jovens, porém caso um indivíduo seja pego pelado em via pública será preso e encaminhado ao Quartel da Polícia Militar de Bambuí.

Segundo o Art. 233 do Código Penal, o ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público tem pena de detenção, de 3 meses a 1 ano, podendo ser convertido em multa.

Assista ao vídeo


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Bom Despacho aplica verba do carnaval em estrutura para Samu

  • Escrito por G1

samu credito da foto 2 marcus ferreira 1Depois de confirmar o cancelamento do carnaval em 2016 alegando dificuldade financeira, a Prefeitura de Bom Despacho afirmou nesta terça-feira (12) que os cerca de R$ 40 mil economizados com a não realização da festa foram investidos na construção do espaço que abrigará ambulâncias e socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Já foram investidos R$ 150 mil dos cofres municipais, segundo a Prefeitura. A previsão é de que o Samu seja implantado na cidade em junho deste ano.

De acordo com a secretária de Saúde de Bom Despacho, Neide Braga, passa por reforma, atualmente, o espaço destinado ao Pronto Atendimento Municipal (PAM). O trabalho é feito em parceria com um consórcio que envolve vários municípios com o compromisso de adquirir ambulâncias, equipar centrais de atendimento e treinar equipes de resgate. "Já foram selecionados oito profissionais, quatro motoristas socorristas e quatro técnicos de enfermagem", informou.

Leia também: Cidades do Centro-Oeste buscam alternativas para carnaval

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O total investido pela Prefeitura até o momento soma os R$ 40.000 economizados com o cancelamento do Carnaval a outros R$ 110.000 pagos ao consórcio regional que busca implantar o Samu em várias cidades do Centro-Oeste. "A Prefeitura investe cerca de R$ 12.000 mensais em equipamentos, instalações e adequações de espaços. Esse é o valor até o momento", finalizou.

Sem folia

A decisão de não realizar o carnaval foi tomada entre o prefeito Fernando Cabral e os blocos carnavalescos de Bom Despacho. Diante da crise econômica, o Executivo informou que prefere conter os gastos. "A cidade não quer gastos desnecessários a não ser que apareça uma parceria muito boa para isso", informou em nota.

Belo Horizonte pode ganhar trem para percorrer o 'roteiro da cerveja'

  • Escrito por O Tempo

cervejaria belohorizonteImagine passear pelo bairro Belvedere e seu entorno, na região Centro-Sul da capital, em um trem que te levaria a conhecer uma das mais tradicionais fábricas de cerveja artesanal de Minas Gerais. Certamente, este seria considerado um passeio dos sonhos para muitos mineiros, que poderão apreciar a bebida viajando até a “fonte”.

A ideia, no entanto, pode deixar o imaginário e se tornar realidade, a partir de 2016. O projeto “Trem da Cerveja do Belvedere” pretende viabilizar um roteiro turístico diferente com destino à cervejaria Backer, mas tem como objetivo maior a revitalização e preservação dos 2,5 km de malha ferroviária sem utilização que corta a região.

Implantada na década de 1970 para o transporte de minério de ferro da Mina de Águas Claras, o trecho foi desativado em 2003, com o fim da exploração mineral na região. Desde então, os 12 km de linha férrea começaram a se degradar e até a serem destruídos, sobrando apenas 2,5 km utilizáveis, após intervenção do Ministério dos Transportes, em 2010.

Leia também: Cervejaria alemã Hofbräuhaus deve abrir em novembro em Belo Horizonte

A intenção inicial era transformar a linha em uma opção de transporte de passageiros na região metropolitana de Belo Horizonte, ligando o Belvedere ao Barreiro. Mas, como a proposta demanda tempo e recursos, o “Trem da Cerveja do Belvedere” surgiu como uma primeira ação para preservação. “O objetivo principal é esse: preservar o caráter ferroviário desta área, através de um projeto inicialmente turístico”, explica o presidente do Instituto Cidades, André Tenuta, uma das oito entidades idealizadoras do projeto.

Saiba mais. A proposta é recente, idealizada em setembro deste ano, e está sendo coordenada pela Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (AMRBH). Assim que for finalizado, o projeto será apresentado à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que dará ou não autorização para o funcionamento do trem turístico.

Morador monta tenda na rua e distribui livros em Oliveira

  • Escrito por G1

biblioteca de rua morro do ferro mgUm morador de Morro do Ferro, Distrito de Oliveira, realiza há dois anos uma ação a fim de estimular a leitura na comunidade. Ele coloca ao ar livre uma prateleira com mais de 150 obras para que as pessoas simplesmente peguem sem cerimônia. Nesta quinta-feira (24), 100 livros foram doados.

De acordo com Ildeano Silva, que é o idealizador do projeto "Livros na Rua", a ação começa pela internet, onde há uma mobilização para que as pessoas doem livros inutilizados. "Divulgamos na internet essa campanha e pessoas de várias partes da região doam. Em seguida a gente disponibiliza para os moradores no período de Natal. Inclusive, é uma ideia para quem quer presentear sem gastar nenhum centavo", disse.

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A ação ocorre desde o ano passado, quando foram doados cerca de 200 unidades. "É uma forma que encontrei de disseminar a leitura de livros. Mesmo com esse avanço da internet e facilidades de acesso a qualquer tipo de leitura pelo computador, o livro ainda não perdeu esse encanto", destacou. Muita gente que passou pela Avenida José Silveira e viu a tenda montada na porta da casa do morador se surpreendeu. A cabeleireira Liliane Fernandes disse que passava pela avenida para ir em uma loja, mas acabou parando para conferir a iniciativa.

"Eu ainda perguntei quanto eram os livros, foi aí que tive a surpresa. É uma iniciativa muito bacana e muito importante, principalmente no nosso distrito, onde não temos livrarias. Peguei um livro para mim, meu filho também escolheu um e eu faço questão de ler pra ele. Peguei também um livro para minha mãe e um para minha cunhada. Acabei presenteando sem gastar nada. Muito legal mesmo essa oportunidade", contou.

Desta vez, segundo Ildeano, sobraram alguns livros e, por isso a intenção é fazer outra ação em janeiro, durante um encontro de motociclistas que ocorre no distrito.


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Morador de rua passa em 1º lugar em concurso público em MG

  • Escrito por Redação DiviCity.com

Valter Fonseca dos Santos coveiro patos de minasO andarilho Valter Fonseca dos Santos, de 41 anos, vai trocar as ruas por um emprego. O sonho que dura 16 anos será possível porque passou em 1º lugar no concurso público da Prefeitura de Patos de Minas para o cargo de coveiro. Ele disputou as três vagas abertas com outras 21 pessoas e o primeiro investimento, segundo o novo funcionário público, será alugar uma casa para morar.

Há 16 anos Valter dos Santos saiu de Ilhéus (BA) para tentar a sorte na cidade mineira, mas a falta de emprego e oportunidade acabou fazendo com que o sonho fosse adiado. “Nasci numa favela, num local onde brigas e crimes eram frequentes. Mas nunca quis isso para a minha vida e depois de ter uma decepção amorosa não pensei duas vezes em ir embora. Um conhecido comentou de Patos de Minas e eu tentei a sorte, mas foi tudo bem diferente do que eu pensava”, lembrou.

Leia também: Nova Serrana terá concurso público para preencher vagas na Prefeitura

Ele disse que no início chegou a trabalhar em uma lavoura de tomates para garantir pelo menos o sustento, mas logo que a safra terminou, ele foi para a rua. “Passei por muito preconceito, tanto pela situação de rua que eu me encontrava como também pela minha cor. Várias vezes fui abordado pela polícia, perseguido e agredido por populares. Até o colchão que usava para dormir foi queimado. A vida nas ruas não é nada fácil”, afirmou.

Busca por emprego

Bombeiros se guiam por urubus e cães para achar corpos em lama de MG

  • Escrito por Uol Notícias

bombeiros em marianaO capitão Vinicius Oliveira, 43, acorda às 5h e, uma hora depois, chega ao vilarejo de Bento Rodrigues, onde só é possível ver lama, telhados, caixas-d'água, carros abandonados e pedaços do que já foi a casa de alguém.

Durante todo o dia, Vinicius vai e volta de helicóptero levando mantimentos, equipamentos e novas ordens a 40 homens sob seu comando.

O capitão também fica atento a concentrações de urubus e latidos de cães da vizinhança, que ajudam a guiar sua equipe no resgate dos corpos de vítimas do rompimento de duas barragens da mineradora Samarco.

Em uma área previamente mapeada por GPS, os bombeiros iniciam as escavações. Eles põem madeirites sobre o chão para não afundar e andam lentamente. Aí fazem buracos na lama com canos de PVC, os chamados "tubos de odor", para que cães farejadores percebam se há sinal de corpos em decomposição. Em caso positivo, começam a escavar.

Leia também: O que deveríamos aprender com a Romênia

Com 14 anos de experiência na Polícia Militar, Vinicius, subcomandante do batalhão de emergência enviado de Belo Horizonte a Bento Rodrigues, a 124 km da capital mineira, diz que o cansaço não é nada perto do desespero de ouvir pais pedindo que localizem os corpos de seus filhos –ainda há três crianças desaparecidas.

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"Eu tenho dois filhos, um casal, e ouvir pais pedindo para achar corpos de crianças de cinco ou sete anos é difícil. Muito", resume.

Sua família ficou em Belo Horizonte e ele só volta para casa uma vez por semana. E o capitão sabe que não tem previsão de quando concluirá o trabalho em Bento Rodrigues.

Para ele, o trabalho feito desde o dia do desastre só é comparado à época em que atuava para conter rebeliões com presos armados. As decisões, compara, têm que ser tomadas rapidamente e de forma estratégica para que o resgate de moradores, ou reféns, não seja colocado em risco.

Até segunda-feira (9), os bombeiros apenas sobrevoavam a área, de helicóptero, ou enviavam drones à procura de sinais de vida. Também entravam nas áreas mais seguras, nas bordas dos locais atingidos pela lama. "Não tínhamos piso para trabalhar. Tínhamos que esperar a água fluir, ou afundaríamos", diz.

Depois, quando o terreno ficou um pouco mais firme, passaram a usar cordas e bastões para caminhar na lama. Além de pessoas, eles resgatam animais perdidos.

Desde terça (10), a estabilidade da região foi abalada por outro risco: o desmoronamento de trecho de uma barragem que não foi rompida, a Germano, localizada ao lado de onde o desastre aconteceu. Técnicos tentam reforçar a barragem para não haver outro vazamento. Abaixo dela, os bombeiros trabalham.

A corporação calcula ter resgatado 250 pessoas no dia da tragédia. Em média, 40 soldados passam o dia em Bento Rodrigues e outros 60 fazem as buscas nos rios das cidades atingidas. A maioria dos corpos foi encontrada a quilômetros de distância.

As buscas se encerram antes das 18h, mas depois o comando ainda se reúne para decidir os próximos passos. Há trocas de pessoas ao menos a cada sete dias.

"Estou dormindo quatro horas por dia, quando durmo", diz Vinicius. Ele e a equipe ficam acampados na sede da mineradora Samarco, no meio do caminho entre a sede de Mariana e Bento Rodrigues.

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