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Moradores de Dores do Indaiá querem a redução do salário de vereadores

  • Escrito por G1
  • Categoria: Cidades
  • Acessos: 1003

Moradores de Dores do Indaiá, no Centro-Oeste do estado, estão se mobilizando através de um abaixo-assinado para que os salários pagos aos vereadores baixe para R$ 1 mil. O salário atual bruto, segundo a assessoria jurídica da Câmara Municipal, é de R$ 4.283.20, para todos os legisladores.

O idealizador da ação, Renato Graciano, acha justo que eles ganhem o mesmo que professores municipais. "Se um professor que educa o futuro da nação ganha isso, então é mais que justo que um vereador também ganhe", afirmou.

Leia também: Moradores do interior do país começam a cobrar redução dos salários de vereadores

Ainda de acordo com Renato serão necessárias 500 assinaturas para que o projeto popular seja validado na Câmara. "A legislação pede que tenha 5% de assinaturas do eleitorado local que é cerca de dez mil. Portanto, pouco mais de 500 assinaturas serão suficientes", disse.

Apesar de serem suficientes, o comerciante acredita que conseguirá um número maior, já que moradores estão procurando por ele para pegar folhas. "O movimento começou na internet e foi bem aceito. Os moradores estão apoiando e essa força do povo faz a diferença. Comecei com o movimento porque vi que em outras cidades do país essa redução só foi possível com a união dos eleitores", destacou.

Casal receberá R$ 15 mil de Igreja por casamento mal celebrado

paroquia mateuslemeA 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), por maioria de votos, condenou a Paróquia Santo Antônio, de Mateus Leme a indenizar um casal por danos morais. Marido e mulher receberão R$ 15 mil, porque, na celebração de matrimônio deles, o padre agiu de forma displicente.

Na inicial, o casal alega que no dia 24 de fevereiro de 2012, durante a celebração de seu casamento, o padre teve conduta displicente, ausentando-se do altar mais de uma vez em momentos importantes e conduzindo a cerimônia com dicção inaudível e incompreensível. Além disso, ele encerrou a cerimônia antes da bênção das alianças, sem presenciar a troca das mesmas e a assinatura do livro de registro.

Os noivos requereram indenização por dano moral, alegando que a atitude do padre causou indignação, mal-estar, grande constrangimento e humilhação perante os convidados. Eles apresentaram como prova um DVD com a gravação da cerimônia.

Na contestação, a paróquia alegou que o padre foi acometido de mal súbito, passando mal, tendo que se dirigir à sacristia, afastando-se do altar e da condução da cerimônia, para tomar medicações na tentativa de se recobrar.

Atestado médico

O juiz da 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais de Mateus Leme negou o pedido do casal, considerando que a paróquia apresentou atestado médico que comprovava o comparecimento do padre em pronto-socorro no dia seguinte à celebração do casamento. O juiz entendeu que a conduta do padre se deveu a problemas de saúde, o que afastava a responsabilidade civil da paróquia.

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