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fernando pimentel carolina oliveiraA Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira a nova etapa da Operação Acrônimo em São Paulo e em Brasília. A ação, que cumpre mandados de busca, corre em sigilo decretado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Acrônimo apura irregularidades na campanha e suposto recebimento de propina pelo governador de Minas, Fernando Pimentel (PT-MG), quando ele era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A operação tem também como alvos a primeira-dama de Minas, Carolina Oliveira, e o empresário Benedito Rodrigues, o Bené, colaborador de campanhas de Pimentel e suspeito de desviar recursos de contratos do governo federal com suas empresas. Pimentel é investigado por receber vantagens indevidas de empresas que mantinham relações comerciais com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vinculado ao ministério do Desenvolvimento, que ele comandou de 2011 a 2014.

Leia também: PF afirma que o Governador de Minas, Fernando Pimentel, recebeu propina de montadora

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A Acrônimo apura se a campanha de Pimentel ao governo do Estado no ano passado recebeu dinheiro do esquema operado pelo empresário Bené, dono de uma gráfica. Obtidos com exclusividade por VEJA, documentos levantam a suspeita de que o empresário operava uma espécie de caixa paralelo na campanha eleitoral de Pimentel. Além disso, eles também indicam que Carolina Oliveira seria dona de uma empresa fantasma utilizada pela organização criminosa. Bené chegou a ser preso no fim de maio, mas deixou a cadeia após pagamento de fiança.

A operação foi deflagrada no fim de maio, quando foram realizadas buscas na casa da primeira-dama de Minas e na sede de uma antiga empresa que pertencia a ela. O caso chegou ao STJ diante após investigações que passarem a apurar o suposto envolvimento do governador. A investigação teve início em outubro de 2014, quando a PF apreendeu um avião que voava de Minas a Brasília com 113.000 reais a bordo - Bené estava na aeronave.


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