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Lâmpadas de LED em semáforos gera economia de 85% no consumo de energia

Semáforo de LED

sinal ledA susbtituição de lâmpadas incandescentes por LED, em todos os semáforos de Belo Horizonte, representou uma economia de 85% para a cidade. O projeto visa racionalizar o uso de energia elétrica e proporcionar mais segurança aos pedestres e motoristas nas operações de trânsito, além de otimizar os gastos com manutenção, devido a durabilidade do equipamento.

O projeto também apresentou resultados positivos em relação ao que é chamado de "efeito fantasma", fenômeno ocorrido quando a luz solar incide diretamente sobre o semáforo, dificultando a distinção da cor acesa.

Este foi um dos projetos que colocou a capital mineira no 1º lugar da categoria “Meio Ambiente” do prêmio Connected Smart Cities – Cidades Inteligentes do Brasil.


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Em déficit, governo eleva folha em R$ 3,3 mi com nomeações

  • Escrito por O Tempo
  • Categoria: Economia
  • Acessos: 1025

secretario planejamento de minas geraisQuinze dias após avisar que não iria conceder reajustes nem nomear concursados ou comissionados neste ano, o governo de Minas concedeu um total de 118 novas nomeações, gratificações e designações a servidores com cargos comissionados do Estado. O impacto será de quase R$ 3,3 milhões por ano na forlha de pagamento.

O fato contrasta com a situação dos cofres de Minas. Segundo o secretário de Planejamento e Gestão (Seplag), Helvécio Magalhães, o Estado deve fechar o ano com déficit de R$ 10 bilhões. A decisão de interromper as contratações foi justificada por Magalhães para conter as despesas do Estado com pessoal, que atingiram o limite prudencial para esse tipo de gasto previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O sinal de alerta é aceso ao bater os 46,55% da receita corrente líquida. Minas, segundo ele, atingiu 46,6%.

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No entanto, mesmo após o recado – que desagradou parte do funcionalismo e de concursados –, a Imprensa Oficial de Minas Gerais (IOF) continuou a publicar normalmente nomeações de diversos novos funcionários, inclusive com cargos de remuneração mais alta, como o DAD-11, que corresponde a um salário de R$ 8.500. Além disso, muitas gratificações, que chegam a R$ 1.000, também foram dadas a servidores da ativa. “Nenhuma dessas nomeações teve exoneração correspondente, o que reforça o peso extra na folha de pagamento do Estado”, explicou uma fonte com trânsito na Seplag.

Em meio às nomeações e gratificações, o governador Fernando Pimentel (PT) admitiu, na última quinta-feira, que pode enviar para a Assembleia uma nova proposta de corte de gastos.

Azul anuncia nova linha ligando Minas a Bahia

aeronave atr azul linhasaereasA Azul Linhas Aéreas Brasileiras lançará voos sem escalas entre Lençóis e Belo Horizonte (Confins) em 5 de novembro. A companhia operará duas frequências semanais – às quintas-feiras e aos domingos – em sua mais nova rota, e transportará os Clientes nos modernos turboélices ATR 72-600, de 70 assentos. A novidade passa por aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e expandirá as opções de conexão aos Clientes baianos para mais de 40 cidades, entre domésticas e internacionais.

“A conectividade é um dos principais ganhos com a operação desta nova rota. As ligações entre Lençóis e Confins permitirão aos Clientes do interior baiano chegar a todo o Brasil e ao exterior a partir do nosso segundo maior hub. Igualmente, facilitaremos o acesso à Chapada Diamantina, ponto turístico muito procurado em âmbito nacional, além de fomentarmos os negócios entre ambas as regiões”, afirma Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.

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Ainda, como parte do reforço de suas operações na Bahia, a Azul está comercializando passagens para sua nova rota, entre Barreiras e Confins, que começa em 14 de setembro, por meio de todos os seus canais de venda. Além disso, em novembro, os Clientes de Lençóis e Barreiras poderão conectar-se a Orlando, nos Estados Unidos, com apenas uma parada em Confins.

A capital mineira é o segundo maior centro de operações da Azul, atrás apenas de Campinas. A companhia opera mais de 60 voos diários com partida de Confins. A Azul é líder na oferta de voos e destinos sem escalas no terminal da região metropolitana de Belo Horizonte.

Crise fecha 500 bares e restaurantes em Belo Horizonte

gerente barA crise econômica que atinge praticamente todos os setores da economia não excluiu a alimentação fora de casa. Nos cálculos do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte (Sindhorb), este ano, cerca de 500 estabelecimentos, somando desde os pequenos bares e lanchonetes até casas de maior porte, fecharam as portas na capital. Nessa conta, também entram diversos restaurantes tradicionais, voltados para as classes A e B, em regiões como Centro-Sul, Oeste e Pampulha.

De abril a agosto, pelo menos 10 casas encerraram suas atividades, incluindo espaços para comida internacional, contemporânea, vinhos, pizzaria. A maioria deles na região Centro-Sul. Sem citar números para 2015, Lucas Pêgo, diretor-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), observa que é alto o percentual de empresas brasileiras que encerram suas atividades no primeiro ano de vida: no setor, chega a 27%. “O que nos preocupa é o fechamento de casas tradicionais ou consolidadas, com gestão habilidosa”, comenta o executivo.

O Estado de Minas conversou com alguns empresários que fecharam o ponto comercial recentemente. Os motivos são diversos, mas, de modo geral, a queda do movimento acaba sendo fator comum e decisivo. Depois de sete anos funcionando no Bairro de Lourdes, o restaurante Ficus, especializado em cozinha contemporânea, funcionou pela última vez no mês passado.

Há 30 anos no setor, o proprietário da casa, Renato Savassi Biagioni, teve problemas de saúde que o impossibilitaram de continuar à frente do negócio. Somado a isso, ele calcula uma queda no movimento que começou a encolher depois da Lei Seca, chegando a uma redução na ordem de 40% nos últimos meses. Há dois anos, o restaurante investia também em pratos combinados, com preços reduzidos. Também dono do tradicional restaurante La Traviata, na Savassi, Biagioni diz que com inovações, a casa vem mantendo o seu público durante a crise econômica. Ele inaugurou o almoço executivo e à noite oferece pratos que atendem a todos os públicos, em especial às famílias.

Questões antigas que pesam nos custos do setor, como a carga tributária, preço dos aluguéis, mão de obra, até a Lei Seca, foram agravados pela redução do emprego, inflação em alta e pela menor confiança do brasileiro, que acompanha a alta da inflação e com isso está reduzindo gastos. No aperto, o consumidor economiza nas saídas ou muda de hábitos, dividindo os restaurantes com espaço de menor custo, como os espetinhos, por exemplo. Lucas Pêgo reforça também um desafio do setor formal. Segundo ele, em Belo Horizonte, 50% dos estabelecimentos do setor, estimados em mais de 18 mil, são informais.

A concorrência dos informais e até da comida de rua, sem regulamentação, pesam ainda mais nos momentos de menor crescimento da economia. Há nove anos na Pampulha, o restaurante Matusalem funcionou pela última vez no domingo. O proprietário Matusalem Gonzaga diz que está partindo para novos projetos. O que o fez mudar o rumo? Um conjunto de fatores. Além dos encargos do setor, das dificuldades para formar funcionários, da conjuntura econômica e política do país, as obras que fecharam a avenida Pedro I, depois da queda do viaduto em obras para a Copa do Mundo, deixou o restaurante ilhado. “Foram 41 dias sem receber um cliente. Não há negócio que suporte nada parecido.” Desde então o movimento da casa chegou a cair 60%. Apesar dos desafios, Matusalém está otimista com o mercado, estudando agora novo negócio no ramo.

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