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Para sair do Palácio Tiradentes, vice quer que Pimentel o retire pessoalmente

Rompidos politicamente desde 2016, o governador Fernando Pimentel (PT) e seu vice, Antônio Andrade (MDB), enfrentam nova celeuma na relação.

Desde janeiro o governo de Minas tem promovido o fechamento do Palácio Tiradentes com a justificativa de redução de gastos. O local, no entanto, abriga o gabinete do vice-governador, que interpretou a ação como parte da retaliação do petista. Andrade tem dito a interlocutores que não pretende deixar o espaço e, caso Pimentel insista, quer que ele vá retirá-lo “pessoalmente” do local. A fala do emedebista teria sido presenciada por uma pessoa próxima de Andrade e revelada à coluna.

Na época em que a decisão pelo esvaziamento do Palácio Tiradentes foi tomada, o vice-governador afirmou à coluna que sequer havia sido comunicado. Segundo o governo, que se recusa a classificar o edifício como “palácio”, o objetivo é reduzir em pelo menos 40% gastos com insumos diversos, manutenção rotineira e com o consumo de água e energia elétrica.

Já desocuparam o Palácio Tiradentes os gabinetes da Secretaria de Estado de Governo (Segov) e o Gabinete Militar do Governador. Restam, além da vice-governadoria, a Secretaria Geral do Estado e a Secretaria de Estado da Casa Civil – ambos devem se mudar para o prédio Gerais, mas não há data prevista.
À vice-governadoria, foram apresentadas, oficialmente, três opções de local: os prédios Minas e Gerais, na própria Cidade Administrativa, e um espaço na sede do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), localizada na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Questionada, a assessoria de imprensa de Andrade, por meio de nota, informou que o vice-governador “jamais se negou a deixar as dependências do Palácio Tiradentes” e que deve se mudar para o BDMG em breve. O texto não se posicionou a respeito da suposta frase dita por Andrade.

Desde o racha entre os dois, uma série de retaliações por parte do governador foram feitas a Andrade. O vice perdeu quase todos os cargos indicados por ele nas estatais mineiras, além sofrer pressão no próprio partido por parte de emedebistas próximos a Pimentel, como o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Adalclever Lopes (MDB) – um dos cotados para compor a chapa com o governador na campanha que tentará a reeleição este ano, em substituição a Andrade.

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